Poemas de Chuva
Faça sol ou chuva, quando amanhece o dia, ela abre as asas e se prepara para voar: nasceu com alma de borboleta.
Eu aprecio muito tomar banho de chuva, me lavar fartamente, expurgar toda a tristeza para bem longe de mim... esperar o trem da esperança chegar e acolher, me levar para prados desconhecidos ainda não conhecidos, mui amados, por mim...
Banhos de sol e de chuva, caminhadas descalço e ar puro são quatro fontes primordiais de bem-estar e equilíbrio para corpo e alma.
Ainda hoje, muitos culpam a chuva pela gripe. Na verdade, a baixa imunidade é irmã de sangue da baixa autoestima.
Chuva e flor, mensagem de renovação na adversidade. A chuva cai forte na flor, que persiste, erguendo-se com graciosidade, desafia o temporal, resiliência na fragilidade.
Empenhado no estilo Dança da Chuva 2.0 das crenças?, eu preferiria confiar na meteorologia para prever o tempo. Ilusões não resolvem ilusões. A luz sim. Afinal, apegar-se a crenças não é tão eficaz quanto um guarda-chuva de verdade quando se trata de resolver desafios.
CONTRADIÇÃO - você diz gostar de sol mas usa chapéu. Diz gostar de chuva mas usa capa. Diz gostar do frio mas usa agasalho. Diz gostar da noite mas não suporta a escuridão. Diz amar Deus mas despreza seu próximo.
Nunca perca o brilho da Presença de DEUS, mesmo em meio aos desafios da vida. A chuva vem, a tempestade vem, mas tudo passa, principalmente quando ELE está contigo.
…por mais que a chuva caia e o mundo pareça desabar, dentro de cada um de nós existe um sol capaz de iluminar os dias mais sombrios.
Há aquele dia inesquecível, na chuva molhando aquelas pedras irregulares, daquele lugar de casarões antigos e lampiões centenários a contar histórias... E você ali, em silêncio vivendo o momento esplendoroso, fazendo cada dia e noite se encarregar de si mesmo.
Não culpe os ventos; são eles que possibilitam a contínua dança das flores. A chuva, além de lavar o ar e reviver o chão, é água que conta história. O escoamento das águas, sempre ignorado, é como o leito de um rio que sonha. E o luar, esse é o poeta dos mares, que escreve versos nas marés e determina suas próprias beiras e bordas. A natureza é fúria e afeto, início e fim. Importante para nós é aprender a viver em harmonia com os segredos das árvores e das pedras, pois quando o assunto é o meio ambiente, a única opção além de coexistir é desaparecer.
"Nada define mais ela que a essência agridoce. Ama o sol e a chuva. Gosta do doce e do salgado. É alegre e triste. É na dualidade que ela se individualiza."
A lição do guarda-chuva: quando a chuva acaba, ele se torna um peso, um fardo ruim de carregar.
É assim que a lealdade termina, quando acaba os benefícios, já não estamos falando só dos guarda-chuvas.