Poemas sobre Rios e Lagos

Cerca de 862 poemas sobre Rios e Lagos

"" Na gola da vida
os ventos passam
varrem tudo e assolam
rios se insinuam para as montanhas
estranhas criaturas que se vestem de verde
mas uma a uma amarelam
é outono
caem gélidos para falecer, no terreno frio das incertezas
hoje é o broto
que não nasceu
amanhã a sem mente
que floresceu
depois o doente terminal
afinal, por que temos que partir
e deixar tudo que fizemos florar
sem antes aprendermos o que é de fato amar...""

Inserida por OscarKlemz

NOITES CHUVOSAS

A chuva só é boa para as árvores, plantas,plantações, fontes, rios e riachos. Toda a natureza. Já dormi numa rodoviária em noite fria e chuvosa, não tem nada de bom nisso. Pense bem, a varias pessoas nesse exato momento desejando que a chuva pare pra poder ter uma boa noite de sono.

Inserida por AndersonCastanha

Hoje
eu chorei,
chorei pelos dedos,
rios de letras
que desaguaram
numa folha branca
de papel.

Inserida por letrifinitado

"O Amor verdadeiro transcende o tempo;As muitas águas não poderiam apagar o Amor, nem os rios, afogá-lo;As muitas águas e os rios são símbolos da tempestades e vendavais da Sagrada Vida;Allah Hu Akbbar.
O Amor vence todas as tempestades...Nada pode detê-lo! Macktub.
O Amor verdadeiro não acaba, transcende o tempo e permanece inalterável e inabalável por uma Vida inteira;O Verdadeiro amor é único;Ele suporta todas as intempéries da Vida, todas as avalanches e tempestades, supera as adversidades e não se enfraquece.;Ele é o consolo na dor, enxuga as lágrimas, anima nos fracassos, é bálsamo na angústia;Inshallah.
O Amor não é cego às fraquezas, mas é sensível às debilidades;Caminha junto, sustenta, apoia, vence;Mash Allah.
O Amor em sua essência é capaz de realizar as mais importantes mudanças no Ser humano;Tenho

Inserida por HELDAREIS03

A luz da manhã é irradiada pelas montanhas e rios, paisagens que não nos deixa ficar sem apreciar a beleza nataral e o cheiro das flores .Alguns nuvens cruzam o céu azul puro nervoso. A vida não leva em conta as vezes que respiramos, mas pelos momentos que deixam você sem fôlego.
. Eu não quero que meus sonhos desaparecem como confete antes de tentar torná-los realidade.!!

..

Inserida por ssolsevilha

A história prossegue...
(garimpeiros nos rios, veículos nas estradas, líderes nos eventos, astros na trajetória, todos alcançáveis, inabaláveis...)
Entre outras a nossa...
...este amor acontecendo!

Inserida por KATYROSANE

Ventos aos rios,
Riu aos ventos,
Como as águas
Vou correndo,mas
Sem me preocupar
Com o tempo,
Nas mãos de Deus
Sigo sem me afligir com
O sereno,garoa ou mal tempo.

Inserida por RenatoCleiton

RIO DOCE

Sou um poeta que ama
Os rios, toda a natureza;
E quando ela reclama
E sofre perdendo a beleza,

Eu também me emociono
Ao ver o estrago da lama.
Ao rio fizeram algo insano
Restando a muitos o drama

De ter a vida atingida,
Trazendo sofrimento e dor,
Com peixes e gente afligida:
Índio, cidadão, pescador.

E agora não tem mais curimba
Cascudo, mandi ou dourado.
Cavar um poço, cacimba,
O estrago será demorado.

E tudo isso pela ganância:
A exploração do minério.
À vida não dão importância,
Não levaram o Rio a sério.

E quando estouraram barragens
Contendo rejeitos de ferro
A seca acabou com as forragens
A natureza dando berro

Gritando, pedindo socorro
E tudo isso deixa tristeza
“Me ajude, ou se não eu morro!”
A fauna e a flora em fraqueza.

Quando será que veremos
A vida em nosso Rio Doce?
E de su’água beberemos?
Achamos que piorar não fosse.

E agora temos que chorar
No velório de nosso rio
E a lama também vai ao mar
Só de pensar dá calafrio.

Agora é viver com os transtornos
Até que tudo isso acabe
Preservar dos rios os entornos
E que mais lama não desabe.

Beto Costa, Baixo Guandu-ES – 19/11/2015 (17h42 e 20h14)

Inserida por roberto5costa

Caia chuva generosa,
transborde nossos tristonhos rios,
as nossas folhas enferrujadas despetale,
tua aguada é sempre bondosa,
dispa nossa alma dos rancores sombrios...
Sede fonte que purifica nossos males...

mel - ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

Salmo 137

1 Junto aos rios da Babilônia nós nos sentamos e choramos com saudade de Sião.
2 Ali, nos salgueiros, penduramos as nossas harpas;
3 ali os nossos captores pediam-nos canções, os nossos opressores exigiam canções alegres, dizendo: "Cantem para nós uma das canções de Sião!"
4 Como poderíamos cantar as canções do Senhor numa terra estrangeira?
5 Que a minha mão direita definhe, ó Jerusalém, se eu me esquecer de ti!
6 Que me grude a língua ao céu da boca, se eu não me lembrar de ti e não considerar Jerusalém a minha maior alegria!
7 Lembra-te, Senhor, dos edomitas e do que fizeram quando Jerusalém foi destruída, pois gritavam: "Arrasem-na! Arrasem-na até aos alicerces!"
8 Ó cidade de Babilônia, destinada à destruição, feliz aquele que lhe retribuir
o mal que você nos fez!
9 Feliz aquele que pegar os seus filhos e os despedaçar contra a rocha!

Inserida por 1bibliasagrada

O mundo quer ser acarinhado,
quer que cuidemos de suas matas,
seu ar, seus mares e rios...
Ele retribuirá o carinho fornecendo vida!
"Vida em abundância"

Inserida por CikaParolin

A cidade está um trapo
Tudo acabado
Lixo derramado

Posas de esgotos entupidas
Rios de desgraça a todo canto
Um, dois, três
Já morreu mais alguém

Tudo isso foi causado por nós
Culpados soltos
Destruidores, vândalos
Queremos parar, então acabe já!

Inserida por NatanaelVictor-12

Enquanto olhos ingênuos contemplam o céu
Outros sedentos dos bens que a Terra produz
Destroem rios, sorrisos e selvas
Sem ver o direito de todos aos frutos que brotam do chão

Inserida por Yosefmax

TEMPOS

Passado Pantanal:
Conjuntos de plantas verdes
Aromáticas e de animais
Belos. De rios sem sede.
Uma beleza sem igual!
Com aves coloridas e exóticas.
Paisagem florida e bucólica.
"In natura"!
Alto astral!

Presente Pantanal:
Conjunto de plantas secando.
Drogadas de ópio e chorando.
Vítimas do vinhoto mortal!
De animais em extinção e doentes.
De rios morrendo de sede.
De aves sem canto.
Que desencanto.
Funeral!
Futuro Pantanal:

Conjunto de plantas mortas
Asfixiadas pela poluição.
De animais em estado
De putrefação!
De rios falecidos, sem peixes
E sem jacaré
Que virou exportação!
De aves sem vida
Caídas no chão!
Futuro Pantanal:
Outrora, resto do Oceano Pacífico,
Era tão belo e tão pacífico.
Transcendental!
Tornou-se um resto da insanidade
De um povo estúpido e covarde!
Futuro Pantanal:
Mortalha natural!
Colosso de épocas passadas.
Tornou-se apenas "Pantanada"!
E, por culpa dos homens,
Mais nada!

Percival Percigo Gomes

Inserida por PercivalGomes

BEM-VINDO

Deixei a minha solidão
Pelos rios do inverno
Onde seguiam ferozes
Os meus pensamentos
Senti o murmúrio a delirar
Era o verão que já tinha
Chegado ao meu coração
Olhei para o céu, senti o mar
Agradeci ..bem-vindo seja o verão.

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Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Se os pequenos riachos se transformam em
grandes rios, porque não transformar nossas
pequenas tarefas em grandes obras.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Ananéosi.

Assim como a água dos rios se renova a cada instante assim também se renova o meu coração em cada gota de amor.

Inserida por BrunoBeranger

“Tenho o direito de fechar os olhos, estancar a dor
E navegar os rios que fluem na direção dos afagos dos ventos.
E também, o direito à posse daquilo que não pertence à solidão.
Não sei como, mas as cicatrizes se acendem de noite
Fazendo brilhar as gotas dos instantes que transparecem
Nos vidros da memória. Talvez pela razão da chuva.
Procuro o silêncio que me ajude a diluir os fatos
Sem despertar a piedade daqueles que festejam quase adormecidos.
Minhas mãos precisam calar-se antes que a manhã chegue
Trazendo a esperança que não lhes pertence.
O brilho da estrela que me orvalha é triste. Sorrio e tento me aquecer”.

Inserida por katiacristinaamaro

Extra-Tropical...

Ciclone no sul...
Rios transbordam: cheia.
Trans... Tornado...

Inserida por FrancismarPLeal

DOIS RIOS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)

Eramos como dois rios perdidos
Correndo por caminhos diferentes
Chegando a distantes portos
Levando os miseros mortos
Na furia de nossas enchentes

Expandiamos pelos vales floridos
Cortando os montes em dois
Saltando das altas cachoeiras
E esculpindo nas pedreiras
A estoria que todos leriam depois

E diante de nosso furor
Na nossa briga contra os vendavais
Derrubamos todos os abrigos
Os monumentos mais antigos
E encurralamos os animais

Mas como dois rios perdidos
Convergendo para o mesmo caminho
Nos abracamos no encontro das aguas
E nos entregamos nos beijos da aguas
E acostumamos com o carinho

E agora somos dois rios unidos
Que se tornou um rio bem maior
E para o balanco das ondas do mar
Seguimos aprendendo a se dar
E assim conhecemos o amor

E assim hoje mais tranquilos
Somo dois rios morando no mar
E assim hoje mais unidos
Nao podemos mais nos separar


© 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP)
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Inserida por ISLONANTES