Poemas Famosos de Criança
Natália, Confiante Mulher
Que desde criança sabe o quer,
De uma personalidade
que tanto cativa
quanto incomoda
ou, talvez, intimida,
Mas não se importa,
defende seu ponto de vista,
é audaciosa,
Cabelos cor de fogo
como uma chama viva,
Além de ser linda,
Natália com a vida, sabe lidar,
Sensata Postura, Belo encorajar.
Quando eu era criança, uns 6 anos, às vezes, me acordava de madrugada e se eu ouvisse o barulho da tv, ia me arrastando pra sala e ficava embaixo do sofá olhando filmes de terror com meu pai, sem ele saber, claro.
Lobisomens, vampiros, múmias... eu morria de medo, mas adorava!
Até o dia em que ele me viu e perguntou se eu não tinha medo. "Não tenho!" E pulei pro sofá com as pernas encolhidas.
Então o pai me convidou pra olhar o "Nosferatu" com ele. Me senti importante...
Acho que é por isso que gosto tanto de filmes de terror, principalmente de madrugada.
Não tenho mais medo e gosto de imaginar que meu pai está assistindo comigo. ❤
Quando criança a presença ou ausência de alguém que amava e confiava me protegia ou aterrorizava o tal bicho papão.
Os tempos mudaram, e os bichos papão também, mas minha necessidade continua a mesma.
Preciso de sua presença.
Recordar é viver
Recordo quando criança
Criança brincava feliz
Feliz era nesse tempo
Tempo vivido de criança.
Criança sonhava em ser grande
Grande queria ser
Ser menina mulher
Mulher como minha mãe
Mãe fora menina...
O conhecimento...
Seja você criança,
Adulto ou velhinho
Está sempre estudando
É o melhor caminho...
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
CHUVA MANSA
A chuva chega mansa
molhando meu chapéu.
E como uma criança
a natureza dança...
Agradecendo ao Céu.
Fantasia
Do sorriso da criança,
Brotou uma fantasia
Que muitos desconhecem,
Pois crescem.
Na alegria do momento,
Acreditou-se nos sonhos,
Elaborados num instante
Que se perdem.
A Felicidade Ingênua
na Simplicidade de uma Criança
é Sinal de que Vale a Pena
Não perder a Esperança.
Detalhes da vida
A vida é feita de pequenos detalhes,
como o sorriso de uma criança,
a serenidade do olhar idoso,
ainda carregado de esperança.
A brisa da manhã,
o calor do sol,
as águas do rio,
um peixe no anzol.
O tic, tac da vida,
num coração pulsando,
o fechar dos olhos,
um pouco sonhando.
O despertar manhã
na expectativa,
de um cheiro de vida,
um pouco de vida a cada manhã.
É a corrida do conquistar,
ouvindo os passos da multidão.
que vai ao trabalho,
a algum lugar,
movido apenas pelo coração.
É a vida passando,
nesta amplidão,
é o hálito de Deus,
aquecendo o coração.
É a chuva que cai ,
e a vida que vem,
brotando da terra,
o sonho de alguém.
É alguém que semeia,
pra outro colher,
é o ciclo da vida,
a acontecer.
Autor. Cícero Marcos
FASES DA VIDA
Em criança aprendi, na adolescência questionei, na juventude idealizei sonhos e muitos se realizaram na
maturidade.
Hoje vivo um presente com orgulho de um passado, que Deus me privilegiou com a graça
de ter usufruído de todas as fases anteriores.
Cada etapa foi programada por Deus, com sua importância e beleza.
Entretanto, coube-me a missão de saber administrar cada uma delas com harmonia, dentro dos
bons costumes e sem ferir a dignidade das pessoas.
Envelhecer com qualidade é mais uma questão de estado de espírito pessoal, do que as rugas e os cabelos brancos que adquiri ou mesmo atribuir números à idade.
Não me sinto envelhecido. Apenas amadureci para ter tempo de recordar, refletir e passar a limpo tudo que
vivi e continuo aprendendo com a vida.
Como um bom vinho vou- me ajeitando na garrafa e, quando aberto, tocar na
alma das pessoas que me consideram e que sempre tiveram apreço por mim.
Tudo isso é muito natural. São as realidades da vida. Esta é a minha vida!!
É um pouco do que sou e que lhes ofereço neste dia do meu ANIVERSÁRIO.
Eu vou pintar o rosto e a rua
Igual criança, pura
A catar a única esperança
Alegria na fita, um passo
Batuque na marmita
Apatia na face
Jamie: Vai me deixar fazer isso depois? Quando a criança chegar e seus seios ficarem cheios de leite? Você vai me alimentar também, junto aos seu coração?
Claire: Sempre.
A libélula no âmbar
Consegui apenas mais lembranças,
E nelas me deixo afundar.
Lembranças quando criança,
Profundas tristezas pra magoar,
Sem ao menos alguém pra conversar,
Assim o sentimento preso pedindo pra desabafar.
Quando eu fui criança III
O padre da nossa paróquia, vez ou outra dava umas bandas pela praça. Passava em frente do local onde eu tinha minha caixa de engraxar, Numa dessas caminhadas, eu estava sentado na caixa de engraxar, chupando uma manga, daquelas bem madura. Minhas mãos e a boca era manga só. Naquele tempo eu andava meio "carregado de pecado" e estava fugindo da igreja. Pensei: boa hora para fazer uma aproximação com o padre. Fui até ele e tentei beijar a mão dele e pedir a benção. Ele, na primeira tentativa se esquivou, mas na segunda não deu. Taquei um beijo bem meloso na mão dele. Ele resmungou algum impropério, passou a mão na batina, me fulminou com os olhos e se foi sem nem olhar para trás. (I
Quando eu fui criança.
Num belo dia estava brincando com meu cavalo de pau, feito de cabo de vassoura, na rua da minha casa, quando minha vizinha, muito bonita, me chamou e perguntou se eu podia ir até a farmácia buscar um remédio para ela?. Claro q sim"! disse eu"., e de pronto, já com o nome do remédio marcado num pedaço de papel e o dinheiro na mão parti em disparada pela rua , até chegar à farmácia do Florisvaldo. Encostei o cavalinho na parede da farmácia, mostrei o papel com o nome do remédio, paguei, recebi o troco e virei de volta. Chegando na casa da minha vizinha, buzinei, (meu cavalo tinha buzina), ela saiu, entreguei o remédio, junto com o troco e já ia virando nos pés do meu cavalo, quando ela disse: ei! "fica com o troco"., e eu, no meu cavalheirismo principiante e querendo deixar um "bom nome”, com aquela moça bonita--respondi: "não precisa, eu sou acostumado fazer favor de graça"., (I
Quando eu fui criança IV
Um senhor, libanês, abriu uma banquinha em frente ao Grupo Escolar Carmela Dutra, para vender bananas..
No dia da inauguração, como não podia deixar de ser, eu andava por ali, olhando, vendo ele montar as bancadas. Não sei porque o libanês me convidou para trabalhar com ele; Convite aceito imediatamente.
Depois da entrevista, acertado os direitos e obrigações de cada um, fui para a minha casa com o compromisso de voltar à tarde.
Cheguei no horário combinado. Já "almoçado", Precisava, eu ia ficar a tarde toda no "serviço"
Como ele tinha outros compromissos pela cidade. antes de sair, me deu umas aulas sobre o produto (bananas) e umas orientações básicas necessárias: tipo de banana, preços, , como fazer troco, etc. e lá se foi o libanês, deixando aos meus cuidado, seu patrimônio.,
A princípio, ainda com a barriga cheia, pois tinha acabado de almoçar, não me interessei muito pelas bananas, mas com o passar do tempo, sem nenhum movimento mais a demora pela volta do dono, fui experimentando as bananas e suas variedades.,
Comi tanto que comecei a passar mal. Tive que me deitar debaixo de uma das banquinhas,onde fiquei torcendo de dor, não podia nem me mexer que doía tudo . Foi aí, então, que vi o dono. Primeiro ele olhou para as pencas, analisando as faltas, ficou um tempo pensando, depois olhou por debaixo da banquinha, onde eu estava deitado. Sem sentimento de pena, não me perguntou nada., só falou: amanhã você não precisa vir mais . E pior, nem me pagou.(I