Poemas sobre o Verão
Tudo que eu quero
Tudo que eu quero
É poder ver a sua beleza, como em um dia de verão
Tudo que eu quero
Sentir-te com tal profundidade
Tudo que eu quero
Onde a vida se pareça como uma bela paisagem
Tudo que eu quero
Passar vários dias com você
Tudo que eu quero
E não esconder os meus sentimentos por você
Tudo que eu quero
É te revelar o quão belo é o seu olhar
Tudo que eu quero
Ver-te sorrir
Tudo que eu quero
É estar com você
Outras vidas
Cabelo ao vento
Tão linda minha gata na beira do mar
Como o verão (verão)
Bem vinda
Seus olhos loucos pra chorar
Marcas de batom pelo corpo
Sorriso da mina mais linda ao meu lado
Era tão perfeito
Antes de você eu vivia um sufoco
Eu era tão louco, é cê nem imagina
Que eu te desejo assim como a areia da praia se sente amada e deseja o mar
Ao passar do tempo eu paro o momento e bem de mansinho eu faço ele voltar
Pra te encontrar
Pra te encontrar
Ler e escrever poemas em seu corpo
Você é poesia, me tira do poço
Penso direto nós dois em uma ilha, você e a maresia me deixando louco
Vem me encontrar
Vem me encontrar
Vem me encontrar
Vem me encontrar
Corpo de mel
Boca de maçã
Olhos avelã
Sabor hortelã
Fã de Djavan
Me tirou de baixo
Mudou minha vida
Me fez dar um salto
E eu pulo tão alto
Que eu toco o céu
Embaixo dos lençóis
Fazia tão bom
Ouvindo o som
Do mar que nos faz
Querer sempre mais
Vai vem me dar um filho
Eu sou seu destino
Você é o meu carma
Vem de outras vidas
Se não viesse eu te buscava
Buscava, buscava
Então vem me encontrar
Ou vou te buscar
É, vem me encontrar
Ou vou te buscar
Vem me encontrar
Ou vou te buscar
Eu me apaixonei por ela no verão, minha linda garota de verão
De verão ela é feita, minha linda garota de verão
Eu quero muito passar um inverno com a minha linda garota de verão
Mas nunca me aqueço o bastante para a minha linda garota de verão
É verão quando ela sorri, fico rindo como criança
É verão nas nossas vidas; vamos fazê-lo durar
Ela guarda o calor, a brisa do verão no círculo da sua mão
Ficarei feliz com este verão se for só o que tivermos
foi em 30 de Novembro,numa tarde de verão
conheci uma menina do interior desse mundão.
os meses foram passando e a amizade aumentando
criamos um laço como família,mais quem imaginaria
que viesse a se tornar parte de mim um dia
Nos beijamos e eu me apaixonei,bagunçou a minha vida de vez
foi amor de pele e desejo de alma, comecei a te ver como a mulher que sempre sonhava
sofrer de amor era o que menos queria
mais quem nunca sofreu um dia
conheci dos seus medo e voce dos meus defeitos
parecia que um completava o outro de algum jeito.
mais outro em sua vida já existia
e como sair dessa agonia
pensei em te deixar,mais esse amor perturbava
decidi continuar na estrada.
Estrada longa eu sei,mais valia a pena pelo amor que sempre sonhei
sofri muito a indecisão,e chorei muitas vezes no quarto com o joelho no chão.
Essa e a previa de uma historia de paixão,
talvez um dia eu venha a contar o final numa melhor situação.
"" Podem me colocar algemas
mesmo inerte, verão em meus olhos a resistência
não cederei aos que maculam nas sombras da noite
e seguirei como luz que busca a esperança
não me roubarão as vitórias que irei conquistar
nem me aprisionarão em pequenos albergues
quero a busca de dias melhores
quero irmãos de fato se amando
quero cores, vibrantes pinturas a enfeitar meus arranha céus
posso passar como música suave, mas sempre baterei meus tambores avisando a todos um novo amanhã
e se amanhã for a vez das minhas cinzas
que elas adubem algum jardim
não quero simplesmente ser amor,
mas espinhos para cutucar a mesmice de quem fica olhando
e só quer colher a flor...
Trago... •*¨*•
O coração dormente
Das saudades de ti
Ainda há uma réstia
Do verão passado
Tu ainda choras
E ainda gritas •*¨*•
Ainda és primavera.
Me adianta essa aí
- Ai horário de verão se adiantar é fácil eu quero ver se você me adiantar uma mina que seja só amor o tempo todo.
Saudade
A saudade que bate aqui no meu peito
É igual a fogo de munturo no verão
Por fora parece que tudo tá do mesmo jeito
Por dentro ardendo como larva de um vulcão.
Essa dor que mata por dentro a pessoa
Sem ter da gente um pouco de piedade,
Essa coisa é boa mesmo que no coração doa
Mesmo sendo uma lembrança é dor de saudade.
A recordação do que foi bom é um aperreio
Saudade do que na vida foi bom e pouco durou
É um desarranjo na mente, que faz da vida devaneio
Lembrar daquilo que na vida já passou.
Saudade é canção que fez parte do passado
Dói no coração de quem sente
Mas é bom ouvir mesmo que sinta o peito magoado
Eco nos tímpanos como uma coisa presente
Dilúvio de amor
O meu amor é uma chuva de verão que alimenta a terra do coração florescendo a alma que vive cheia de paixão.
Foram apresentados
Ele poeta
Ela pintora
O encontro foi breve
No verão de 1996
Susan vivia numa simpática casa
junto a serra da mantiqueira
um local paradisíaco
Foi por essa altura
que ela começou a receber a visita regular
daquele poeta que conhecera três anos antes
Ficavam abraçados no tapete da sala
bebiam chá
e ficavam a olhar um para o outro
calados ou falavam de coisas da vida
trocavam idéias...
Desses encontros nasceu o amor
O poeta absorvido na sua maneira de falar, de andar,
o jeito de vestir
Ouvi-a em silêncio
lia seus pensamentos
Entre elas havia uma comunhão de almas
O tempo passou
O poeta ficou famoso
As duas almas que em tempos se amaram
separaram-se
Ela foi sucumbindo e ficou no esquecimento
Ficou as lembranças do passado
de momentos eternos
de um entendimento profundo e de uma tristeza e nostalgia
encontrados na poesia
O amor que vai
O amor lhe vem
Como uma brisa de verão.
Chega sem que o note,
Repousa em seu peito,
Lhe rouba tudo o que conhece.
Diz que vai embora,
Porém não tem como partir.
Por que se então ir
Irá levar-te com ele por onde for.
É fácil, nos dias de primavera ou verão, deportar esse espectro das marés violentas, para as extremas fronteiras das nossas compaixões, pois somos como o rio, ele, também, tem suas lástimas... Suas águas são luminosas. Mas, quando o sol se afasta, ao findar do dia e o crepúsculo chega, com suas noites geladas, suas mágoas são profundas... Ele sente sua fragilidade, ao ver os barcos ancorados e tudo se torna nostálgico para aquele rio... Assim, somos nós, sentimos a nossa debilidade, quando a gélida noite chega e nossos dós começam a mostrar-nos a triste cena da escuridão, em nossas vidas... Tudo, então, se torna mais difícil, somos tão frágeis quanto ao rio. Qualquer barulho, nessa obscuridade, transforma-nos em pedaços. Nossos corações se modificam em fragmentos de tristeza, pois a noite é melancólica... Somos como o rio, ele com suas águas estacadas e, nós, com nossos sangues parados em nossas veias, esperando a luz do raiar do sol...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Corre como um Rio"
Memórias de um dia
Mais um dia de verão, ná cidade central de uma grande metrópole pessoas caminham apressadamente, enquanto eu andando calmamente observo o povo passar. Paro no bar de sempre, sento em uma mesa, que se tornou meu lugar preferido para relaxar e por os pensamentos em ordem. Mato minha cede tomando uma gelada. Deixo o bar para caminhar pelas ruas do centro velho.
Caminho pela rua dos livros, procurando algo que valha a pena ser lido, quando um sujeito mal fadado me tira dos pensamentos, tenho vontade de socar-lhe o nariz, por querer divertir-se as minhas custas, mas sigo meu caminho um tanto indignado. Paro no restaurante da esquina, e da mesa onde estou observo uma bela mulher, morena de cabelos pretos longos e lisos, olhos negros e belas pernas, me aproximo puxo conversa como quem não quer nada. Ela uma garota vinda de uma cidade interiorana, que agora está com dificuldades para viver, não tem filhos nem é casada, 28 anos. Poderia fazer feliz qualquer homem de bom senso. Então volto a mim mesmo com meus problemas conjugais e sigo meu caminho.
Volto ao bar preferido, sento em uma mesa, que fica em uma movimentada rua, peço uma cerveja e uma taça de vinho, e trato de muitos assuntos, concernentes a vida, e como a situação de outros países afetará a nossa vida, e essa gente que passa nem se da conta disso.
Volto para minha cidade, que não é uma grande metrópole, más é aconchegante, na porta da estação de trem, entro em outro bar, sento na mesa e observo agora a gente da minha própria cidade... é hora do rush, muitos voltando dos seus afazeres diários, eu peço mais uma gelada, e continuo a refletir.
A vida ainda é boa, apesar de todas as dificuldades, fico pensando na bela mulher que conheci, e encontro forças para prosseguir, e viver mais um dia.
FOI PARA TI
Que desfolhei as flores no verão
Que abri as janelas da alma
Que amei quando não sabia amar
Que a chuva chorava de alegria
Que as palavras eram de felicidade
Que as amoras se tornaram lembranças
Que os umbrais de casa são saudade
Que plantei camélias de várias cores
Que desenhei nas paredes do quarto o teu rosto
Que pintei as rosas do jardim de vermelho
Que amei-te hoje para voltar a amar-te amanhã
Que enganei a morte quando me veio buscar
Foi para ti, só para ti, meu doce amor.
ღღ
2018
E o dia se faz noite
antes que o sol se amoite
É o horário de verão
transgredindo a situação
O sol fica incomodado
sai de cena apressado
Mas antes de sair de cena
com mil cores nos acena...
Boa noite meus bons amigos!!!
melanialudwig
22 de janeiro 2017 ·
CHUVAS E FLORES.
Márcio Souza.
Em meio às chuvas de verão,
Pintando a Natureza de cores,
Trazem paz à Alma e ao coração,
Enchem-nos os olhos de amores!
Márcio Souza.
Hoje termina o horário de verão
todo cuidado é pouco
com o que fazer nesta hora a mais
pode dar um baita azarão
por um motivo meio louco
não seremos o mesmo jamais...
TEU OLHAR
Solstício de verão de minha vida
Luz do firmamento que cega
Reflexo da cor das paixões
Silhueta negra que contorna fronteiras
Inocência flagrada no meninar
Flecha eficaz atingindo seu alvo
Gotas de ternura
Chegaram como a chuva fina de fim de tarde de verão, tão calma era a chuva que veio devagar, não parecia chuva e sim um sussurrar. Vieram como gotas de ternura e um leve perfume no ar. Hoje quando meu caminhar é mais lento, são eles que delicadamente seguram em minhas mãos. Quando alguns vestígios de memórias se perdem pelo caminho, são eles que vem em minha direção. Quando meus olhos refletem as ausências, são eles que brincam nas minhas lembranças com suas presenças. Longe e tão perto, são o tempo e a pausa...imersos no silêncio da noite e envoltos nos meus versos indefinidos e na minha serena solidão!
Não são lembranças de um verão qualquer,
São lembraças de nós dois
E as que lembram do final
Essas eu deixo pra depois
Depois que a noite acabar
Queria eu poder voltar no tempo
Mas pra mudar coisa alguma
Apenas para reviver o que não volta
E novamente guardar tudo que foi de bom
Então escreveria de novo essa torta história
Talvez devesse ter me comprometido um pouco mais
Mas acho que melhor não
E enquanto tudo ja passou
Ainda aguardo sua resposta
Porque eu até acredito nos meus sonhos
Só tenho medo do que pode acontecer
Se eu os tornar reais
Pois é arriscado sair
Desse sonho de juventude
Mas se afinal eu tiver a derradeira chance
o farei...
...e jamais olharei pra traz...