Poema de Sete Faces
O BRANCO MASCULINO
Te seduzo e me refletes...
Com Rubras faces
Rubros todos as minhas
formas de lábios molhados
Caio de joelhos a seus pés
Espada fundida doí e molha
A branca veste masculina...
Te provoco e me molhas...
Usando a camisa com teu cheiro
A Ausência da lingerie abaixo
Um ombro a mostra apenas
A minha pele clara transparece
A evidencia róseas auréolas
E Rubros mamilo dos seios
Louros pelos causam arrepios
Refletidos a Vênus púbis
Transparente....
Te atento, feito a Bela Fera mulher
Com teu cheiro, me perfumas
Inebriante ao teu deleite
mais que o melhor néctar
e sem mais...Te seduzo!
Tu então, Abusas, atreves.
Invade , me possui, prensa a parede .
Lambuza a meu corpo todo.
com meu arfar molhado.
com leite e mel Espartano Rei .
com palavras e defeitos.
Mundano, profanos, Humano...
Te seduzo e tu, por instinto.
Responde com firmeza .
Tua espada levantas , empunhas
E Abate , cala minha lascívia
Enlouquecida umedecida.
Te Seduzo, não há fim
Que Com carinho te recebo.
Como Delicada porcelana.
te envolvo a pujança que empunhas.
Espada a dentro fundo e forte.
Há malícia , delícia que falta até o ar.
A vontade inundando tudo.
a nós...Me conduzindo...
... aprendo seu corpo
Apertado ai meu te ensino...
Te seduzo, te adoro, te quero
Seu meu...
Cada pêlo,
cada poro,
cada milímetro da fenda ao " G"
Te Seduzo ?será ?
Reparo, então
que no fim do fundo
não mais seduzo...
Seduzida completamente
Me confundo, com você.
Ou somos um ou dois em um.
__________ Norma Baker
O outono cobre o jardim com seu manto de solidão,
e expressões tristes se formam nas faces dos que acreditavam.
Com um olhar estático, encaram as folhas perdidas no chão,
notando que também perderam o que mais amavam.
A constante cromática germina no céu dos personagens,
que deleitam-se em guerras, e sofrem na paz,
contemplando sua velha e falsa salvação,
enquanto conservam o ciclo do quadro em transformação.
O inconstante procura seu ninho acromático,
onde os anjos entregam-se a pecados angustiantes.
Pinta o amor com sua paleta gradiente em vermelho,
cujos tons há muito tempo deixaram de ser vibrantes.
Marcados por pincéis finos que deixam rastros,
as obras moldam-se ao meu bel-prazer.
Satisfazendo-se com a opressão iminente,
pois aos seus pintores devem obedecer.
Faces reveladas
Máscaras caindo,
Faces se revelando,
Os dias coloridos se tornam negros,
Como isso aconteceu?
Em meio a confusão,
Estando de pé,
Os mundos se esbarram,
Sobrou apenas a alma rejeitada,
Divergente do restante a mente solitária observa,
Pranteando em silêncio.
Dias doloridos,
Quanto tempo é possível aguentar?
Desistir? Abrir mão de tudo?
A incerteza é constante.
"" Perfeitas faces rosadas
brancas, negras, mal faladas
atirem flores nos autores de descriminação
rompam centopeias absurdas
e nivelem o clamor de paz
estampados como caricaturas modernas
os sorrisos sejam amores a nascerem
florescerem
numa nova roda de mãos a se procurarem
que não hajam estrelas, mas comunhão...""
POESIA SÓ
Quando estou só reconheço os versos.
Quando estou só busco inspiração nas faces da vida.
Quando estou só me sinto mais infeliz.
Quando estou só busco cantos nas vozes do silêncio.
Quando estou só as palavras desdenham mais profundas.
Quando e quando!
Nada quando, as palavras que encantam magias.
Quando estou junto ao amor,
a poesia nasce livremente feita flores fortes.
Quando estou feliz
as palavras nascem livres e soltas, exaladas da alma de amor.
Quando estou amando a poesia vem em vida, mais feliz.
Quando estou junto à poesia em vida descubro e declamo o amor.
Quando estou ao lado do amor em pensamentos,
sinto a poesia no ar, vindo ao encontro do encanto no peito.
Quando estou em silêncio!
Percebo que o silêncio apresenta um toque de palavras de amor
que sonha feliz com palavras da vida que se tornam poesias.
Mil faces de um poeta
(Fernandha Franklin)
"O cara que escreveu aquele textinho de amor, nunca viveu um amor de verdade. Ele vive de ilusões, de idealizações, vive amores fictícios.
O cara que escreveu aquele textinho com rima; só fez isso pela decência da leitura. .. por que pra ele; a lógica da poesia é a rima.
O cara que escreveu aquele textinho; é um fake, ele não é real... Não ama com aquela paciência e plenitude, e duvido que ele tenha tanta atitude para não deixar o amor ir embora.
Nós homens somos medrosos; e só lutamos até onde nosso ego não se machuca.
O cara que escreveu aquele textinho, só queria ganhar fãs femininas, por que ele sabe bem o que elas gostam de ler e ouvir... e sabe que elas se derretem por rimas.
Rimas..
Rimas...
E rimas...
O cara que escreveu aquele textinho nunca teve um relacionamento duradouro, nunca teve um amor inocente daqueles bobos que enviam ursinhos e cartões de presente.
O cara que escreveu aquele textinho que as mulheres adoram sempre dorme sozinho. ..mesmo quando não está só.
O cara daquele textinho coerente; real e que parece falar da gente apenas sonha...
Em viver tudo aquilo que escreve.
Aquele cara é um coitado, precisa que o coração esteja doendo pois só assim esquece do medo e se libera em palavras.
O cara que escreveu aquele textinho, deixa ir embora quem realmente pode doar-lhe carinho sem pedir nada em troca... e ele diz que deixar o amor partir, dói seu coração, mas só assim recebe a certeza da mais pura inspiração.
O cara que escreve aquele textinho encantador e sem rebeldia, ama alguém mas prefere a solidão. .por pura poesia.
Pra mim os poetas são seres sem almas e eu nunca seria um poeta!!!!!"
-E foi assim que um poeta rebelde descrevia um poeta clichê. Tentava camuflar em sua critica, a invídia que sentia pelo poeta apaixonado.
nossas almas perdidas em agonia
caminham num mar sem faces,
em prólogo infinito atroz,
magoas revelam-se
sobre a profunda cortesia
minha lágrimas dão contraste,
sua morte prematura
desdém sua alma partida,
entre os sussurros intermitentes...
dá a tempestade um fronteira de felicidade,
dentro do descanso eterno minha amada.
Várias Faces
A Humanidade para, observa,
Atenta naquilo que a rodeia.
Esquece-se de si própria,
Esquece-se da criatura feia.
Foge da sua personalidade,
Mas faz maravilhas no mundo,
Logo depois vai tudo abaixo,
Fica perdida no fundo.
Mergulha nas palavras,
Não sabe que ondas são,
Não sabe o que diz,
Jamais merece perdão.
Toca no que é sensível,
Aprecia as belezas presentes,
E o que existe de mais agradável,
Fecha-se nas suas mentes.
A Humanidade é feita
De pequenos momentos inconstantes.
Todos bem distintos,
Todos bem semelhantes.
LCF
'FACETAS'
Verdades sobrepujadas e as milhares de faces pairando nas noites sem Luar,
Poesia retangular,
Quadrática.
Maquilagens nos 'sofás disfarçados'.
Quadros 'seminus' nas 'salas mascaradas'.
Vitalidade invejável,
Por trás das sombras:
Tudo impecável/relevâncias...
Na capa dos diários,
Frases de um violino apontando corpos celestes,
Mas o teor dos poréns,
Sucumbiram-se nos vácuos/matérias.
Escorregadia nas mãos sem melodias.
São as Montanhas,
Geradoras Vãs de alegrias,
Gladiando e hostilizando o 'eu',
Criando estigmas,
Ar rarefeito,
Apagando as estrelas...
Portas cilíndricas,
Quebradas,
Se perdem por trás das cortinas,
Estilhaçando as facetas em construções.
Clarão e sons emblemáticos corrompem as mesclas inexpressivas dos olhos.
A assimetria da vida pede novas jornadas,
Seguindo resiliências insípidas,
Abraços.
E os dias brilhantes/patéticos transmudam-se em dormências,
Sem figuras titãs,
Espaços...
Lá fora o sol já chega luminoso
Secando o orvalho do gramado
Uma brisa fria acaricia nossas faces
É o outono fazendo amizade com o inverno...
mel - ((*_*))
"Viva o Amor" !
Ele tem muitas faces, muitas fases...
O que importa é vivê-lo
alegremente,
intensamente,
eternamente...
Cika Parolin
Reflexão diária 25/06/2016 (sábado)
As duas faces da moeda
Sempre que com fé peço a Deus que perdoe meus pecados falhas e transgressões tanto do meu passado como do meu dia a dia sempre fico atento a não cometer os mesmos erros e não omitir por menor que seja minha atitude, pois sei que é isso que o entristece, tão como a desobediência, e a teimosia em persistir naquilo que já errei uma vez. De nada me adiantaria causar feridas em vão em meus joelhos se não uso de honestidade com aquele de que nada posso esconder. Sinceramente fico extremamente incomodado quando vejo algumas pessoas usando de tamanha hipocrisia.
Todas as faces de uma poesia anacrônica
De qual poesia estamos falando?
Da sua, da minha ou da de Drummond?
A qual classe social pertence os teus versos?
Pois se falas de um sobrado com vistas para o mar,
a poesia é uma.
Se falas de um puxadinho a beira córrego,
a poesia é outra.
Se escutas o estampido seco dos disparos ao longe,
mas não vês a cor do sangue que pinta a calçada de vermelho
e o choro triste da mãe que escorre em silêncio de seus olhos avermelhados
e envolve o corpo morto de seu filho, ainda (adolescente), caído na sarjeta
a poesia pode até te dizer algo, talvez, não te diga tudo.
E o mais provável é que não te diga mesmo tudo!
Mas dirá algo com toda certeza.
Mesmo que pense, (in)conscientemente, não ter mais nada a ser visto.
Se não vês o sangue urdir a tua consciência
e tomar-te de indignação por completo
de certo, talvez até critiques o que lê.
Pois não sabes de que poesia se está falando.
Não sabes de qual estética poética falo
e eu de certo, na mesma medida que ti,
não faço ideia de que versos você se veste
quando investe sua ira contra mim.
De quem é a poesia?
De quem a escreve,
de quem a lê,
de quem?
Dizem que a poesia não tem classe social, gênero, cor, raça, etnia, religião...
Tudo mentira!
A poesia é pretensiosa, escolhe e se faz escolher, manipula.
A poesia se disfarça e se versa em faces diversas,
só para manter o disfarce, da grande farsa que somos todos iguais.
Inclusive quando escrevemos versos.
Eu minto, tu mentes, ele mente...
Drummond, não.
Fragmento da poesia:
"Todas as faces de uma poesia anacrônica"
Dizem que a poesia não tem classe social, gênero, cor, raça, etnia, religião...
Tudo mentira!
A poesia é pretensiosa, escolhe e se faz escolher, manipula.
A poesia se disfarça e se versa em faces diversas,
só para manter o disfarce, da grande farsa que somos todos iguais.
Inclusive quando escrevemos versos.
Eu minto, tu mentes, ele mente...
Drummond, não.
LÁGRIMAS!
Márcio Souza
Com as lágrimas da fonte de tuas faces, regarei o amor que flui na sensível beleza da tua alma.
Mostrando a Cara
.
Contradição forçada á minha ruína
Não possuo mil faces
Apenas uma ilusão
Jogo meu jogo
Sigo minhas regras
Sem nenhuma antemão
Apenas um depravado egoísmo
Promovendo desejos
Ironizando meu coração
"As duas faces da flor"
Rodeada de cipós e espinhos,
Eu te vi, num mundo só teu.
Imponente, culta, soberba,
Como peça intocável de museu.
Tentei ver através das aparências,
Um mundo carregado de emoções.
Apesar do limite intransponível,
Sinto em ti pulsar um coração.
Flor tu és, de belezas mil.
A transmitir sensações vitais.
Porque te escondes nesta indiferença?
Diferença própria dos seres racionais?
Chegou o tempo de desabrochar.
Desabrochando vejo esta linda flor.
Numa lágrima refletes a alma,
Dourada e bela, regada pelo amor.
Menina, flor de meia idade.
Cultivada com sabedoria.
Enriquece todos que se chegam a ti,
Sagrado exemplo, nos dado por Maria.
Sorria, chores, apaixone-se mulher.
Tu és a mais perfeita obra de Deus.
Não terás perdão ó criatura,
Por não viveres plenamente os sonhos teus.
“Penso”
Vida sábia,
Vida apologética,
Faces temporárias como:
Fenômeno natural,
Ou uma ação verbal simplesmente
Inexplicável acontece... Sem razão
Sem respostas!
E ai quando me encontro em si, sem perigo de coma,
De ser atacado por animais que juram ser humano,
Manipulando pessoas de mentes vazias fáceis de poluir,
Com as idéias remanescentes dos autoritaristas romanos aff...
Fazer hístoria um dos motivos quem me levam a viver em mundo que eu nem sei se existe.