Poemas sobre a lua
Como é bom ter um amor que te faz sorrir assim, á distância da lua, do sol e do infinito das estrelas.
Sabe, pensar no amor, dá uma vontade de viver, de querer, de estar com você!
Às vezes o sol brinca de esconde esconde, e por dias cai uma chuva que deságua em mim...
Não fico triste.
Sei que tudo passa e há um sol brilhando dentro de mim.
De ti.
Ah... Como é bom ter um amor que me faz acreditar em dias lindos assim, onde as cores se misturam, onde há canteiros que florescem, onde a alegria permanece.
Somos amor.
Opostos.
Afins.
Distantes e ao mesmo tempo tão perto, pois sinto você em mim...
O amor pulsa forte, dá ânimo, inspira, dá sorte, vontade, desejo de ter você aqui...
Na rede, no chão, no sofá, na cama, no banho, na cama...
Onde a gente mais se ama.
Se entrelaça, que trama.
Sem drama.
Somos amor.
Somos dois.
Par.
Que desejam imensamente um no outro morar.
Que vontade de lhe beijar!
Na chuva, na rua, com música, com lua á nos iluminar.
Te amo!
Vem pra ficar.
Há espaço no meu abraço pra você se aconchegar.
Como é bom ter um amor que me faz sorrir...
Não importa a cor do dia.
Você está aqui...
SELENOFILIA
Dês de pequeno Neil Era apaixonado pela lua,
Cada dia procurava saber mais sobre ela,
Ficava horas e horas admirando sua beleza,
Ao crescer lutou para que um dia ele pudesse chegar perto do amor da vida dele,
Após alguns anos ele ia conseguir realizar seu sonho,
Entrou em um foguete
No caminho tudo começou a se desmontar,
E Neil Ficou flutuando no vácuo do espaço e olhando a Amada lua,
Grandiosa e mais brilhante que nunca,
No final ele esqueceu que estava flutuando
Se perdeu no seu próprio vácuo,
Pensando que não era nada perto dela,
Não existia lugar que ele poderia se encaixar,
Sozinho vagante no universo pensando em como ela era o seu tudo e ele não era nada,
Seu paraíso desmoronado
O frio foi lhe tomando
O corpo congelando
Sem ar ficou sufocando
Os olhos fechando
Ele ficou a encarando
No final seu corpo foi queimando
Como um abraço de um anjo
A Lua sempre esteve lhe observando
Eu sou Lua e tu o Sol o nosso romance é impossível,
somos como Romeu e Julieta, pertencemos a famílias
rivais e se na vida não podemos estar juntos a morte juntará.
Vivemos como D. Pedro e Inês de Castro, de amantes,
a casados e no fim depois da minha morte coraste-me rainha.
O nosso destino é ficarmos separados, mas sempre iremos
lutar para ficar juntos, porque seremos por fim nós os dois.
Nada há aqui
Na terra tua
Tejo sem ti
Noite sem lua
Dias ao sul
Senda de paz
No mar azul
Refúgio capaz
Voltas um dia
Repetes tudo
Procuras magia
Num grito mudo
Reflexo no rio
E nada mudou
Espelho vazio
De quem amou
Ela é de lua, é de fases,
de momentos marcantes,
de instantes marcados,
suas lutas são relevantes,
evita entraves desnecessários,
possui uma mente inquieta,
emoções consistentes
e flamejantes,
pinturas da sua alma intensa.
À noite, fica mais à vontade,
sua postura é precisa e sincera,
age com esperteza e audácia,
foca na sua sobrevivência.
Sua Fé em Deus é uma Luz
que não se apaga.
Portanto, acredito que sua existência
é relevante com um viver bastante expressivo, cuja essência é emocionante.
Alembradura -
Horas convulsas
da minha
aldeia!
Noites sem
Lua,
dias sem
Sol,
campos de
flores,
trigo e aveia,
tantas sementes
que o espaço
alteia ...
E um monte
de estevas,
ergue ao longe,
na umbra,
uma Terra audaz!
"- Ó menino,
tu não te
atrevas ir
sozinho a
Monsaraz!"
Dizia meu Avô!
Dizia minha Avó!
Montes e vales,
rochas traiçoeiras,
hortas e vinhedos,
cercas perturbantes,
bichos e cobras,
por aí, nas eiras,
onde eu andava
dantes ...
No Outeiro!
Na minha Aldeia!
Criança sem rumo,
pelo orvalho,
diziam meus Avós,
atormentados:
"- o menino
não levou
agasalho! ..."
E quando regressava
dessas voltas,
sempre, de meus Avós,
preocupados, escutava
um ralho!
E hoje, mais só,
que dura saudade!
Desse Tempo ...
Desse Espaço ...
De meu Avô ...
De minha Avó ...
Saudade que perdura,
nessa Casa da Infância,
nesta fria-alembradura ...
Esta noite está muito deleitável,
a lua está deslumbrante
com todo o seu charme,
até as nuvens se afastaram
e deram o destaque às estrelas
pra deixarem o céu mais belo
todo estrelado.
Observando este cenário lindo,
estou certo que este nosso encontro está acontecendo no momento exato,
sinto um prazer e tanto por estar contigo,
estás bela, teu olhar está radiante,
nem consegues disfarçar o quanto que estás plena,
isso alegra-me bastante,
faz valer à pena toda a espera.
Agora, pega a tua taça,
vamos degustar um pouco
de vinho para aquecer nossos corpos
e em seguida, aqueceremos as nossas almas ao satisfazermos
as nossas vontades
numa correspondênciaexpressiva
de afagos, palavrase olhares.
Dessarte, esta nossa ocasião
está apenas começando,
que venha a ter um sabor de infinidade,
imersos numa sensação
de que estamos sonhando
com uma riqueza de intensos detalhes.
FLERTANDO COM A LUA
Oh! Por que brincaste comigo, oh, lua?
Por que fugiste de mim, após ressurgir?
Sim. Nossa prosa fora bem supérflua.
Sob o encanto de tua festa, louco, caí!
Com tua ausência aparecera' o sol-rei.
Pra estes lados daqui, ele não facilita.
Como cao sarnento, logo o encontrarei.
Ínsito semblante de um cao... carnalita:
Comiserado serás de mim, ao aparecer!
Que teu abraço seja cálido; consolador!
Poeta melancólico de coração arrefecer!
Lua, que tratado que há entre ti e o sol?
Ocorreu-me esta absurda e leve duvida!
Por que os dois não aparecem, no farol?
poeta_sabedoro
Graça -
Mal o dia anoitecia na cidade
lá ia a Graça tão formosa como a Lua
era a fadista do bairro da saudade
e caminhando ia cantando pela rua.
Era bonito o seu andar de moça nova
pelas ruas da cidade de Lisboa
tinha no xaile o encarnado d'uma rosa
diziam ser o Rouxinol da Madragoa.
E numa aurora ao romper de muitas flores
o Sol nasceu e deu à Graça, longo beijo
o azul do Céu foi rasgado por mil cores
e ali ficou como Lisboa à beira Tejo.
A Lua tem suas fases,
A Rosa seus espinhos,
Mas são Belas e Amáveis
Apesar das Adversidades
nos Caminhos.
"Um dia acordei assim: Brilho imenso, virei sol!
Agora nem a noite
assusta mais...
sou Lua depois de Sol."
Ar Luna
A lua escura, mortiça, canhestra, refratando-se no céu gelado.
Desenhando as nuvens plúmbeas com a sua face marcada pelos cogumelos de areia. Eu queria imaginar a minha saudade pintando as nuvens mortas, auxiliado pelo disco lunar.
Antes podia sentir, no frio da noite, na nebulosidade que cobre o céu, a escuridão que vem do meu interior.
E a noite, a Lua, virou o Sol, o dia.
Neste instante, o poeta, o guardião, varou a porta dourada e travessou o selo que separa o antes e o depois, o que era inconsciente do que era consciente, juntando tudo no agora. E a melodia do Destino soou para resgatar as almas que não existiam e fazer valer o amor esquecido. Somos senhores do mundo, mas quando criamos os seres, deixamos de ser nós.
PASSADO...
Deste me a lua
Tiraste me o luar
Deste o rio
Tiraste me o mar
Deste me o riso
Tiraste me o juízo
Deste me paixão
Tiraste me a ilusão
Deste me tristeza
Tiraste me a alegria
Deste me a certeza
Do que eu não queria ...
Bela Da Silva
03-12-18
Eu sou lua
Sou feita de amor
A noite toda ilumino o mar
E o sol brilhante nunca esteve
Próximo de mim
Vivo com estrela brilhando no céu
Eu sou lua apaixonada
Esperando pelo sol brilhar no céu
Vou sentir saudades do seu calor
Eu e as estrelas contando
Do dia em que vou abraçar o sol.
Shirlei Miriam de Souza
Minha alma.
Minha alma
Irmã da tua, voa indiferente, agora,
Vendo, alva, a lua.
Pequena parte daquela
Que também é parte dela.
Caminha, então
Na sua rua...
De mãos dadas com a sua.
Errantes, estrelas brilhantes,
Mas, aos teus olhos, os meus
Parecerão tristes ao luar
Pois a poesia dispensa os fatos,
Os atos, contratos...
E, entre a fantasia do teria sido.
E do que parecerá ter havido,
Optamos irrevogáveis, por sonhar....
Mas, meu coração é leve
E quando vier o adeus
Voará, E ao lado do teu, mansamente, pousará.
O sol,
a lua,
O negro.
A branca e o pardo.
Nesse mundo de cores não me encontro.
Identifico-me preto, sou pardo, identifico-me pardo, logo sou branco.
Hoje me dizem quem eu sou, amanha iram dizer quem eu era.
Perguntaram o por que e direi já era.
Já era hora de acordar e me enxergar nu, sozinho, mas nunca vazio, pois em mim nasce de uma fonte a enxurrada de esperanças.
Aonde o daltonismo seja tão forte que enxergamos as almas antes de nos diferir apenas pela cor e o preço que querem dar por ela.
“Sentimento Pecaminoso”
Sol na manhã espreita
Enquanto o sol brilha
A lua de dia se deita
Ninguém adora promessas e mesmo assim se contenta com elas
Eu não posso amar novamente
Porque não sei o significado! Pós Viver uma Vida dupla por trás do mesmo corpo é complicado
Juntei Pedras pra formar rochas
Unifiquei estrelas pra formar Galáxias
Corpo e alma tão tenebrosa
Mente e estrofe tão pecaminosa
Maldito poeta vestido de poemas e coberto por palavras
E em noites sonetos revelando os meus medos
Sentimento pecaminoso preso no coração de quem quer entrar no céu
Vida dupla por trás de um mero poeta
Escuridão por trás do brilho de um cometa
Escravo sou eu que foi condenado em passar o resto da vida sem o papel e a Caneta
“No meio do inverno sombrio”
Últimopensador