Poesia Amanda
Aqueles olhos envergonhados me puxaram pra perto. Quis desvendar o porque daquela timidez que me transmitiu no olhar. Quis tocar sua pele pra sentir que tipo de energia você me transmitiria. Quis te abraçar pra ver se me sentia protegida. Quis ouvir tua voz pra sentir paz. Quis ter você. E foi ai que me apaixonei.
Sei que pode ser normal, ou não. Esse texto pode parecer confuso. Mas esses são os efeitos que a leitura causa. Essa complexidade de idéias. Mas então, sou um tanto obscecada por leitura. Isso talvez, ou com certeza, explique o porque desse meu jeito, romântico, sensível. Mergulho na leitura. Converso com as palavras. Fico radiante. Um livro acompanhado de fones de ouvido e brisa gelada. Sem explicações. Me fascina. Me questiono vez em quando: ” O que seria do mundo se todas as pessoas fossem tão apaixonadas por leitura quanto eu? Viveríamos em um lugar mais bonito? Romântico? Poético? Ou estaríamos todos loucos?” Me questiono, e me respondo: Romantismo, poesia, e loucura, entrelaçam-se, abraçam-se. Formam um elo. Todo romântico é louco. Todo poeta é louco. Mas o qual o mal em ser louco? Qual a graça em ser normal? Qual o mal em ser romântico? Nenhum. É ai que se acha a graça da vida. Romantizar os momentos, as pessoas, os olhares. Poetizar, os aromas, os rostos, toques, paisagens. Sem me prolongar. Ser poeta.
“Como Capitu, escreveria nossos nomes no quintal. Seguraria suas mãos. E olharia nos seus olhos. Seria Capitu do século XXI. Sua Capitu. Mas tudo bem, Capitu é uma personagem de Machado de Assis. Lá de 1899. Ok. Existe algo mais belo do que personagens literários? Antiguidades? Sim, eu seria sua Capitu. Capitu moderna. Só tua.”
“A calidez daquelas mãos, segurando as minhas com vigor, fez com que surgisse dentro de mim uma sensação de estar protegida. Protegida não só do frio lá fora. Vento e brisa gelada. Mas do frio de alguns sentimentos. Frio do coração. Frio das palavras. Fez-me sentir uma paz. Uma segurança. Imutável. Inabalável. Estava ao seu lado. Isso basta.”
Naquela brisa, pude senti-lo, mesmo não estando ali por perto, fisicamente. Sim, ele estava comigo naquela noite, de céu estrelando, abrilhantado. Pude ver seus olhos castanhos olhando-me sutilmente de canto, desejando estar cada vez mais perto. Pude senti-lo sentado ao meu lado, com a cabeça no meu ombro. Pude sentir seus braços fortes envoltos nos meus. Abraçando-me. E fazendo de um simples momento, um infinito de sensações. Sensações essas, que trouxeram encanto aos nossos olhos, proporcionando-nos apaixonarmos outra vez.
“Poesia me transborda. Transborda amor em mim. Faz-se melodia espontânea dentro desse coraçãozinho. Que traz em cada palpitação um nome, um cheiro, um olhar, um sorriso. Ah poesia. Me encanta de manhã, de tarde, de noite, de madrugada. Poetiza-te dentro de mim. Poesia suave. Tranquila. Sonolenta. Dançante. Mas sê poesia dentro de mim. Peço-te. Vem poetizar-me.”
“Quantas vezes eu quis que tudo fosse perfeito? Quantas vezes eu quis que todo mundo o tempo todo se importasse comigo e com minha personalidade melodramática que aparece de vez em quando? Quantas eu vezes eu desejei fechar os olhos e logo ao abrir ver que o mundo é um lugar perfeito, e as pessoas não erram? Quantas vezes eu quis acordar em um belo dia e ver que todos os meus sonhos se tornaram reais? Quantas vezes eu chorei porque fulaninho me ignorou? Quantas vezes eu chorei porque eu queria me sentir acolhida por gente que na verdade não merecia minha companhia? Quantas e quantas vezes eu chorei quando fui dormir? Quantas vezes eu chorei porque eu sou boba mesmo e choro por tudo? Quantas vezes eu só desejei que tudo e todos conspirassem ao meu favor? Quantas vezes eu quis dar um sorriso verdadeiro naquele dia péssimo? Quantas vezes eu quis ser notada? Quantas vezes eu me senti sozinha no meio de uma multidão? Quantas, quantas e quantas vezes? Foram muitas. Mas sabe o que eu aprendi no meio as tantas suposições banais que criei dentro da minha mente? As coisas não vão acontecer do meu jeito só porque é a minha vontade. Ela não vai prevalecer sempre, na verdade, quase nunca. Aprendi que no meio das dezenas de pessoas que me cercam, vai ser difícil encontrar alguma que atenda as minhas vontades melosas e dramáticas. Aprendi que não devo ficar me lamentando pelo que não aconteceu. Aprendi que não devo exigir amor, carinho e atenção de ninguém. Quem quer amar e dar atenção faz isso espontaneamente, sem imposições. Aprendi, enfim, que nunca vou me encontrar em um estado emocional perfeitamente equilibrado a ponto de não chorar e não sentir dor. Aprendi a aceitar esse meu jeito dramático demais. Carente demais. Chorão demais. Eu demais. Muito eu. Isso.”
Maravilhoso é ter esse amor todo dentro de mim. Sim, eu sou uma mulher virtuosa por tê-lo de forma tão grandiosa. O amor. A vontade de ajudar. E daí que eu me machuque? Como dizem as sagradas escrituras: Ainda que eu falasse a língua dos anjos, se não tivesse amor, de nada adiantaria. Uma virtude tão linda que não tem dinheiro que compre. Eu não venderia. Por nada. Amo amar. Quanta redundância dentro de duas palavras. Mas é isso. Amo amar. De uma forma linda e indescritível. Amo ter esse espírito solidário palpitando dentro de mim. Palpitando tão forte que me faz ficar ofegante. Sem ar. Amor demais. Isso que tenho dentro de mim. Será um problema? Será um defeito? Não sei. Mas prefiro me apegar ao lindo conceito que diz ser uma virtude. E sempre estarei apegada esse princípio. De que, sem amor, não sou nada. Nem ninguém.
Nas tentativas de compreensão a cerca do amor, decidi não me esforçar pra entender essa coisa. Amor não se explica. Se bem que ainda se encaixa em algumas palavras. Mas nunca é suficiente. Amor, na verdade, não precisa, necessariamente, ser pronunciado aos quatro cantos do mundo. Amor, a gente sente. A gente sente o coração acelerar. A gente sente a necessidade, quase incontrolável de proteger a pessoa amada. Livrar dos males todos do mundo. Mas que bobagem. E daí? Amor é um sentimento quase que indescritível. E clichê. Mas a gente ainda escreve sobre ele. A gente escreve porque sente. E essa gente mal-amada. Deixa pra lá. Não tem essa. Todo mundo precisa de amor. Nem que seja um pitadinha só. Essa pitadinha pode mudar uma vida inteira. Amor muda, invade, preenche, alegra, entristece, mas acima de tudo, sobrevive.
nossos desejos se tornem reais por intermédio do nosso esforço em buscá-los. Que entendamos o sentido da vida, que, com toda certeza é pra frente. Então que olhemos pra frente. Que entendamos também que o coração engana. E que as pessoas não nos amam simplesmente porque abrem a boca e dizem isso. Quem nos ama, age como quem realmente nos ama. Que vivamos aquilo que falamos. Que sejamos nós mesmos, não se importando com opiniões imbecis de alguns. Mas que também saibamos aceitar críticas que nos acrescenta. Olha meu bem, como diriam os Titãs: "é preciso saber viver". Então vive direitinho. Vive intensamente, mas sabendo dos limites. Sorria. Ame. Pule. Grite. Chore. Cante. Dance. Mas vive. Vive de verdade.
"Gosto de pássaros. Gosto de borboletas. De alguma forma eles me encantam. Talvez por transmitirem um ar de ingenuidade incrível. Talvez por apresentarem tamanha beleza. Talvez por serem essencialmente lindas. Não sei. Mas o que me fascina nos pássaros mesmo é a liberdade que têm. Liberdade incomparável a qualquer outra. Apesar de que, vez em quando, aparece um otário e os prende em uma gaiola. (Que Deus entre em providência para com esses delinquentes). Mas a liberdade dos pássaros me faz sentir inveja deles. Poxa, eles podem voar pra bem longe quando as coisas ficam difíceis. Óh meu Deus, queria eu ter a liberdade dos pássaros."
❝ Sinto uma espécie de alegria inexplicável habitar dentro de mim. É como estar voando. Realmente me sinto como um pássaro. É como poder voar pra onde eu quero. Como me sentir livre. Um sentimento de liberdade. Mas, é claro, tudo no seu limite. Não se explica ao pé da letra esse tal sentimento. Mas se ele pode me ouvir, quero dizer-lhe que permaneça comigo sempre. Suplico que não vás em embora de dentro de mim.
Essa noite me peguei foleando um caderno velho que vi jogado pelo meu quarto. Notei algumas folhas em branco despertaram em mim um desejo imenso de preenchê-las com palavras. Palavras vindas de dentro de mim. Na verdade, folhas em branco me enchem os olhos. Me fascinam. Já que há algum tempo não escrevia sobre nada, resolvi por em linhas paralelas alguns dos meus sentimentos. Percebi que nos momentos que estou triste e melancólica tenho mais facilidade em escrever. As palavras fluem mais naturalmente. Mas quando estou feliz quase não escrevo. Talvez por falta de palavras, ou por não saber explicar o tal sentimento chamado felicidade. Me fiz, então, uma pergunta: “ O que é realmente ser feliz ? ” Gradativamente surgiram palavras na minha mente que formaram a resposta para tal pergunta. Respondi, então, interiormente, transcrevendo na folha de papel : Bom, para mim, felicidade, primeiramente, é um estado de espírito. Ser feliz é encontrar graça em cada aroma, em cada pétala de rosa, em cada pelo sorriso, no brilho de um olhar, na intensidade de um abraço, na preciosidade da natureza, o barulho do vento, a cantoria dos pássaros, o balançar das árvores. (Suspirei). Ser feliz é valorizar cada segundo de vida como se fosse o último. Ser feliz é reconhecer que a vida não é um mar de rosas, mas ter certeza de que cada lágrima derramada representa um degrau dessa longa vida que você está subindo. Resumidamente, ser feliz não é nada mais nada menos do que, simplesmente, saber ser feliz.
sincera, dedicada e apaixonada pela vida, e acima de tudo verdadeira, sentimental e orgulhosa. Seu maior sonho é simples, ser feliz e ter quem ama ao teu lado, nn tem quando vc acha que nada mas dá crto? Sou eu nesse momento só mantendo a fé e deixando acontecer, esperando por coisas que talvez nunca aconteça :/ Daqui pra frente só qero ser feliz, aproveitar o máximo dos meus amigos, aproveitar cda momento, ser feliz sem pensar no antes ou no depois, vou aprender a viver o agora. A vida tem essas de altos e baixos! Um dia cê tá lá em cima, no outro dia cê tá mais fundo que o chão, mas pra tdo tem solução deus nn te dá problema sem solução. Eu… só estou aprendendo com cada erro meu e cada sofrimento.
Seja uma pessoa melhor, dê o melhor de si, explore ainda mais os teus dons, use mais o teu lado espontâneo e generoso, controle mais os teus defeitos... seja amanhã uma pessoa melhor do que foi hoje.. Não pelos outros, mas sim por você mesmo.
O segredo para viver bem é viver cada dia como se fosse o último, dar sempre o melhor de si em tudo o que for fazer e principalmente agradecer a Deus por tudo no final do dia.
Ame.. ame a sua família, os seus amigos, a sua sala, o seu quarto, a sua casa, as suas roupas, os seus animais, o seu cabelo, a janela, o sol... ame, não importe o que, mas ame algo. Pois a vida passa a ter mais sentido quando amamos.
Certas pessoas tem um dom: esconder a tristeza, por que sabem que nao e um trofeu pra sair por ai exibindo.
eu adoraria te ter aqui comigo, não agora mas sim para sempre :/ 1 month :'( quanta saudade :////// #triste J.F
“Acordo todos os dias com a intensão de que vai ser diferente. E no iniciar do dia, até parece estar sendo diferente. Coloco músicas altas para tocarem, levanto-me da cama junto com o astral. Faço meu café, escovo meus dentes, tomo um banho, um banho que lava até a alma. Aquele que a água que escorre pelo ralo, escorre junto o baixa astral e todo o pessimismo. Depois disso, retorno a cozinha — ainda com um sorriso no rosto — pego minha próxima xícara de café e retorno ao meu recanto, meu ápice de tristeza e baixo astral, meu quarto. Meu maldito quarto. Sento-me na minha cadeira confortável e ali fico, com meus livros, computador e minha xícara de café. O livro, não muito bom, começa a me dar sono, o computador não vejo mais graça e o café, ah o café acabou. E a rotina começa mais uma vez.”