Poemas Bonitos
Qual o segredo para ser um escritor? Escrever sem medo das criticas. Qual o segredo para ser um bom escritor? Escrever bem e a auto criticar-se sempre acolhendo também as criticas construtivas dos outros.
Pero no hablemos de hechos. Ya a nadie le importan los hechos. Son meros
puntos de partida para la invención y el razonamiento. En las escuelas nos enseñan la duda y el arte del olvido. Ante todo el olvido de lo personal y local. Vivimos en el tiempo, que es sucesivo, pero tratamos de vivir sub specie aeternitatis. Del pasado nos quedan algunos nombres, que el lenguaje tiende a olvidar.
De todas las funciones, la del político era sin duda la más pública. Un embajador o un ministro era una suerte de lisiado que era preciso trasladar en largos y ruidosos vehículos, cercado de ciclistas y granaderos y aguardado por ansiosos fotógrafos. Parece que les hubieran cortado los pies, solía decir mi madre. Las imágenes y la letra impresa eran más reales que las cosas. Sólo lo publicado era verdadero. Esse est percipi (ser es ser retratado) era el principio, el medio y el fin de nuestro singular concepto del mundo. En el ayer que me tocó, la gente era ingenua; creía que una mercadería era buena porque así lo afirmaba y lo repetía su propio fabricante. También eran frecuentes los robos, aunque nadie ignoraba que la posesión de dinero no da mayor felicidad ni mayor quietud.
A beleza estética nunca vai sobrepor a inteligência, ser culto, falar bem é algo que não troco por nenhuma bela carcaça.
Sentado ao sol pensando em você nos lindos campos floridos!! Os pensamentos vagam, em um sonho acordado com você!!
Eis que nosso amor é pra sempre é eterno ele é como pequenas e grandes estrelas pois ele é até a ultima estrela morrer, sabes o porque disso ? porque estrelas não morrem , e não existem ultimas estrelas pois a cada universo a cerca de infinitos de estrelas ou seja o nosso amor é infinito .
O teu sorriso não apenas me faz bem e feliz, mas como também me da forças novamente pra que amanha posso faze-la sorrir novamente .(Paulo Ricardo Borges Vebre).
Respirei fundo e continuei em frente. Tudo ainda me abalava muito, mas eu sabia que ficar parada ali, esperando que algo mudasse ou que você mudasse, não adiantaria. Inúmeras vezes senti aquele aperto no peito que dizia "volta que vai dar certo, dessa vez será diferente". Mas lembrei de todas às vezes que voltei. Lembrei de todas as chances que eu te dei. Por fim lembrei que em nenhuma você mudou, melhorou ou valorizou. E no meio de todas essas lembranças percebi que ninguém muda, ou seja, percebi que você não vai mudar. O que aliás é uma pena, me deixa triste saber que gastei tanto tempo em vão com uma pessoa que no fim, não tinha nada para me oferecer. O coração ainda dói, o peito ainda aperta, mas já não é por saudades ou por vontade de voltar atrás. Dói e aperta, por saber que um sentimento tão lindo que poderia ter acontecido, não aconteceu por bobeira sua, por orgulho seu, por ignorância sua, por descaso seu. O caminho que escolhi é o do amor. O do amor recíproco, companheiro. Escolhi deixar na minha vida somente o que for verdadeiro, o que for correspondido. Agora para ser parte da minha vida, o abraço dado precisa ser apertado, o sorriso precisa ser sincero e o beijo precisa ser com amor. Por isso, não estranhe essa minha mania de querer apenas sorrir e de apesar de tudo, ainda te desejar o bem. Desejo que siga seu caminho e encontre outro alguém. É que agora é só assim que eu vou passar a enxergar a vida: com simplicidade e boa vontade, para permanecer só aquilo que me trás felicidade. É assim que eu acredito que valha a pena viver.
Não consigo encontrar palavras para descrever como a dor era horrível. Ela corroía dentro do meu peito, ardia. Chegava a ser quase insuportável. Não conseguia pensar em mais nada além de que o tempo passasse rápido e levasse pelo menos um pouco daquela angústia junto com ele. Já perdi muitas pessoas. Muitas pessoas passaram pela minha vida, entraram, ficaram por um tempo e depois partiram, mas nenhuma dor foi tão grande quanto a sua despedida. Tudo bem, eu já sentia há algum que não estava tudo tão certo como antes. Eu não sei ao certo, mas talvez já sentia o fim chegando. Mas de alguma forma ainda restava um pouco de esperança. De alguma forma um pequeno pedacinho de mim lutava com todos os outros que insistiam em não dar certo. Um pequeno pedacinho de mim não queria deixar tudo se desfazer, tudo se perder. Um pedacinho de mim ainda lutava pela ilusão de ficarmos bem, de ficarmos juntos, de voltar a ser como era antes. Mas não voltou a ser como era antes, e nem vai voltar. Tudo o que estava ao meu alcance eu fiz, eu tentei de todas as formas possíveis. Mesmo com toda a dor, com toda a angústia, eu ainda lutava por um pouco de esperança. Mas você conseguiu destruir todo a esperança que eu ainda sentia. Você preferiu se entregar a bobeira, ao orgulho, a ignorância, enquanto eu preferi me entregar ao amor. E talvez o problema tenha sido esse, eu amei de mais, amei por nós dois. Eu quis que desse certo por nós dois, eu quis muito e fiz muito para que desse certo, é uma pena que você não tenha feito o mesmo. Apesar de tudo não sinto ódio ou raiva, sinto pena, porque você nunca mais vai encontrar alguém que estivesse disposto a estar do seu lado mesmo quando você não merecia. Mas mesmo assim, quem saiu perdendo não fui eu. Eu apenas gastei amor demais com quem não era forte o suficiente para receber.
O sucesso para o limiar de um novo tempo, depende a principio de duas coisas: A base solida na qual seus planos deverão ser firmados, e o aprendizado resultante do passado, que, convenhamos, será de extrema importância para impedir que os velhos resquícios possam manchar o seu futuro.
Desafios sempre nos esperam nos caminhos que seguimos, alguns escuros e perigosos, outros felizes e atrativos, mas mesmo assim cheios de armadilhas traiçoeiras e nesses momentos estão os amigos sinceros e verdadeiros prontos para te ajudar e te apoiar.
A realidade, para nós, é aquilo que percebemos ou que organizamos. As palavras e as idéias são tijolos e cimento de muitas das nossas realidades. Em verdade, o verbo se fez mundo. E, sob esse enfoque, nós somos o pai do verbo. Porque só conhecemos o relativo, jamais poderemos livrar-nos, totalmente, do antropomorfismo e do antropocentrismo.
Tudo parece indicar que a tendência do universo não é a manutenção do nomadismo do elétron, mas do seu aproveitamento no sistema operativo do átomo. A rigor, talvez, não existam elétrons livres na natureza, porém em trânsito de um sistema atômico para outro, na conformidade das leis de atração, que regem o microcosmo. O associacionismo parece ser a impulsão teleológica do universo. A unidade, a sua permanente meta. Uma unidade cada vez mais rica operacionalmente. Por isso, o elétron que, como unidade, tem um campo di-minuto, sente-se atraído a participar da unidade maior do átomo. Por sua vez, os átomos procuram associar-se a outros átomos, segundo as suas estruturas eletromagnéticas e afinidades químicas e, assim, sucessivamente, do átomo à molécula, da molécula à célula, numa escala cada vez mais complexa de associações, na síntese de individualidades cada vez mais estáveis, até atingir o fenômeno humano e - o que nos parece lógico - prosseguir além dele.
O povo não entende o sábio. O sábio será sempre uma gota de óleo, boiando na superfície da água plebéia.