Poema de Justiça

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Na triste alusão feita
sobre ti, o logro lhe trouxe a contenda e assim, vislumbrou-se de nova ótica!

⁠Olhando bem de perto ninguém é normal, nem santo, nem justo, nem correto ou virtuoso. Mas é exatamente aí que mora a beleza, a luta, a garra e a vontade de transpor obstáculos e superar as mazelas de caráter e personalidade.

Apenas dois tipos continuam aqui: frouxos e cães de caça. Os frouxos vivem com medo, jogam a culpa nos outros e nunca se responsabilizam. Já os cães de caça farão de tudo para que a justiça prevaleça. Seguem o rastro do criminoso e não descansam até que ele tenha o que merece.

⁠Une-vos a todos aqueles que não medem esforços no combate às injustiças; lutem perseverantemente pela liberdade, pelo respeito a vida , por justiça e pela paz.

⁠⁠As pessoas dão muita sorte que eu não sou de confusão; mas para o azar delas, eu tenho Exú e da sua justiça ninguém escapa.

⁠"Ética deve ter um respeito universalmente flexível, por ser absolutamente rígida com a dignidade"

⁠Se estás a acusar alguém sem lhe permitir sequer o direito de resposta, não estás a procurar a verdade, mas sim a convencer-te de uma.

Aos justos compete sua própria conduta. O resto, são consequências... Não podemos mudar o mundo, mas é altamente possível fazermos nossa (pequena) parte nesse processo, mantendo-nos íntegros! ⚖️

⁠São tantas as injustiças devidamente comprovadas no mundo ao longo da história, que somos levados a pensar que vivemos literalmente num mundo de injustiças, como se a justiça do mundo tivesse sido banida.

⁠Um momento somente é eternizado positivamente com a prática etérea do amor.

⁠A vida sem advogado se assemelharia a um jogo de pôquer sem cartas, onde cada blefe ou jogada seria uma aposta arriscada e sem qualquer tipo de segurança.

⁠Quem usa de momentos de choro e tristezas de um velório, como oportunidade de maquinar o mau contra alguém, pode receber de volta este mau em momentos de risos e alegrias em festas; A lei da semeadura não perdoa!

⁠Muito bem, você é procurada por assassinato. Só para minha analogia, vamos supor que você fez isso. John Ruth quer levar você até Red Rock para ser julgada por assassinato. E, se for considerada culpada, o povo de Red Rock vai enforcá-la na praça da cidade, e eu, como carrasco, farei a execução. E se todas essas coisas acabarem acontecendo, é isso que uma sociedade civilizada chama de "justiça". Entretanto, se os parentes ou amigos das pessoas que você matou estivessem lá fora neste momento, e depois de quebrar essa porta, eles a arrastassem pela neve e a pendurassem pelo pescoço, isso, seria um linchamento. Agora, a parte boa do linchamento é que aplaca a sede de vingança. A parte ruim é que pode fazer o certo se tornar errado. (...)
A diferença sou eu. O carrasco. Para mim não importa o que fez. Quando eu enforcar você, não terei satisfação pela sua morte. É o meu trabalho. Enforco você em Red Rock, parto para outra cidade e enforco outro lá. O homem que puxa a alavanca, que quebra o seu pescoço, será um homem imparcial. E essa imparcialidade é a essência da justiça. Justiça aplicada sem imparcialidade corre sempre o risco de não ser justiça.

Busquei nas palavras dos sábios a liberdade para os justos e encontrei mais do que a minha vocação, pois por amor ao próximo me fiz humilde e pela sede de justiça me vesti da lei e dela viverei.

Perdoar a quem nos tem magoado e ofendido é uma atitude de humildade, de benevolência, de fé e respeito a Deus.

⁠Estudar direito, mas não estudar Direito é melhor do que estudar Direito, mas não estudar direito.

Por mais que os extremos insistam em me arrastar para suas respectivas trincheiras, é bom que saibam que minha cabeça estará sempre acima delas, e minha posição em relação à fronteira entre os territórios que se confrontam será sempre definida por cuidadosa análise dos fatos para uma escolha – sempre revisada – ditada pela minha consciência. Eventualmente me distancio, mas sempre a resgato! Não gastem comigo, portanto, mais energia do que a necessária, pois que a força maior a me mover será a que me garanta o retorno ao meu “greenwich” entre os hemisférios.

Folgado, dizem, é chegar por último e sentar na janela. Mas esperto mesmo é ter chegado primeiro sem nunca ter sequer limpado a vidraça e usar o mundo pra lhe garantir o lugar nela, pois os que chegam depois irão concluir que também podem desejar o lugar mesmo que nunca tenham tido nas mãos uma flanela.

Os tiros que me chegam vindos do morro me remetem a questionar o porque de tanta violência. Ainda que não justifique, consigo entender que para o indivíduo condenado à perene pobreza não deve ser fácil aceitar que alguns tenham tudo, e outros tantos precisem passar uma vida inteira para ter pouco mais do que nada. Minha lógica me diz que é bem mais fácil entender miseráveis roubando de ricos do que milionários roubando o pouco que o pobre consegue apenas porque o muito que têm ainda não é o bastante para o tamanho de sua ganância.

A melhor forma de aproveitar a vida não é banquetear-se com os deuses do Olimpo, mas servir de inspiração a pobres mortais que lutam por fome e sede de justiça