Poemas sobre Rios e Lagos
"" Na gola da vida
os ventos passam
varrem tudo e assolam
rios se insinuam para as montanhas
estranhas criaturas que se vestem de verde
mas uma a uma amarelam
é outono
caem gélidos para falecer, no terreno frio das incertezas
hoje é o broto
que não nasceu
amanhã a sem mente
que floresceu
depois o doente terminal
afinal, por que temos que partir
e deixar tudo que fizemos florar
sem antes aprendermos o que é de fato amar...""
NOITES CHUVOSAS
A chuva só é boa para as árvores, plantas,plantações, fontes, rios e riachos. Toda a natureza. Já dormi numa rodoviária em noite fria e chuvosa, não tem nada de bom nisso. Pense bem, a varias pessoas nesse exato momento desejando que a chuva pare pra poder ter uma boa noite de sono.
"O Amor verdadeiro transcende o tempo;As muitas águas não poderiam apagar o Amor, nem os rios, afogá-lo;As muitas águas e os rios são símbolos da tempestades e vendavais da Sagrada Vida;Allah Hu Akbbar.
O Amor vence todas as tempestades...Nada pode detê-lo! Macktub.
O Amor verdadeiro não acaba, transcende o tempo e permanece inalterável e inabalável por uma Vida inteira;O Verdadeiro amor é único;Ele suporta todas as intempéries da Vida, todas as avalanches e tempestades, supera as adversidades e não se enfraquece.;Ele é o consolo na dor, enxuga as lágrimas, anima nos fracassos, é bálsamo na angústia;Inshallah.
O Amor não é cego às fraquezas, mas é sensível às debilidades;Caminha junto, sustenta, apoia, vence;Mash Allah.
O Amor em sua essência é capaz de realizar as mais importantes mudanças no Ser humano;Tenho
A luz da manhã é irradiada pelas montanhas e rios, paisagens que não nos deixa ficar sem apreciar a beleza nataral e o cheiro das flores .Alguns nuvens cruzam o céu azul puro nervoso. A vida não leva em conta as vezes que respiramos, mas pelos momentos que deixam você sem fôlego.
. Eu não quero que meus sonhos desaparecem como confete antes de tentar torná-los realidade.!!
..
A história prossegue...
(garimpeiros nos rios, veículos nas estradas, líderes nos eventos, astros na trajetória, todos alcançáveis, inabaláveis...)
Entre outras a nossa...
...este amor acontecendo!
Ventos aos rios,
Riu aos ventos,
Como as águas
Vou correndo,mas
Sem me preocupar
Com o tempo,
Nas mãos de Deus
Sigo sem me afligir com
O sereno,garoa ou mal tempo.
RIO DOCE
Sou um poeta que ama
Os rios, toda a natureza;
E quando ela reclama
E sofre perdendo a beleza,
Eu também me emociono
Ao ver o estrago da lama.
Ao rio fizeram algo insano
Restando a muitos o drama
De ter a vida atingida,
Trazendo sofrimento e dor,
Com peixes e gente afligida:
Índio, cidadão, pescador.
E agora não tem mais curimba
Cascudo, mandi ou dourado.
Cavar um poço, cacimba,
O estrago será demorado.
E tudo isso pela ganância:
A exploração do minério.
À vida não dão importância,
Não levaram o Rio a sério.
E quando estouraram barragens
Contendo rejeitos de ferro
A seca acabou com as forragens
A natureza dando berro
Gritando, pedindo socorro
E tudo isso deixa tristeza
“Me ajude, ou se não eu morro!”
A fauna e a flora em fraqueza.
Quando será que veremos
A vida em nosso Rio Doce?
E de su’água beberemos?
Achamos que piorar não fosse.
E agora temos que chorar
No velório de nosso rio
E a lama também vai ao mar
Só de pensar dá calafrio.
Agora é viver com os transtornos
Até que tudo isso acabe
Preservar dos rios os entornos
E que mais lama não desabe.
Beto Costa, Baixo Guandu-ES – 19/11/2015 (17h42 e 20h14)
Caia chuva generosa,
transborde nossos tristonhos rios,
as nossas folhas enferrujadas despetale,
tua aguada é sempre bondosa,
dispa nossa alma dos rancores sombrios...
Sede fonte que purifica nossos males...
mel - ((*_*))
Salmo 137
1 Junto aos rios da Babilônia nós nos sentamos e choramos com saudade de Sião.
2 Ali, nos salgueiros, penduramos as nossas harpas;
3 ali os nossos captores pediam-nos canções, os nossos opressores exigiam canções alegres, dizendo: "Cantem para nós uma das canções de Sião!"
4 Como poderíamos cantar as canções do Senhor numa terra estrangeira?
5 Que a minha mão direita definhe, ó Jerusalém, se eu me esquecer de ti!
6 Que me grude a língua ao céu da boca, se eu não me lembrar de ti e não considerar Jerusalém a minha maior alegria!
7 Lembra-te, Senhor, dos edomitas e do que fizeram quando Jerusalém foi destruída, pois gritavam: "Arrasem-na! Arrasem-na até aos alicerces!"
8 Ó cidade de Babilônia, destinada à destruição, feliz aquele que lhe retribuir
o mal que você nos fez!
9 Feliz aquele que pegar os seus filhos e os despedaçar contra a rocha!
O mundo quer ser acarinhado,
quer que cuidemos de suas matas,
seu ar, seus mares e rios...
Ele retribuirá o carinho fornecendo vida!
"Vida em abundância"
A cidade está um trapo
Tudo acabado
Lixo derramado
Posas de esgotos entupidas
Rios de desgraça a todo canto
Um, dois, três
Já morreu mais alguém
Tudo isso foi causado por nós
Culpados soltos
Destruidores, vândalos
Queremos parar, então acabe já!
Enquanto olhos ingênuos contemplam o céu
Outros sedentos dos bens que a Terra produz
Destroem rios, sorrisos e selvas
Sem ver o direito de todos aos frutos que brotam do chão
TEMPOS
Passado Pantanal:
Conjuntos de plantas verdes
Aromáticas e de animais
Belos. De rios sem sede.
Uma beleza sem igual!
Com aves coloridas e exóticas.
Paisagem florida e bucólica.
"In natura"!
Alto astral!
Presente Pantanal:
Conjunto de plantas secando.
Drogadas de ópio e chorando.
Vítimas do vinhoto mortal!
De animais em extinção e doentes.
De rios morrendo de sede.
De aves sem canto.
Que desencanto.
Funeral!
Futuro Pantanal:
Conjunto de plantas mortas
Asfixiadas pela poluição.
De animais em estado
De putrefação!
De rios falecidos, sem peixes
E sem jacaré
Que virou exportação!
De aves sem vida
Caídas no chão!
Futuro Pantanal:
Outrora, resto do Oceano Pacífico,
Era tão belo e tão pacífico.
Transcendental!
Tornou-se um resto da insanidade
De um povo estúpido e covarde!
Futuro Pantanal:
Mortalha natural!
Colosso de épocas passadas.
Tornou-se apenas "Pantanada"!
E, por culpa dos homens,
Mais nada!
Percival Percigo Gomes
BEM-VINDO
Deixei a minha solidão
Pelos rios do inverno
Onde seguiam ferozes
Os meus pensamentos
Senti o murmúrio a delirar
Era o verão que já tinha
Chegado ao meu coração
Olhei para o céu, senti o mar
Agradeci ..bem-vindo seja o verão.
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Se os pequenos riachos se transformam em
grandes rios, porque não transformar nossas
pequenas tarefas em grandes obras.
Ananéosi.
Assim como a água dos rios se renova a cada instante assim também se renova o meu coração em cada gota de amor.
“Tenho o direito de fechar os olhos, estancar a dor
E navegar os rios que fluem na direção dos afagos dos ventos.
E também, o direito à posse daquilo que não pertence à solidão.
Não sei como, mas as cicatrizes se acendem de noite
Fazendo brilhar as gotas dos instantes que transparecem
Nos vidros da memória. Talvez pela razão da chuva.
Procuro o silêncio que me ajude a diluir os fatos
Sem despertar a piedade daqueles que festejam quase adormecidos.
Minhas mãos precisam calar-se antes que a manhã chegue
Trazendo a esperança que não lhes pertence.
O brilho da estrela que me orvalha é triste. Sorrio e tento me aquecer”.
DOIS RIOS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Eramos como dois rios perdidos
Correndo por caminhos diferentes
Chegando a distantes portos
Levando os miseros mortos
Na furia de nossas enchentes
Expandiamos pelos vales floridos
Cortando os montes em dois
Saltando das altas cachoeiras
E esculpindo nas pedreiras
A estoria que todos leriam depois
E diante de nosso furor
Na nossa briga contra os vendavais
Derrubamos todos os abrigos
Os monumentos mais antigos
E encurralamos os animais
Mas como dois rios perdidos
Convergendo para o mesmo caminho
Nos abracamos no encontro das aguas
E nos entregamos nos beijos da aguas
E acostumamos com o carinho
E agora somos dois rios unidos
Que se tornou um rio bem maior
E para o balanco das ondas do mar
Seguimos aprendendo a se dar
E assim conhecemos o amor
E assim hoje mais tranquilos
Somo dois rios morando no mar
E assim hoje mais unidos
Nao podemos mais nos separar
© 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP)
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