Poemas e Poesias
Pinga. Pinga. Pinga.
Debaixo da pia sem pudor
Garganta inteira pede
Agua, poesia e amor.
Tontura permeia em meu corpo
Ao banheiro no caminho
Piso no chão de quadrados
Piso, como se fosse espinhos.
Lâmpeja na minha cabeça
Situações começa a criar,
Olheiras brutas nos olhos
Começam a afundar.
Deito. Olho. Penso.
00:00
Mais uma noite em claro
Descrito no meu caderno.
Feira do Rolo
meu pote aberto
teu pote aberto
te dou meu treco
me dá seu teco
a poesia é uma junção ,
alegoria de potes poéticos
a palavra desloca, inspira, provoca
e promove a troca
Crise de Poesia
Tinha um tanto de poesia, gritaria e pranto aqui dentro
que nem se deu escrever, fui me encolher.
E deitado, deixo a alma assustada exalar,
o externo me ler,
e o interno doer.
Talvez o último
Último poema para você Mas eu sempre digo isso Pra mentir para meu coração Pra tentar te esquecer
Talvez o último
Último poema tentando não ser clichê Porque no meu caso só há uma dor Do tamanho do meu amor por você.
Talvez a última
Última Carta para você
Escrevendo e pensando no quanto eu tenho que te esquecer
Talvez eu seja
Um poço sem fim
Que ninguém quer me resgatar daqui. Eu estou precisando tanto de ti.
- Talvez o último (eu disse isso da última vez
O libertar, sobre escrever-
Se tornaram poucas as palavras que me tocam
Poesia transforma, muda vidas, olhares e histórias
Acho que me tornei mais profunda com relação a isso
Reparo nos detalhes, por mais que sejam mínimos
Poesia da poder, abre meus olhos
me liberta
libera meu caminho
Me transforma e me tira até de redemoinhos
Se vão com as palavras, sentimentos pesados
Que as vezes, estressam, mas eu deixo de lado
Porque escrever, me mostra um caminho mais fácil
Um mais leve de ser levado
Estrada pela qual queria sempre caminhar
Onde não é preciso pressa
Mas na verdade, não há
Mas preciso de um lugar, onde a paz reina e ansiedade não chegue lá
Me imagino la em paz
praias vazias, momentos tranquilos
mares calmos e bem relaxantes
E assim garantindo sorrisos constantes e exorbitantes
Calmaria total
Com rotinas preparadas
Seguindo elas a todo instante
Para tentar alcançar, felicidade constante
Poesia
Poesia de ouvir
Poesia para ver
Poesia de falar
Poesia para cantar
poesia de pintar
Poesia para decifrar
Poesia é viver.
Poesia é você.
POEMA PARA ANA
Ana, nome que brilha como estrela,
Na vastidão do céu da existência,
Com graça e força, és realeza,
No reino da vida, és resplandecência.
No coração, teu nome é melodia,
Uma canção que ecoa eternamente,
Graciosa, és a própria sinfonia,
Que floresce, sublime e envolvente.
Ana, és a essência da coragem,
Cheia de graça, enfrentas qualquer mar,
No deserto, és a miragem
E com amor, desenha o seu altar.
Em teu nome, há história e tradição,
Uma linhagem de mulheres fortes,
Que com dedicação, devoção,
A vida em milhões de sortes.
Às Anas, meu tributo de gratidão,
Por serem raios de luz e esperança,
Ana, Anita, Aninha, Anão
Espalham amor, com doçura e bonança.
Que o nome Ana seja sempre lembrado,
Como um símbolo de amor e de bondade,
Na dança da vida, com passo marcado,
Ana, és a estrela da nossa saudade.
(FELIPE REIS)
POEMA PARA BRUNAS
Nos traços da aurora, Bruna desponta,
Um nome que na mente ecoa e nos afronta,
Mulher de força, graça e luz brilhante,
Declamo-te esses versos com amor, neste instante.
No olhar de Bruna, o universo se revela,
Nos seus passos, a dança da estrela mais bela,
Com coragem, enfrenta a vida com destemor,
Na jornada, Bruna é poesia, é calor.
Nas lutas diárias, na busca de igualdade,
Bruna, morena da cor do fogo, com dignidade,
Rompe barreiras, traça histórias e caminhos ardentes,
Nas trilhas da vida, com seus ninhos, sempre presente.
No sorriso dela, flores desabrocham,
E nos seus gestos, sonhos se abraçam,
É fogo, é brisa, é tempestade e calmaria,
Bruna é sinfonia, é arte, é alegria.
Brilhe Bruna, com tua luz, tua justiça,
Sejas a estrela de sua própria vida.
Bru, Bruninha, Brunette
Todas vocês tem sempre uma tiete.
(FELIPE REIS)
POEMA PARA CAROL
Carol, nome que em suavidade se desenha,
Uma melodia que faz com que o coração amanheça,
Mulher de um sorriso brilhante como o sol,
Em versos e encantos, a ti, presto meu farol.
Nos olhos de Carol, o mundo encontra cor, Na dança da existência, és o vento que sopra amor,
Mulher livre, enfrentas os ventos da vida,
Determinada, persistente, és pura, Carolina .
No sorriso dela, a alegria se manifesta,
E em seus gestos, a euforia nunca cessa,
É luz, é fala, é energia que contagia,
Ca, Caca, Carol e Carolzinha
Que nome! Sonoridade suave em cada vogal,
É um nome versátil, universal, especial,
Rompe barreiras, constrói caminhos,
Arrasa corações, gosta de carinhos.
És inspiração e pureza,
Na tua essência, encontramos a beleza,
Neste poema, colorido como girassóis
Homenageio todas as Caróis.
(FELIPE REIS)
ACROBATA POESIA
Sonha, devaneia, numa prosa que acalenta
Como a sensação dum coração enamorado
Nervoso, poético, em um versar encantado
Sentimental e de um desejo que apimenta
Versa a imaginação, com a alegria atenta
Agita a alma e, dum sentimento povoado
Salta, celebra, gargalha, frenético pecado
Sai e escorre pelas mãos, a trova sedenta
No movimento a inspiração se lança no ar
Do alvor do papel, e em piruetas a apontar
Viravolteando cantos de amor e de magia...
Saltitante pensamento, poeta, saltimbanco
De ilusão inquieta, num rumoroso arranco
Se arroja e se mostra em acrobata poesia!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
09 junho, 2023, 20’32” – Araguari, MG
Acho que tipo...
Eu sempre fui uma poesia doida de mais para ser compreendida
Entre versos e catetos me via em Alexandria
Uma armação de locura construída
Suspenso em uma Babilônia das minhas fantasias
Mas lindo como um jardim
Repleto das mais belas flores q um dia darei pra ti
De diferentes aromas
Hematomas, hologramas...
Em um futuro com final feliz
Utopia!!
Magia?
Enquanto lia
Mais um verso se escrevia
Uma linda tentativa
De definição
Sobre mim
Poesia informal
Que fala do mal
Que fala do bem
Da fé também
Fala da sorte
Fala da morte
Fala da vida
Fala da pista
Fala da terra
Fala da favela
Fala do centro
Fala do sofrimento
Fala da alegria
Fala do dia
Fala da noite
Fala dos dois.
Poesia
Eu escrevo poesia Para expressar o que sinto Para liberar a minha energia Para dar voz ao meu instinto
Eu escrevo poesia Para explorar o meu universo Para descobrir a minha magia Para revelar o meu verso
Eu escrevo poesia Para me conectar com as pessoas Para compartilhar a minha alegria Para inspirar as suas ideias
Eu escrevo poesia Porque é a minha paixão Porque é a minha terapia Porque é a minha expressão
Não quero fama
Quero grana
Com trampo
Não passando pano
Para mentira
Uso a poesia
Como instrumento
Para expressar o pensamento
Rimo o amor
Rimo a dor
Faço homenagem
Mando mensagem
As vezes críticas
Para a política.
Creio estar cheio de mentiras,
Pois penso demais.
Ao escrever poesias penso mais do que sinto,
Minto,
Não sou poeta,
Apenas um escritor sucinto
É ou não é? Quem mais?
Às vezes canso da poesia que capto no ar, seja pela brisa constante ou dentro de um colorido olhar. Deixo - a de lado por um tempo, em versos não a transformo, pesam as palavras e tremo, a mente não tem a força exata e tudo se dissipa como frágil fumaça...
Poesia triste
Esperança existe
De melhoria
Nos próximos dias
Procuro o amor
Dentro da dor
Não é cinema
Não escolhi o tema
Nasci dentro
Mas não lamento
Se é a missão
Busco a solução.
Inesquecível Declamação
Quero declamar as poesias
Contidas em teu corpo
E que teus lábios sejam minha morada.
E escritas sobre o forte desejo,
Carregando um doce amor
Com um belo cheiro de flor.
Se um dia fores embora,
Tenha certeza que você
Sempre ouvira o meu declamar
Alexandre C
Poeta De Libra
Poesia Silêncio
O trauma de te encontrar
E Não poder te amar...
Daí o meu silêncio.
O meu silêncio sempre será...
Uma mensagem da sombra..
Que atravessará os limites de vida e de morte... Trará a sorte.
O meu silêncio será sinal....
De que a palavra errou permanentemente
Seguiu inacabada, sem bem nem mal...
O silêncio ainda será um céu com jardim...
Que contemplará minha oração,
Em forma de paisagem
Levando ao Universo tudo o que a vida fez pra mim...
Segue o silêncio, sendo uma questão
Casa onde vive o poema
E voa, toma forma... sai do coração...
Só é onda de mar quebrado, em canção...
Este meu silêncio é música cujas notas...
Moram em outros planetas e estrelas
É um tempo,quando o fruto amadurece
um poema sem letras...
Onde a gente esquece...
silêncio é uma vibração estacionária
Uma canção para nascer na poesia...
Vogais em forma de pássaro...
Modo errante...
discretamente indicando o caminho
No meio do caminho
Dizendo que o amor não nasceu.
O silêncio é a mão que abre o poema
Voz trêmula da alma que surge
Que são e não são
O silêncio é a noite de um que se foi...
O sonho de estar sonhando
nascimento antes do nascimento
O primeiro grito calado do abandono, o momento.
O meu silêncio será eterno, um espelho que lava o chão
A água aberta da palavra
Jorra energia do coração,
O meu silêncio ´é dedicado especialmente à você!
Será sempre um milagre sem dor...
Que se constrói o meu amor próprio, como sinto e penso...
Não te darei meu sublime amor...
Apenas o meu... eterno silêncio.
É o seu merecimento!