Poema sobre Pobreza
Não se mede a miséria de um país pela pobreza do povo, mas sim pela riqueza dos governantes. Quantos mais ricos no poder, mais miseráveis à margem da sociedade.
O que mata a fome do povo é comida, e o que alimenta os ricos governantes é a ignorância do povo.
Saúde, a maior riqueza; se você tem saúde, não pode jamais se queixar de pobreza, porque você já possui a maior riqueza.
Em nome de uma suposta igualdade de direitos, pobreza e falta de educação são rotineiramente confundidas, como se não aceitar o convívio com gente mal educada fosse o mesmo que rejeitar os mais pobres. Existe tanto gente humilde preparada para o convívio quanto as de posses que armam barraco, e vice-versa. Grosseria é grosseria, venha de onde vier! Daí que condenar a do rico porque é rico, e impor aceitar-se a do pobre porque é pobre, será sempre preconceito em ambos os casos.
A pior pobreza não é necessariamente a financeira, pois a vida é como uma roda gigante, e conseqüentemente o que está embaixo um dia estará em cima.
A pobreza espiritual é a pior de todas, e esta sempre estará em baixa jamais atingindo nenhuma altura significativa na vida.
Humildade não é sinônimo de pobreza, mas de riqueza de alma... A humilde permite que estejamos em paz conosco, com os outros e só é feliz quem tem paz. Por isso, os humildes têm a chave da felicidade em suas mãos enquanto os outros têm um cadeado que nunca os permitirá se abrir para a felicidade...
As pessoas confudem humildade com pobreza ou mansidão.
São humildes, aquelas pessoas que não são orgulhosas.
Onde a justiça é negada, onde a pobreza é imposta, onde a ignorância prevalece e onde qualquer classe é levada a sentir que a sociedade está em uma conspiração organizada para oprimi-los, roubá-los e degradá-los, nem as pessos nem a propriedade estarão seguras.
A humildade não está em fazer um voto de pobreza, sim em saber diferenciar o “ser” do “ter”. É comum alguns terem mais que os outros, é tolice pensar que de alguma forma é superior por isso.
Dentro de nós está o poder de nosso consentimento para a saúde e a doença, a riqueza e a pobreza, a liberdade e a escravidão. Somos nós que controlamos isso, e não os outros.