Poemas sobre Alma
A real imagem é: ligar a alma ao corpo,
fundir os dois elemento em um só,
isso traduz o sentido de nossa existência
ou então seremos mero breu, bonecos manipulados por outras almas, por outro eu que se julga inteligente demais para iludir, confundir, manipular nossas mentes sedentas pelo novo, pelo status e pela necessidade de aparecer.
Quando estiver na profunda escuridão da inquietude da sua alma,
lembre-se você pode erguer os véus que tampam as janelas do casarão ou quebrar os vidros do labirinto deixando a luminosidade entrar...
Entre a luz e a escuridão é somente escolha sua permanecer onde está, o caminho do migrante é apenas mudar sem olhar para trás, onde abastecer-se com a luz é certeza que conseguirá chegar.
Eu sem você nem penso, porque minha alma se esvairia, meu espírito chora sozinho.
Eu sem você sou um vácuo no meu espaço, passos curtos e cansados, sou olhos tristes a vagar.
Eu sem você sou rima sem poesia,
chegada sem partida, sou apenas inércia
sem vontade de chegar.
Eu sem você sou uma metade vagando querendo te encontrar.
Eu sem você, sou tristeza sem fim.
Poesia
O que é poesia?
É a prosa vinda do coração
Em meio a solidão
Desabafo da alma em meio a multidão
Grito alto na escuridão
Mistura intensa de grandes emoções
Amor eterno
Seus olhos invadiram minha alma
Suas mãosme conduziram Seu sorriso aqueceu meu coraçãoSua presença sempre foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida O amor invadiu a minha vida , quando te reencontrei Pensei que havia me enganado,
mas a cada momento esse amor só cresciaE assim vivo com as lembranças do meu amorViver sem você é como se retirasem um pedacinho de mim a cada diaMas não quero mais atrapalhar a sua vidaHá se eu pudesse me explicar e contar o por que de tudo.Pena que não quer me ouvir, sofro por isso..Você é e sempre será o meu amor, Você é o meu maior sonho que jamais poderei realizar.
Palavras procurando respostas
Minha alma exclama
São acertos e erros
Posso cair
Posso ferir
Mais não posso desistir
Coragem está dentro de nós
Isso é viver
Procurando pensamentos
Escuto minha alma
Poesia que nasce do silêncio
Trago comigo
Junto às estrelas
Onde a Lua
Brilha na madrugada
Corpos ardentes
Desnuda-me...
Corpo e alma
Devora-me somente
Com teu olhar
Ama-me com a
Doçura do toque
Das tuas mãos
Seduza-me...
Faça de mim
Tua sempre mulher
Por que se esconde por detrás do silêncio
que à minh'a alma fere e sangra?
Onde está você agora?
Por que renegas o meu chamado?
O que pensas que fazes com o meu coração?
Acaso, não tens piedade em teu coração?
O que pensas?
Acaso eu o deixei em tuas mãos aos pedaços?
Por que o dilacerastes?
Acaso, é tão impiedoso a ponto de se calar
Diante de tanta dor?
Não te reconheço mais...
Quando fostes que mudasses tanto assim?
Ou será que fostes sempre assim?
Não sei mais o que pensar...
Dilacerado, o meu coração estás
Em que pedacinho do mundo você se esconde agora?
Será que estás a observar-me o quanto sofro pela tua ausência?
Ou será que não sentes mais minha presença?
Onde estás agora?
Por que o silêncio te conduz?
Não vês que sinto tua falta?
Clamo pela tua essência...
Pela tua presença...
Onde está você agora?
A menina com alma de borboleta,
andava cansada do cinza dos dias.
Sonhava e suspirava de saudade da grama fresca;
E das folhas verdes das árvores banhadas de chuva.
Queria ouvir todos os dias o canto dos passarinhos;
Aquele som tranquilo que era parte dela,
que fazia ninho nos seus ouvidos.
Mas só o que ela via, era o cinza do asfalto.
O cinza tristonho dos dias frios de inverno.
Paredes de concreto cercando seu voo.
Minando suas cores, tirando seu pouso.
Um pouco da sua esperança de vida.
Pensava em ficar encolhida em seu casulo,
até que a primavera retomasse e suas asas voltassem a tornar-se fortes.
A menina com alma de borboleta,
queria de volta o sorriso e o perfume das rosas,
Queria sua essência, aquela paz que dela se abria.
Aquela menina de alma de borboleta.
Queria reaprender a voar...
queria renovar-se, queria mais vida
Olhos no espelho
Vejo minha alma refletida
Ali do outro lado distante
Clara límpida imagem
Como água transparente
Venha matar minha sede
Depois que se vai a água imunda
Fica apenas o corpo e a alma
Tudo de ruim lavado, dissolvido
Tudo vai, e fica apenas você
Um dia me perguntaram:
Qual o desejo mais oculto de sua alma?
Bem baixinho respondi VOAR =)
E que nem o tempo ou o destino mude isso
ALMA MOLHADA
Sidney Santos
Alma molhada
Pranto que escorre da face
Parte do corpo talhada
Triste desenlace
Arco que perdeu a cor
Infeliz desilusão
Fuga insensata do amor
Parada do coração!
Queria tanto apagar tua presença marcada em minha alma,
Apagar teus beijos...
Ir de encontro ao mar
Me desapegar...
Apagar tuas lembranças
Esquecer-me desta loucura que és te amar!
Esquecer-me de mim
Num longo momento...
Eu queria!
Só queria!
"Todo jogador de capoeira: usa a vaidade na roda, mas todo capoeirista: usa a alma e jamais machuca seu camarada, seu amigo iê, então neste momento ele reflete, sinaliza com todo cuidado o desenhar do que nunca faria.
Por isto, que nós capoeiristas temos, que aprender a esquivarmos bem, afinal nunca se sabe até onde esta o pico da vaidade de um lutador de capoeira, afinal ele é somente isto. E esquece o evento a sua volta. São tantas magnas almas camarás e um lutador laguista/narcisista. Então, é preciso elevar o zelo, porque 'ele' se acha melhor, só quando ver: te machucando, pois só 'joga' e nunca é camará, nunca é d'agola, nunca é regional. Nunca é: um capoeira.
Salve! Salve! Salve! Os humanos lindos do circulo e/ou do semicírculo. Nunca machuquem seus mestres e os novatos, nem outrens, afinal um já sabe como te cessar, este é o mestre e o outro no futuro fará o mesmo, este é a aurora, também cresce e se tornará um mestre com calma e alma."
SONETO DO PÔR DO SOL
Teus olhos são a base da minha alma
Tua boca e tenra e doce é puro encanto
Dentro de mim, não há mais dor, não há mais pranto,
Encontrei a luz que guia a minha calma
A felicidade eu encontro em seu sorriso,
Tranqüilidade pura, verdadeira e imortal,
O tempo passa, dia e noite, sol e riso
Amor suave levemente natural
São momentos que eu sinto lentamente
Ao seu lado, mesmo longe, te vejo aqui,
Suspirando seu olhar sinceramente
Estou parada, caminhando e me perdi,
Levitando em seus braços, apaixonada livremente,
As cenas mais únicas das quais eu já vivi.
Como pode tocar minha alma?
E tumultuar minhas certezas?
Um sim ou um não são respostas vazias demais.
Preciso do que vem depois do ponto, da pausa, da respiração.
Minha alma continua a rugir por experiências.
Uma vontade louca de experimentar todos os gostos do mundo.
Morder, cheirar e sujar a pele.