Poemas Eu Nasci
Eu amei, amo e amarei.
Eu vivi, vivo e viverei
Eu nasci, envelheci e morrerei.
E assim vou vivendo a vida.
Registrada foi minha chegada, também será minha partida.
Amigos cativei, inimigos talvez, mas vivi intensamente cada instante de minha existência.
Nem tudo foi rosas, muito chorei, mas incontáveis foram os dias em que me alegrei. Hoje, muitas saudades trago em meu ser, mas agora é tarde para se arrepender, pouco tempo me resta, sei lá. Quem pode ter ciência de quanto tempo subsistirá neste plano material? E segue-se a vida assim, porque tudo tem um princípio, meio e fim.
Eu nasci livre
E livre sou
Livre serei sempre
Livre na inteligência
Livre na individualidade
Livre nas decisões pessoais
Porque dentro das asas da liberdade
Deus soprou o livre-arbítrio.
Portanto, nada de imposições
Nada de ficar escrevendo
Verbos no imperativo
Só para nos persuadir
A fazermos isto ou aquilo
só porque alguém disse
que isto ou aquilo é bom
Ou é ruim
Sem levar em consideração
a voz que do nosso interior fala
Às consciências humanas.
Pelo livre-arbítrio, decida
E construa o destino a sua vida.
Eu nasci e me criei, nas terras do sertão
com sol e chuva trabalhei, no cabo do enxadão
tenho muitos calos secos, na palmas das minhas mãos
os meus pés estão rachados por causa da poeira quente do sertão.
SOU NORDESTINO!
Eu nasci em um mundo
em Terra de solo nordestino
meu torrão tem mentes brilhantes
esse é MEU destino
não precisa fazer citação
Nordeste é a Região
basta olhar o peregrino.
J .Wilamy Carneiro.
21/01/2022
O que me faz mal não é para mim.
Exerço meu direito divino de nada me afetar.
Eu nasci para ser feliz e me divertir.
Minha luta.
Aqui mesmo que eu nasci
onde a seca cobre a serra
dos momentos que sofri
não perdi a fé na terra
e nessa luta eu aprendi
a chorar... depois sorrir
sem ter medo dessa guerra.
Então lá no sertão é assim
Eu nasci lá no sertão.
Onde a lua faz clarão.
La não existe a maldade.
Somente a felicidade.
Do meu sertão querido.
Me lembro com saudade.
Do violeiro que toca.
Com muita simplicidade.
Das noites de cantorias.
Da minha viola caipira..
Lá no meu sertão..
A lua o céu ilumina.
E as pequenas estrelas.
São lindas bailarinas.
Hoje aqui na cidade
A poluição que domina
O céu todo escurece
A saudade me domina
O que posso dizer
Sou um sujeito caipira
No sertão eu nasci
No sertão vou morrer..
José Menino Domingues
J. M. D
MAIRINQUE, 22 DE MARÇO DE 2018
"ah!!! é isso?"
tudo começou quando eu nasci.
é uma sensação muito estranha, uma mistura de alegria e tristeza quando se descobre o real sentido.
leva-se muitos anos para entender que um ser humano pode abranger ideias e sentimentos muito contraditórios ao mesmo tempo. e eles não estão separados; eles nem se seguem muito. apenas vivem em você. para esclarecer o que eu amo, para fazer o que é incrível, para entender minha confusão ou minha tristeza e ainda continuar, eu sigo minha intuição. tenho muitos rituais que eu amo seguir; e, eu amo quebrar os rituais, também. então eu não sou um prisioneiro da construção do meu dia. mas, sigo meu nariz.
por vezes, gasto muito tempo vagando quando realmente tenho que trabalhar. acordo de madrugada e acho que tenho coisas pra fazer, não tenho! não as acho e não faço. escrevo!
sempre digo ao meu eu - “é, este deve ser o trabalho que preciso fazer agora, antes de fazer aquele outro trabalho.” realmente, eu acho, quanto mais eu trabalho e quanto mais eu vejo o que a minha vida é, mais simples ela se torna - e muito elementar.
folhear a vida, se preparar para uma nova que está chegando. isso é o combustível. o que me tira sono e me devolve os sonhos. é claro, a essência da vida das pessoas, o que acontece com elas em várias centenas de palavras e algumas fotos: o meu Bom Dia!
é realmente uma maneira extraordinária de começar o dia. para ver qual é o alcance do esforço humano. em receber e retornar
então quero dizer, é muito chato, na verdade. se a maioria das pessoas vivessem, elas diriam: "ah, é isso!"
Você tem que entender que eu nasci com o dom
Agradeço e sei que eu tenho a bênção de Deus (amém)
Não ando com qualquer um, eu só ando com os meus
Eu não era nada e já tô quase milionário
E os haters não entendem o que que aconteceu
INFÂNCIA
Quem sabe um dia eu voltarei
Para terra onde eu nasci
Reviver minhas lembranças
De quando eu era criança
Do bom tempo que eu vivi
Quem sabe um dia eu voltarei
A morar no lugar onde cresci
Matar aquela saudade
Das brincadeiras
De todas as tardes
Que me fazia feliz
Quem sabe um dia eu voltarei
A pisar nesse chão
E sentir na pele a infância
Daquela boa lembrança
Que ficaram no coração
Quem sabe um dia eu voltarei
Para minha terra amada
Um lugazinho hospitaleiro
De um povo humilde e verdadeiro
Uma nação apaixonada
Quem sabe um dia eu voltarei
Para aquela terra encantada
Meu mocambo do Arari
Tenho muito orgulho de ti
Minha cidade abençoada
Quem sabe um dia eu voltarei
Sentir a Terra molhada desse chão
De quando choveia na estrada
Que boa a sensação
De sentir no coração.
Quem sabe um dia eu voltarei
Dia 21 eu nasci!
Dia 21 eu conheci vc!
Dia 21 casei com vc!
Bendito seja o dia 21!
Bendita seja Vc meu Amor.
MEUS PRIMEIROS VERSOS
Não os planejei.
Foi exatamente quando eu nasci
e simplesmente chorei.
Algo espontâneo!
É aquela coisa da alma,
guarda aquilo que
sua mente tenta esquecer.
E a alma pós pra fora
meus primeiros versos
não planejei como seriam escritos,
veio como chuva de verão.
Digo que meus primeiros versos
foram gritos que estavam abafados na alma.
Mas a alma é livre e
libertou meu sentimentos
jogando-os no papel.
Eu nasci num recanto diferente
Onde a paz triunfante é quem comanda
Mas se a chuva não vem ela desanda
Da maneira que está ultimamente
Mas meu sangue é de um povo persistente
E ao invés de ficar desesperada
Digo a Deus; meu Senhor muito obrigada
Tenho orgulho daqui desse meu chão
Eu nasci na caatinga do sertão
Uma terra por Deus abençoada.
MEU NORDESTE
Eu nasci lá no nordeste,
poesia é a minha paixão,
serei sempre nordestino
de corpo, alma e coração.
Trago em minha essência,
a dor da minha ausência
e a poeira daquele chão.
Eu nasci no Brasil
Não escuto palavras que jogam no fuzil
Não vou parar para ouvir comentário hostil
Não vou escutar
Muito menos idolatrar
A dor que nesse mundo, todos acabamos de causar
Não posso aceitar as lágrimas
Não posso aceitar o sangue
Não posso aceitar a dor
Aceitar é se calar
Aceitar é se ridicularizar
É se rebaixar a um nível que nem mesmo o presidente do Brasil chegou
Fingimos que não vemos...
Nos calamos e passamos reto
Direto,
Para o precipício da era digital
Direto,
Para o precipício da dor infernal...
Aceitamos tudo isso,
Aceitamos a dor
As guerras
As mortes,
Simplesmente para evoluir o meio de transporte
Escutar e aumentar a visualização do esporte
Criar uma era viciada em telas e trabalho
Vendemos nossa alma em troca de riquezas
De joias e fraquezas...
Vendemos nossa alma, e aqui estamos,
Odiando a nos mesmos...
Eu nasci diferente
Eu nasci diferente,
Entre idas e vindas,
Mas não estava na frente,
Apenas diferente.
Nasci pequena mesmo
Embora eu não fizesse idéia
Que dentro de mim existia algo maior
Maior até mesmo que meu curto tamanho.
Meu primeiro amor foi aos 13 ou 14,
Idade muito jovem para amar
De forma tão completa alguém,
Me consumiu tão grandemente
Que não pude me encontrar quando acabou.
Fiquei tão longe de mim...
Mas fui encontrada e sarada aos pouco
Demorou anos, mas eu sobrevivi.
Na adolescência com 16
Já sabia de coisas maduras
Enquanto meus amigos descobriam quem eram, eu já havia superado 2 níveis depois disso.
Hoje tenho 21
Sou uma jovem idosa
Experiente em um vida
Prematura demais para dizer
Embora tenha crescido velha
Sou jovem por fora
Experiente por dentro
E inteira agora.
Hoje no auge de minha vasta experiência
De 21 anos de vida, te dou um conselho:
Os momentos mais memoráveis
Acontecem quando não se espera.
Uma estrela cadente
Que brilha, mas não espera.
a porra disso tudo, é que eu nasci
com a sensibilidade aflorada
à muito tempo venho atingindo
o meu limite
os meus olhos são testemunhas
dos acasos, dos descasos
das flores de plásticos
dos amores fast-food
o que ainda me brota
são rimas incoerentes
que nada e a ninguém
convém
alguns versos de escárnio
talvez
uma ode ao desdém
Meu nome!
Eu nasci pra trabalhar
minha terra, meu destino
sentir o suor derramar
no rosto de um menino
e meu nome quem perguntar
tenho orgulho em respostar
eu me chamo NORDESTINO.