Poemas de Dança

Cerca de 2011 poemas de Dança

E na dança da vida, às vezes, tropeço e perco o ritmo. São cansaços de alma que atordoam o meu dançar, mas não me rendo! Ergo a cabeça e (re)tomo o ritmo!

(...) tudo é estruturado em um novo tom: na contínua mudança a realidade dança com todos.

Concilia corpo e alma para que ambos possam se acoplar em sintonia, e faça de tua vida uma dança leve e sincronizada como os pés da bailarina.

Matemática deveria ser danças com os números, mas na maioria das vezes você dança sozinho.

“A dança é poesia corporal! Arte movimento... Mesmo que a genitália masculina fique saltada e os pés da bailarina cheios de calos e joanetes!”

“Pois EU SOU uma dança, um amor que balança, uma esperança que se alcança, e por todos os lados há música!..."

Pula corda, menina, dança de roda, pião
Saudades da minha infância, aperta o meu coração

Nem sempre a dança é um "dom" nato. Pode ser um “dom” adquirido. Tecendo um paralelo entre a comparação de Betty Edwards (autora de "Desenhando com o Lado Direito do Cérebro"), em relação a uma pessoa que é capaz de escrever legivelmente em maiúsculas ser amplamente hábil para desenhar bem, eu ouso dizer que se você pode se movimentar normalmente, você também pode aprender a dançar. E a dançar bem.

A felicidade é como algas marinhas, no movimentar das águas a dança domina o seus corpos

Que dança é essa de tantos ritmos, sem prévia coreografia, cada passo, um improviso, uma incógnita o final.

O coração de uma pessoa é como um pássaro engaiolado... porém quando a gente canta e dança ele voa para o céu!!!

A música é dança da harmonia entre o som e o silêncio. A dança é a música da harmonia entre o corpo e o espaço.

Se sua alma dança, tenho que ensinar a minha a dançar também, pois quero te acompanhar no paraíso, no eterno, no infinito.

O amor é uma dança interminável e incansável, com passos rítmicos embalados pelas doces melodias entoadas pelas batidas dos corações, sendo o encaixe perfeito entre os corpos, em plena consonância entre as almas afins e harmoniosas.

No silêncio do meu fone de ouvido minha alma dança em paz uma musica clásica ,jazz ou blues. Sem ouvir os blablablas eu me sinto bem melhor!

Viver sem dúvida é uma arte, então, arte e vida se misturam na dança da sobrevivência, pintando histórias, esboçando caminhos, delineando vidas que refletem as cores de cada ser, fazendo da nossa existência um arco-íris de vida e de sonhos.

Porque eu amo a dança?
Porque dançar é dar uma chance para o corpo de expressar aquilo que você não precisa dizer ou não sabe como falar, afinal todos tem uma(s) música(s)ou melodia(s) que se encaixa (m) perfeitamente.

Como falta gente nesse mundo. Gente que seja engraçada, que dança sem vergonha, que liga quando tem saudade. Gente rara que tropeça e disfarça sorrindo, que canta ao acordar, que anda de pijama pela rua. Como sinto falta de gente que pede licença, diz "muito obrigado" e evita dar motivos para pedir desculpas. Além de gente também falta sentimentos, daqueles que afloram lendo um livro, vendo um filme ou mesmo recordando de bons momentos. Falta gente para nos inspirar, para nos contar piadas, reunir a galera, fazer-nos ser feliz. A como falta alguém que nos faça sentir importante, que nos faça uma surpresa, que demonstre o que sente, como sinto falta de pessoas que não tem vergonha de ser feliz. O pior é que o meu tipo de gente preferido está em extinção.

Filosofia é como a dança, se o professor a conduz com firmeza nunca será uma aula chata.

Se imagine sendo uma moça, uma bailarina. Uma bailarina sozinha, que dança uma valsa solitária. Ela gira, dança e pula, olha pro público ver casais, olha pra si e não tem paz. É impróprio dançar só? A procura de ser um casal? Ela rodava, girava e pulava, e o único holofote era o que lhe destacava, sozinha por si mesmo, se julgando amada, sem um par. Dançava, girava e pulava, sozinha, a música triste que no final morria, teu coração sozinho, já dançava só faz tempo, e a bailarina não era aclamada, não recebeu palmas. E os súditos gritavam: Quero uma bailarina de verdade, e a bailarina retrucava: Quero deixar de ser metade.