Poemas Vazio
CAIXINHA VERMELHA
Sinto que deverás preencher um vazio que possuo nesta caixinha vermelha
Que trago no bolso esquerdo.
Sinto que eu posso estar te fazendo feliz
ao te dar um futuro
embalado na caixinha vermelha
Passei a limpo (23/08/15)
Deve tá tudo vazio, né? Ela foi pra outra cidade. E você não vai mais poder sorrir. Uma cidade tão bonita como Paris, se tornou tão triste o quanto Recife será pra você? Que bom seria correr pra uma esquina e dar de cara com ela, tirando as cartas no correio. Enquanto você escolhe flores novinhas pra lhe entregar. Eu sei! Eu sei que ela estaria linda com aquele vestido de babadinhos vermelho e essas rosas em seus cabelos cacheados. Mas olha só, meu amigo, você agora precisa jogar essas flores fora e ser um cara forte. Aquele cara durão que você era antes dela te conhecer. Você parecia meio dormindo e ela estava com a vida meio bagunçada. Os dois perdidos juntos só poderia dar isso. Talvez se você arrumasse o seu penteado, poderia encontrar alguém que te achasse engraçado. Mesmo que não chegue à altura dela, vai te deixar um pouco mais calmo. Ou vai te trocar por Madrid. Não vai adiantar sair de casa com essa cara emburrada. As outras pessoas não vão gostar de te ver assim. E você não vai encantar nada e nem a ninguém. E ela? Ela continua bonita e sorridente em Recife ou em Paris. E agora, você triste, não vai te levar a lugar nenhum e nem vai te deixar ao lado dela. Você podia ter comprado essas flores antes. Você se lembra de quando, no último dia, vocês ficaram deitados, tomando aquele vinho barato? Ela te pediu uma razão para que ficasse e você ficou ali, estátua, pra sempre! Agora ela está posando em um outro mundo diferente e você está fora da realidade dela. Agora ela é a sua mulher e você é um garoto barbado qualquer. Você deixou de ser O cara pra ser isso? Fora do seu alcance, você precisa encontrar alguma outra chance de olhar Recife de um jeito melhor. Eu te escrevo e já imagino: Deve tá tudo vazio, meu amigo.
Vazio tão confuso
Um profundo vazio
um vazio profundo.
Sem voce Edna
vazio em nossa casa.
Sei que tudo
é passageiro
como passageiro
é nosso estado de ser.
Nosso lar
lar nosso
nossa casa
casa nossa
que construimos
construimos no amor
amor que controi
constroi revigora no amor
Amor que é familia
familia que é amor
unida no amor
amor que une familia
Parece confuso, mas é assim que estamos.
toda familia unida em preces e orações
por seu restabelecimento
e retorno a lar, nosso lar
lar de amor
lar de familia....
Que tanto amo.
"Tu me leva num lugar sombrio.
Num lugar vazio.
Sem nenhum resquicio de esperança.
O que fazer?
Pra onde correr?
Me mostre a saída dessa aventura tardia!
Irei enlouquecer de tanto sofrer.
De tanto amar.
De tanto te querer.
O que posso fazer para que você compreenda os sinais que sempre estou a te mostrar?
Por acaso, tu não se importa com o meu bem querer?
Tu me levas a morte.
Ao inconsciente mental.
Não percebo mais nada.
Isso me sufoca.
Não posso respirar.
Me falta o vigor que antes tinha.
Tu me mataste de uma forma brutal.
De uma forma fria, mundana.
Sem compaixão neste coração vazio.
Neste coração sombrio."
Vi muita gente indo embora,
Se mudando para outro vazio,
Que em seguida seria preenchido.
Vi muita gente se despedindo,
Outros correndo,
Fugindo,
Com medo de dizer adeus.
Vi imensidões e vi cubículos.
Guardei amores estourados,
Amassados,
Jogados no lixo.
Vi olhares em desertos.
Ouvi o som de estar só.
Sofri um pouco,
Ou pior.
Vi mares em lágrimas.
Retratos de artes inacabadas,
Esquecidas,
Ou simplesmente nada.
Vi Ele, em minha frente.
Um Homem,
Com Magestade
De deus.
Um moço, que me ouviu,
Me tirou, me corrigiu
E me amou, verdadeiramente,
Eu senti.
Senti as batidas de amor,
De um humano,
Nem ciborgue, nem robô.
Quanto amor...
E o melhor de tudo: poder vê-lo,
Em um dia qualquer,
Calor ou FRIO.
Ou nunca mais.
Um frio gostoso na barriga,
Uma aventura quente,
Que não sai da mente,
Nem da boca.
Enquanto vejo pessoas,
Também vejo fins e recomeços,
Alguns traçados,
E outros cheios de desordem.
Principalmente:
Me vejo, na fila do descaso,
Esperando ao lado. Ao seu lado,
Sentada,
Na ladeira dos sonhos bons.
Levantar a âncora, içar as velas
Para quem está sem rumo, perdido na imensidão de um oceano vazio , tome nota : muito se fala sobre amor-próprio , e também da forma como o amor e o ódio andam lado a lado, com os dedos entrelaçados. Como então nunca nos lembramos de falar do irmão pirateado e obscuro dele ? O ódio-próprio,ele existe,com nome e sobrenome , é tão forte quanto o primeiro e fazem um belo duelo, de um lado a autoestima do outro a autocobrança , vence qual for mais cultivado. E os cultivamos ,sem perceber, sempre que caímos em um mar de pensamentos à deriva da emoção do momento; ninguém pode te machucar mais do que vc mesmo. Acerte a bússola, tome o leme !
Árido
Eu estou vazio,
Todo o mundo ecoa
Dentro de mim.
O mesmo som que entra,
Sai sem tocar em uma gota de sangue.
Saem apressados,
Pelos olhos anestesiados,
Pelos ouvidos exaustos.
E são levados pelo vento.
Nada floresce,
Mas ao menos,
Não há nada para estragar.
Mas existe uma sensação
De que algo poderia mudar.
E isso entoa ameaça para minhas mazelas,
Que em raiva atiram-me ao chão.
E as enfermidades da terra árida são tantas,
Que cada golpe de enxada
Parece só fazer um novo buraco sem sentido.
Os anos são lentos como sementes,
Principalmente quando se aprende a senti-los com os dedos.
E para de vê-los passando com os olhos.
Mas realmente é difícil,
Sentir o pesar dos anos nas costas,
Mas imaginar com ternura
Que ainda são poucos!
E não senti metade do que há em mim,
Pois sou poeta.
Poema:
Lagrimas ao Vento
Sinto um vazio em meu peito,
Sinto a dor de sua partida,
Não era para ter ido sem mim
Vou sentir vontade de te amar
É por você que derramo lágrimas
É por você que acordo todo dia
Eu te preciso, perto de meus olhos
Perto do aquecer do meu coração
Vinde conquistar nossos planos
Nossos filhos, nosso sonho de voar
Vinde, estou a sua espera,
Corra, pule em meus braços
Deixe o sentimento falar por nós
Entenda que nosso amor é o maior
O querer es o desejo de te-la
Então fico a contar as estrelas
Amanheça no meu amanhecer
Todas as manhãs de manhã
Então quis assim o destino,
Segure a minha mão para não soltar
Agora temos nossa sanidade
Temos o incomum cravado pela saudade
Agora é viver cada forma de amar
Apenas amando um ao outro todo dia.
a solidão doe no peito
o vazio dessa vida é estranha...
sinto falta de você...
e lembro a ultima vez que falamos,
você me disse que estava sendo pedida em casamento,
ao mesmo que nos separa é distancia
calo me na solidão dos meus pensamentos...
deitado no sofá a tarde se passa num ador estranho
dos meus sentimentos vejo seu desespero
por estar só mais mesmo tudo voa
num espaço enorme virtual não sei mais que esperar...
a dor tomou conta de nossos corações
olho tento ter algo que nunca tive
no abito desde mundo.
A noite chegou e eu
Estou aqui pra te ver
Aquela que foi e não
Voltou o salão esta
Vazio sem você
Mas sinto de tudo sua
Falta , volta pra mim
A nossa letra a nossa historia
Você em silencio vi e to aqui
Eu não dormi pensando em ti
não acordei por estar aqui
Sem dormir
Deitarei em seu peito no
Pensamento descansarei
Mas se voltar me conte
Sua história
Sinto um vazio dentro do meu coração, que jamais poderá ser preenchido. Parece que a cada momento ele aumenta, gerando uma onda de desespero diante deste abismo. O medo não me permite sair dele e não consigo encontrar algo em que possa preenchê-lo.
Me sinto como um escravo da caverna, onde vejo o reflexo da realidade, mas estou acorrentado e não consigo gritar por ajuda. A tristeza e a frustração pessoal conseguem me colocar mais abaixo do que já me encontro, e não vejo razões para que eu me sinta motivado a sair.
Hoje tenho muitas coisas, mas nenhuma delas têm as chaves das correntes que podem me libertar. A solidão ainda está comigo, me acompanhando desde sempre, como um monstro infernal que ousa sempre gritar dentro da sua cabeça, dizendo tudo o que não deseja ouvir.
Não adianta correr, se esconder ou querer enfrentar. O meu esforço ainda é bastante pequeno comparado ao precipício de trevas que estou diante.
Hoje sinto falta de um abraço, um carinho, um cafuné, um beijo quente, outro corpo, felicidade ou algo que eu sinta esse breu sendo iluminado e consiga enxergar o meu caminho para a verdade.
Entre risadas e sorrisos
Copo cheio e o coração vazio
No bar procuro abrigo
A dor é sempre um desafio.
Garçom, mais uma, por favor
Que hoje eu quero esquecer
Não tenho um grande amor
Para amenizar o meu sofrer.
Todos ao redor começam a me olhar
O que faz uma moça nesse bar?
A resposta, meus amigos, é angustiante
Sou nova mas minhas dores são de gente grande.
meus olhos estão cansados...
minha lagrima se cansaram
no precipício... o vazio.
ninguém compreende,
tantas palavras no meu silencio...
nada pode agradar ou tem graça...
sorrir sem entender porquê...
tento controlar minha mente...
tantos espaços vagos...
nada tem explicação...
apenas as complicações
dessa vida de tangentes
no ardi o sufocante ador singular.
Vazio
Me Carregou e me protegeu com tudo o que tinha.
Eu Sempre Tentei te alcançar,mas você sempre foi tão rapida.
Entrava em mundos estranhos por mim.
Eu sempre fiquei para Trás.
Só que agora finalmente te alcançei.Posso até dizer que te deixei um pouco para Trás.
Noite fria.O sereno chega vagaroso, tudo indica o vazio no ambiente. Deitada na cama, ainda sinto leves ritmos em meu coração.
lembrei do amor, cujo o nome tem audácia da escolha, sem consultar.
Desvia o olhar, somado a razão do coração.
E assim, se constrói parte da vida.
Que modéstia a minha, faz sentido.
Copo vazio
Como eu posso encher um copo vazio
Nesta minh’alma vazia
Se tudo que me restou, são lágrimas...
Mundo cruel.
horizonte do meu coração vazio
sem sentimento acordei em poço de angustias...
amplitude obscura de minha alma solitária,
que opção tenho nos tecidos do tempo,
por mais que sonhe ou viva sempre será minha vida...
no meu profundo sou monstro sem vida ou sentimento...
chorar, deixar a dor no parador apenas um enigma...
o mel do teu amor despejado no meu coração.
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E pensar que somos uma arvore com flores, num deserto de cores…
O MUNDO ANDA TÃO VAZIO DE TUDO.
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