Poemas Brisa
Jamais a dor alheia será compreendida na totalidade, mesmo que ocasionada pelos mesmos motivos. A diferença entre uma brisa e um furacão se resume na resistência de quem passa.
Como a leve brisa que trás chuva em abundância e como o florescer, silencioso e belo. Assim é o agir de Deus...
Quando estou observando a natureza, é impossível não sentir a presença de Deus em cada folha. Consigo sentir o toque Dele na brisa suave quando bate no meu rosto. É possível sentir a sua presença no barulho das águas correndo sobre as pedras, no canto dos pássaros, na suavidade das flores. Deus está nos pequenos detalhes, não necessito ver, eu sinto a presença Dele e isso me basta.
Saudade, às vezes leve como a suavidade da brisa, outras vezes avassaladora como as tempestades em fase de devastação.
Estar equilibrado é o mesmo que navegar num oceano sem ondas e sentindo a brisa refrescante e harmoniosa da vida
Tem gente que causa ventania dentro do corpo, da alma e da mente. Que semeia os ares e deposita sementes que germinam brisa no coração. Tem gente que brota independente do clima e do tempo. E de repente sentimentos novos desabrocham dentro de nós como plantinhas de gratidão, amor e alegria. Muitas vezes furacão! São pessoas que entendem de plantar e florir. São pessoas que são primavera todos os dias, as vezes mistura com outono. Tem gente que faz florir mesmo quando o vento muda de direção e se faz tornado. Tem gente que é jardim e fulora. Tem gente que cultivo dentro de mim. ⠀
A palavra falada é leve como a brisa e se esvai na imensidão...
A palavra escrita é rocha que se lápida vagarosamente no tempo e na mansidão...
Sou aventurança além mar, sou ostras vivas espaçadas ao chão, ao vento mar, a brisa mora. Frações do tempo em sentimentos ilimitados em nossas existências.
O aroma de flores parece rimar com o cantar do sabiá, a luz do sol rebate na grama e cai como colírio para os olhos, a brisa repousando se torna música quando começa a acariciar a pele. Logo a noite cai, mas nada a temer, logo o dia virar a amanhecer, e a beleza voltará a prevalecer.
Eu quero ser o desejo, a chama e o calor. Eu espero ser a essência capaz de causar a tua insônia ou os teus melhores sonhos nas noites tranquilas. Eu desejo que osciles ao ouvir-me entre a brisa e a tempestade, e assim, que queiras tudo e tenhas tudo que anseies de mim. Vou entregar-te alguns dos meus segredos, para que os guarde ou de preferência, use-os.
Eu sou flor e sou brisa... Sou perfume e sou suavidade. Sou luz, dou vida, sou mulher e também poesia.
Já não sei se poeta sou, mera trovadora ou uma simples rabiscadora. O que sei é que tudo isso me enriquece, alegra e sigo em direção ao por do sol. Vou percebendo toda a alquimia que se faz enquanto a brisa toca só para mim, e aqui, aos meus pés em versos jaz...
Eu quero ser como o sol do meio-dia ou a brisa da meia-noite, pra tocar em sua pele e sentir o seu cheiro!
Senti uma brisa leve tocando meu rosto, então respirei profundamente. Sentei-me na sombra de uma árvore, fechei meus olhos e desliguei-me do mundo. Naquele campo verde com belas flores e ao som do cantar dos pássaros, pude, então, descansar.
A tempestade havia passado e o dia trazia novas promessas. O sussurro do vento cantava uma canção que dizia que era hora de recomeçar, desacelerar e seguir de onde o mundo parou. Então fui e aceitei a chance que me haviam dado. Nem tudo se perdeu.
Amar é como a brisa suave no ar, Que acaricia a pele e faz o coração pulsar. É sentir a chama que arde e consome, Numa dança de emoções que nos consome.
Eu estava bem ali, na sombra daquela nuvem, de pé a admirando. Sentia-me tão próximo a ela e ao mesmo tempo tão distante. E tudo que podia fazer era admirá-la e ela parecia me olhar de volta. Mas uma brisa soprou e ela foi para longe, então desidratei ao sol.
O prana é a brisa suave que apruma a vida, soprando direção e vitalidade através do tecido da existência, renovando o ânimo e desvendando os segredos do universo interior.
Hoje a saudade me tomou de salto e me fez em ti chegar. Sentiste algo como amor em estado de embriaguez, do tipo que nos tira o chão e nos faz levitar? Um entorpecente forte que nos tira o ar e ao mesmo tempo nos entrega à vida em ares fascinantes de lucidez? Foi a brisa que te mandei. Sente o perfume dos ventos? Sua essência se chama saudade e ela chega dominando o tempo, ocupando os espaços, perfurando o vazio da sua ausência. E se nada mais te comove, calo-me. Deixo-me seguir ouriçando as folhas, mexendo nos galhos, agitando o mar. Concedo-me à sorte dos abandonados que vagueiam por aí sem destino. E quando tudo não mais for, vitimado por um reles existir, dou-te as flores. Ainda existem as flores! E é do sentir delas que há de te fazer em mim, lembrar.