Poemas com Rimas
Meu amor é assim mesmo,
Ele precisa que haja palavra,
Letras, estrofes e rima.
Ele se faz necessário, cantado, ritmado e
Prozado...
Ele se entrelaça e conecta,
A sua essência e me faz perder até o son,
Mais nunca... nunca... Minha inspiração.
TROVA SEM RIMA
Dizem que o povo não sabe votar,
Por isso um bom governo não herda.
Mas como é que o povo vai aprender
Se dentro da urna só tem... corrupto!
Com esta poesia acima,
Leva á uma viagem linda, sonhada,
Nos tremas versos rima através de sua simpatia.
Agora por exemplo cabei de ler,
Viajei pro mundo diferente do meu ser,
pensando em te conhecer te ver.
Mas adentro fui não te encontrei,
Talvez cheguei tarde Eu sei,
Pena, pena abraça-la irei.
Por aqui nossa sintonia amadurece, cresce,
Igual à uma semente bem plantada,
Todo dia é bem cuidada, regada,
Asim é será é nossa amizade sempre amiga linda.
Pobre de mim
Invento rimas assim pra você
E o outro vem em cima
E você nem pra me escutar
Pois acabou, não vou rimar coisa nenhuma.
São versos
com rima.
Que fiz pra ti
linda menina.
Por quem estou
a amar.
Com seu jeitinho
delicado.
Confesso estou
apaixonado.
Contigo eu quero
me casar.
Em meio a rimas e pautas o meu coração sente tua falta,
como uma doce brisa ao despertar, como um raio de sol ao amanhecer, em brio de alegrias, alegres cantos alcanço, como é bom saber que o meu pensamento está em você, livre talvez, leve como o ar. Senti sua falta no café da manhã, me acompanha até ao entardecer. Leve lembrança, doce criança. Como pode ser madrugadas sem você?
Dorme o sonho, dorme a lembrança, dorme o querer, ao amanhecer despertam com o dia, e a harmonia de receber teu bom dia.
Sem ele uma leve agonia inebria todo o meu ser, ai que saudade de você!
As horas passam e assim termina o meu dia sem você.
PALAVRAS
Passeio pela areia branca da praia
Faltam-me as palavras rimadas
Falta-me a vontade de assumir
Falta-me lucidez para esquecer
Falta-me coragem de fazer algo diferente
Falta-me energia mesmo quando escrevo
Falta-me inquietação na alma
Falta-me saudade, pela ausência
Falta-me tudo e nada....
Mas no final encontrei-te em frente ao mar.!
Coração De Rimas e Versos!
Tenho
um coração livre..
Carregado de
sonhos e poesias.
De versos e rimas.
Só para te oferecer!
Não deseja conhecê-lo?
A TRISTEZA ROUBOU MINHA RIMA
Ao chegar em casa
E ir para o banho
Olhei para o espelho
Com muita decepção.
Lancei um olhar de condenação
Para a pessoa que ali estava.
Frustração, arrependimento,
Com um profundo desgosto.
Ao entrar debaixo do chuveiro
Deixei a água cair em meu corpo
Para que talvez lavasse
Toda a tristeza, toda decepção.
Mas a água gostosa e fria
De um fim de tarde quente,
Mesmo que refrescante,
Não lava por dentro.
Mas essa mesma água,
Que não lava por dentro,
Começou a se misturar
Com as lágrimas.
Por algum tempo o pranto
Me dominou, lavou a alma,
Saiu em forma de lágrimas
Mais um pouco da dor.
E que dor! A dor da alma
Não pela ofensa de outro
Mas pela que eu causei
A tantas pessoas amadas.
Me senti um lixo, fraco
Impotente, me faltam
Palavras para dizer
O que pensei de mim.
O vazio me dominou
De tal forma, intensa,
Que as lágrimas foram
Apenas detalhes do pranto.
Detalhes imperceptíveis
Ao se misturarem com
A água do chuveiro
A molhar meu corpo fraco.
Detalhes pequenos diante
Do soluço e pranto incontrolável
Inconsolável, solitário, doloroso.
De uma alma incapaz de amar.
E enquanto escrevo
As lágrimas insistem
Em querer sair,
Mais contidas.
Mas não menos tristes
Pela impotência de um
Ser que quer ser melhor
Não pra si, mas pro outro.
12/01/2015 (18h36)
O SEQUESTRO
Após o sequestro fui roubado.
Levaram-me a vontade de escrever.
As rimas.
Os versos.
O poema da poesia.
Dureza foi ver a inspiração
Sendo carregada sem dó.
Eu que a preservava tanto.
Mas eles, pra meu espanto.
Consumiram-lhe em uma vez só.
Meu último poema
Foi arrastado ainda inconcluso.
Puxaram-no pela perna.
Ainda estava tão frágil,
Tinha versos pela metade.
Sem título definitivo.
Não entendo tal maldade.
Um bebê em gestação.
Rodando pela cidade.
Que ato de crueldade!
Não existia motivo.
A maior atrocidade.
Nunca saberei a razão.
Despi-me de vaidades
Pra fazer o pedido de prisão.
Por favor, prendam estes bandidos.
Eles foram muito ousados.
Levaram um poema inacabado.
E mantiveram o poeta silenciado.
Pensando por outro lado,
Talvez nem sejam tão culpados.
Eu tenho sido descuidado,
Ando muito distraído
Melhor perdoar estes indivíduos.
Se Schopenhauer pudesse falar
Sobre poesia, ritmo e rima
Não haveria grandeza escalar
Que definisse a poesia mínima
Os mais altos graus de vontade
Pela poesia são alcançados
E não a simplicidade
Onde muitos são controlados
Pela rima, pelo ritmo
A história e a experiência
Estão para a poesia
Tal que nos dão consciência
Da essência do dia-a-dia
Não há natureza humana
Que pela história seja representada
Onde a essência emana
Como na biografia tão bem explicada
Se houvesse a ideia e dela a poesia
Eu, até a esmo
Nada mais mostraria
Que a essência do si-mesmo.
Voos de fantasia...
Busco-te numa estrela poética
Em estrofes... rabiscos...versos e rimas...
Convoco o vento forte...
Para que me leve nas suas asas
e nesses meus voos de fantasia
saboreio o vai e vem das marés...
E volto a sonhar e te vejo
E fico encantada...enamorada
Ao ver o sol deitar-se...
E neste entardecer
Fico a recitar poesias loucas
Com palavras cheias de paixão...
As palavras dançam...numa harmonia encenada
Nossos corpos unidos...na minha visão de ilusão!
Talvez...
Amahã...
Quando o lirismo do verso
E a rima já desmaiada,
Partirem em despedida.
Na sua incansável afã,
Sobrevoando o universo
No final desata jornada,
Far-se-á bem nais luzida.
Um dia...
Na leveza de um suspiro,
Deixarei a lapidosa
Sob o clarão de uma vela.
Da estrada rude e sombria
E da masmorra me retiro
para surgir grandiosa,
No esplendor de uma estrela.
Talvez...
Surjam novos poemas
Angelicais, quem sabe alados,
Luzentes de felicidade
Como jamais alguém fez...
serão carícias supremas
Mensageiras da saudade,
a te afagarem outra vez.
Homenagem aos poetas
O poeta pode ser,
Da prosa, rima ou cantor.
Mas sempre se faz valer,
Dos cantos que vem do amor.
Qual poeta não quer ter,
Alguém para lhe inspirar,
Um amor, um bem querer,
Um céu azul e um verde mar.
No cintilar das estrelas,
Vêm os versos desfilar,
E mesmo sem poder vê-las
O poeta vai rimar.
Tudo isso vem da alma,
A beleza e inspiração,
O poeta traz com calma
Do fundo do coração.
Todo Poeta é doce,
Em seu sorrir e falar,
Porque se assim não fosse,
Não ensinariam amar.
Notas chatas chatas são meu forte,
Seco e intrínseco como a vida pede,
Decidir não fazer rimas,
Tomei força maior pela harmonia,
Não conto mais os dias,
Nasço a cada amanhecer,
Notei que a diferença,
Está se tornando normal demais,
Fechei os olhos, e descobri uma nova forma de ver,
Mas está imagem está a perseguir,
Longe, tão fora margem,
Vou continuar,
Rejeitei a trilha feita,
Comprei um facão e uma bússola nova,
Dedos sujos, mãos grossas e com vontade de lutar,
Incentivei os instintos,
Não desprezei a evolução,
Só quero me sentir mais forte,
E não morrer a cada meta,
Meu coração só quer me confundir,
Comecei a tratá-lo somente como um órgão,
Todos sabem: o cérebro é o cérebro,
Só tenho uma certeza,
A morte me espera,
Coube a mim decidir o estilo,
Desejo somente que ela esteja a séculos de distância.
O Esvair dos Versos
Eu era palavra
Tu eras minha rima
Nós éramos estrofe
Juntos éramos frase
Juntos éramos rima
Juntos formávamos poesia
A poesia se desfez
A rima se foi
A frase acabou
Só a palavra restou...
Cores e Tons
Que eu permaneça,
sempre com cores e tons!
Que eu seja versos.
Rimas...
Suavidade!
Que as minhas cores
mudem de acordo com meus sonhos...
Mas que elas sejam sempre suaves.
Que não cansem os olhos de quem deseja me admirar!