Poema de Despedida de Professor Amigo
[Na EJA], é imprescindível que o professor consiga levar os estudantes a participar constantemente de cada ação educativa, interagindo ativamente com os outros e com o meio, permitindo reflexões e a busca por soluções transformadoras, e, assim, deixando a condição de oprimidos ou excluídos.
O ensino de História esta caracterizado por inúmeros sentidos de ser. O professor que ensina não pode ser visto como um deus do absoluto saber, até este mesmo está passível de criticas.
Qual a diferença entre historiador e professor de história? Sinceramente, não deveria haver tendo em vista que os dois foram formados para a pesquise, ensino e extensão. O professor de história em sala de aula tem toda autonomia para continuar seu trabalho na pesquisa e extensão. Não é só porque ele esta com um livro didático que este lhe tira o ser historiador. Muito pelo contrário, historiador e professor de história estão juntos, por estarem munidos do saber histórico adquirido na academia de ensino superior.
O professor deve ter as ferramentas necessárias para direcionar o seu aluno ao conhecimento. Seria possível utilizar uma novela como ferramenta de construção ou desconstrução de um saber histórico? Creio que sim, e se o professor de história souber utilizar dessa realidade televisiva já vivencia pelo aluno em casa, melhor ainda será sua aula ao estabelecer conexões de saberes históricos com a realidade fictícia assistida pelo aluno.
O terreno das adversidades é um grande professor sobre os temas que envolvem a vida, pois sem o mar bravio não se aprende navegar, sem deserto não se aprender a valorizar a água, sem medo não se procura abrigo ou proteção, sem a morte não saberíamos amar a vida e sem a cruz não teríamos JESUS!!!!
A gestão democrática supõe a redefinição do papel do educador. O professor deixa de lado a função de depositador de conteúdo e se torna um design da informação, tutorando o conhecimento. Como o processo de ensino é intencional, o aluno se torna protagonista da aprendizagem.
Nunca compreendemos melhor a loucura de ser professor público do que quando libertados das fantasias academicistas.
O êxito de um professor de matemática deve ser medido pela quantidade de alunos que, ao longo da vida, ele ensinou a pensar por si mesmos e não pelo volume de fórmulas que os fez memorizar.
Ser professor é inventar, é reinventar, é ser criativo, é ser palhaço, é ser mágico, é ser artista, pois a cada aula ministrada é um peça teatral apresentada, a qual será lembrada pelos alunos, pois será a base, o alicerce para construírem o caminho do sucesso.
Iniciei como professor de história mostrando o quanto sabia escrever, identificar realidades em mapas, datas, fatos e etc. Percebi em poucos meses o quanto me distanciei da realidade vivida pelos meus alunos. Penso que mais interessante que falar da Revolução Francesa, seria começar a mostrar para os alunos a realidade que eles vivem, se questionando sobre o que é a escola, o que é a politica, para depois tomarem consciência do quanto a Revolução Francesa teve impacto na organização social e politica em que vivemos. Assim, mostraremos o que é a liberdade, igualdade e fraternidade tão disseminada.
O professor de sociologia do Ensino Médio deve estar em constante ATUALIZAÇÃO dos conteúdos. O livro didático traz muito conhecimento teórico, se colocarmos essas teorias com a realidade de Geminiano isso pode causar dois impactos: POSITIVO, onde os alunos agora podem exercer a capacidade de relacionar o conteúdo estudado com a realidade vivida. NÃO POSITIVO, MAS INTERESSANTE: causar provocações na mentalidade politica da cidade.
O interessante em uma aula não é quando apenas o professor domina o conteúdo, mas quando este percebe que está aprendendo cada vez mais, em cada situação nova por ele enfrentada.
...agora me visto e saio, vou visitar o professor e troco com ele algumas frases amáveis, mais ou menos falsas, tudo isso contra a minha vontade, assim procede a maioria dos homens que vivem e negociam todos os dias, todas as horas, forçadamente e sem na realidade querê-lo; fazem visitas, mantêm conversações, sentam-se durante horas inteiras em seus escritórios e fábricas, tudo à força, mecanicamente, sem vontade; tudo poderia ser realizado com a mesma perfeição por máquinas ou não se realizar; e essa mecânica eternamente continuada é o que lhes impede, assim como a mim, de exercer a crítica à sua própria visa, reconhecer e sentir sua estupidez e superficialidade, sua desesperada tristeza e solidão. E têm razão, muitíssima razão, os homens que assim vivem, que se divertem com seus brinquedinhos, que correm atrás de seus assuntos, em vez de se oporem à mecânica aflitiva e olharem desesperados o vazio, como faço eu, homem marginalizado que sou.
(O Lobo da Estepe)
Professor NÃO é Educador, da mesma forma que Aluno NÃO é Estudante! Uma coisa é antagônica à outra; uma exclui a outra. Professor instrui; Educador, por excelência é pai/mãe/responsável.
Aluno assiste aula; é uma atividade coletiva e passiva. Estudante estuda; é uma atividade solitária e ativa. Quem assiste aula absorve. Quem estuda, produz. Não são sinônimos.
Vi ao meu redor a maioria da sala usando os seus métodos para enganar o professor, e tirar o que precisavam para passar da matéria. Penso, realmente estamos no mundo liquido de Bauman, só quero ver na hora de um concurso... Aí lá os aguardarei, estou construindo o conhecimento seguimentado no meu cérebro.
O verdadeiro professor não é aquele que ensina a não cair, mas é aquele que ensina a como se levantar depois de cada queda.
O maior professor da vida é o tempo. É com ele que você aprende que um celular de 100 R$ realiza a mesma ligação que um celular de 1000 R$; é com ele que você aprende que a solidão numa casa de 15m é mesma que uma casa de 500m. O preço muda, mas o valor não.