Pobre
Pobre pessoa sem nada a perder,
Todo dia chprava, mas sempre sozinha.
Quem poderia entender,
Era apenas uma garotinha!
Tao rapido se tornou suja de coração,
Apenas se confortava passando de mão em mão.
Agora ela mata sem perdão!
Com o sangue frio escorrendo em sua mão.
Perdida estava sem nem o que comer,
Pensou consigo mesma em humano como refeição.
É algo tao banal, mas ai esta a morte canibal.
Que a cada degrau da vida que subimos, possamos sempre olhar pra trás e ver que sendo rico ou pobre sempre precisamos de Deus pra nos levantar.
Serei Sempre -
Serei sempre um pobre Poeta
sem destino,
um deserdado dos outros,
um esquecido, abandonado,
filho do silêncio
sem vontade de viver!
Serei sempre um triste
que só sabe fazer versos
com garras frias, contra a vida
negando o coração ...
Terra mordida de Sol ...
Noite vivida de Lua ...
Morto que procura a solidão ...
Pobre alma, corroída por tanta inveja! Nem percebes que sua condição só piora. Enquanto amargas a conquista alheia, mais te tornas em puro fel. Enquanto procuras oportunidades para prejudicar, mais o abismo te abraça. Enquanto abres a boca em maldições sem causas, mais te vestes das próprias.
Pobre alma, corroeu-se!
Quem vive inventando
personagens na vida
real, serás apenas um
pobre coitado no seu
mundo de ilusão!
Era uma vez um país bem distante, muito rico, mas cujo povo era extremamente pobre. Eles ignoravam regras sanitárias, exploravam trabalhadores, não ouviam o que os sanitaristas diziam. Certo dia seu povo adoeceu gravemente, por causa de um bichinho bem pequeno, mas muito malvado. Em vez de mudar suas regras sanitárias e confiar nos sanitaristas, preferiu usar seu ouro para construir um imenso castelo de plástico e colocar os doentes que chegavam aos montes. O bichinho se espalhou mundo afora. Os outros países, encantados com esse lindo castelo de plástico resolveu fazer um igual. Infelizmente, milhares de pessoas também morreram. Mas um pequeno país, muito esperto, orientado por uma Enfermeira muito sábia, fez exatamente o contrário daquele distante país. Instruiu ao rei a investir todo o seu tesouro em segurança sanitária, valorizou o trabalho da atenção primária e, em vez de construir castelos de plástico que depois não teriam utilidade, ajudou as pessoas a ficarem em casa, fornecendo ajuda para que elas não perdessem seus empregos, investiu em transporte individual saudável aos trabalhadores, protegeu as pessoas dos bichinhos acompanhando de perto e cercando cada rua que tivesse alguém doente. Até que a nuvem de bichinhos passou. Com o apoio dos empresários aguentou firme e quem nada comprou, acumulou grande tesouro. Assim, todos tinham acumulado tantos tesouros que puderam comprar tudo o que sonhavam. E todos foram felizes e saudáveis para sempre, graças às sugestões da enfermeira sábia.
Pobre coração
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Pobre coração, qual sombra vagando em profunda escuridão...
Impelido por amor não correspondido,
Miserável indivíduo desiludido,
Por profunda depressão abatido,
Engolido por um mar de solidão;
Remetido a insano desejo de apaziguar tamanha dor
numa taça de veneno indolor...
Miserável criatura, pobre coração sem amor.
Dona Lia morava numa área pobre, mais precisamente numa favela, aqui no Recife, ai todo mês tínhamos a ideia, na sala que trabalhava, de fazer uma vaquinha e pedir pra dona Lia cozinhar pra gente algo diferente todo final de mês pra variar, almoçar. Pirão, feijoada, dobradinha, mão-de-vaca e assim vai, essas comidas da pesada e substanciosa. Ai uma vez, Vera, uma das colegas foi levar os ingredientes pela manhã para preparar, o prato diferente daquele mês e voltou comentando que dona Lia parecia uma doida, pois ao se aproximar da casa dela, viu-a dançando sozinha ouvindo o rádio de pilha. Mas era próprio de dona Lia essa alegria sem porque, frequentadora assinou-a, inclusive, todo ano, do Festival de Seresta realizado em nossa capital no Marco Zero, não perdia um, voltava tarde da noite no primeiro bacurau e também gostava de carnaval. Dona lia não tinha carro na garagem, era pobre, morava numa casa simples na Ilha de Joaneiro, área de conhecida e extrema periculosidade, bocada, demonstrava ser feliz, vivia de bem com a vida, apesar, gozava de uma felicidade nada racional, convencional, um fogo, um fôlego de vida, era rica de espírito. - Fábio Murilo.
Mais pobre do que a mentira inventada é a consciência de quem dá crédito e depois propaga como verdade.
Diante do Pai a pobre alma pergunta , porquê eu não consegui nada enquanto vivia e insistentemente perguntava, qual foi o meu pecado o erro cometido será que não faço parte dos seus preferidos , e o criador com seus olhos fixos sem dizer nada , e a pobre alma insiste não foi justo a minha vida não sei como suportei e não entendo porquê não venci , impaciente ele grita responda algo e o Criador sorri e diz , eu concordo com você sua vida foi um caos uma tragédia grega sem limite e muito sofrida, então eu fiz algo por você , eu aprisionei o seu carrasco aquele que não te deixou chegar a lugar nenhum , ela está atrás da porta vá lá e encare a face daquele que te limitou e não deixou vocês crescer como pessoa e te alegou te retornando em um homem patético quer só reclamou da vida , então Feliz a pobre alma vai com um sorriso perverso no rosto e formulando na cabeça os desaforos que iria dizer , então quando abriu a porta estava um enorme espelho e seu reflexo, e o Criador disse comprimente seu carrasco que ironicamente é você , então um conselho se liberte faça algo grandioso e não seja você o carrasco da sua vida.
SER FELIZ NÃO É TER TUDO
TER POUCO NÃO É SER POBRE
Hoje só me vê com fones no ouvido
Nas líricas e esquemas, envolvido
As vezes até de barras de sons tenho fugido
Então me poupe de esquemas que tu tens desenvolvido
Então já sabes o porquê não ando contigo
O porquê jamais eu e tu seremos amigos
Enquanto cruzas com o fumo, cruzo com livros
Nesta vida quero fazer história por isso muito tenho lido
Até pareço um escravo, nunca fui fofinho
Ponho garras no que busco tipo felino
Minha intenção é conscientizá-lo, não feri-lo
Mano, não andar contigo não significa que estou sozinho
Tenho te visto a reclamar com comida no prato
Enquanto há quem passa fome e sofre calado
Tenho te visto choramingar tendo dois braços
Enquanto madruga o aleijado
Te vejo mimado, me crucifique
Se achares que julgo errado ou algo assim
Mas comparado com Haiti, confesso a ti
Sem dúvidas é um paraíso nosso Moçambique
Eu agradeço a Jesus pelos sobes e desces
Foi preciso passar por tudo para que soubesse
Que não esqueceria problemas nem que bebesse
E que só é maduro quem os enfrenta e vence
Daí que tenho pedido ao Ell Shadai que guie meus passos
Que estenda a Santa mão nos planos que traço
Que me torne mais homem e não só um mancho
E não só acho, que os fortes vem de baixo
Mas que seu feitos heroicos por anos são estudados
Seus feitos a gerações tem inspirado
Por isso corro atrás dos sonhos, apaixonado
Terei um futuro que me bem fica, glorioso
Eros