Pessoas Vulgares
desejo único translucido...
lucidez morta por viver,
meus sonhos vulgares
tenores dos teus corpos...
Vendo-te, sabendo que, queria desvendar-te.
Olhar-te, nestes olhos inocentes e vulgares.
Brilhantes como o sol pela manhã de primavera.
Ah! Olhos moldados, protegidos pela delicadeza da beleza de sua pele.
Contornada pele, com seus traços em que me embaraço;
esqueço toda coisa com que vinha me preocupar.
Confortado e distraído;
provocado pelo sorriso ao se abrir, vagarosamente.
Expressa-se, tão simplesmente bela ao conteúdo em que tu tens;
e que fala e sua fala que parece canto.
Que curaria todo pranto, que me envolve com o encanto.
Faz meu pensamento, no delírio dançar.
E como vulcão à entrar em erupção, tomando conta de tudo ao seu redor.
O tamanho da singela música de seu sorriso, toma conta até do lugar em que não está.
Formosa roda de samba em que samba;
chama as atenções;
atenta ao seu coração que saltou-se de alegria em muitos tantos outros dias e que, vive sereno e harmonioso, diferente, tão maduro.
Tu pequena de altura e pensamento alto de mulher com sua doçura.
Sabendo que, eu poderia meu bem ser o teu bem-me-quer.
Tu serias a dança tua, querubim ou jasmin, à brotar-se, recolhida pelas minhas mãos à te carinhar e que te segura até desabrochar.
Para eu, feliz ficar vendo-te, sabendo que, queria desvendar-te."
Sob os montes de vulgares pedras das perdas, há montes de preciosas pepitas de ganhos, de igual tamanho!!!
Olhar de felina, mas não é mulher selvagem!
Lábios sedutores, mas não são vulgares...
Mulher tão bela e de muitos encantos...
És o que és aqui ou em qualquer canto!
Eles são vulgares, contra o sistema, antissociais e irrealistas, mas nada disso pode ser denunciado.
A verdadeira beleza não convém as vistas vulgares, pelo simples fato que não os são.A beleza de fato é algo tão lindo e reluzente que é exposta pelo lado contrário, no lado avesso da gente, causando a nítida impressão de quem vê, estar diante apenas de LUZ.
Um caráter precisa de caracteres bons ou ruins. Nobres ou vulgares, para assim mostrar os tipos que os têm em questão.
A verdadeira coragem não é a força brutal dos heróis vulgares, mas a firme resolução da virtude e da razão.
A "firme resolução" refere-se à determinação firme e inabalável de seguir um caminho ou tomar uma decisão com base em princípios, valores ou razão, sem se deixar influenciar por dúvidas ou dificuldades externas. No contexto da citação de Alfred North Whitehead, significa agir com perseverança e convicção, fundamentada na virtude (bons princípios) e na razão (pensamento lógico e ponderado), independentemente das circunstâncias. Ao contrário de agir impulsivamente ou de maneira reativa, a firme resolução envolve uma escolha consciente e responsável, com foco no que é certo e moral.
O uso de expressões vulgares só funciona quando faz contraste com a linguagem elevada e culta na qual se inserem como pausas humorísticas, Se, ao contrário, elas são a única linguagem de que você dispõe, perdem toda acepção satírica e se tornam, além de obscenas, deprimentes como uma ostentação pública da sua própria miséria.
Frustrações Nossas de cada dia
Despejar sem piedade nossas mais vulgares frustrações, projetando para o universo os tropeços e possíveis imperfeições do outro, digo possíveis pois somos todos imperfeitos e sou cheia de defeitos - contudo sem condições de julgar qualquer pessoa, é prova inequívoca de vossa ausência ou diminuição de caráter.
Ao borbulhar as quedas e os equívocos vitais de alguém, o outro prova que é deveras incapaz de crescer, de encontrar o seu lugar no mundo, e que a sua sombra corre para um lugar de escuridão pessoal. Mais que isso, que a pessoa a quem ele descreve com tanto ódio e minuciosamente é sem dúvidas uma pessoa solar e iluminada, que tem defeitos, mas, que o brilho ofusca as suas humanidades negativas.
Antes de julgar alguém pelos dedos de terceiros, e não por seus olhos cabisbaixos ou por sua gagueira, suor nas mãos e alteração na voz, perceba o que há por trás destes sinais, depois, faça você as suas próprias observações e não esqueça: Você já errou um dia, e não é possível apagar teus desalinhos.
Deixei ele me ter por pura vaidade
Ele se gabava, era ridículo as coisas vulgares q ele falava q iria fazer comigo, eu sentia vergonha por ele. Mas mesmo assim continuei, por que queria mostrar para o meu primeiro menino, q eu conseguiria ser de outros. A real é que eu n consegui.
Ele fez eu me sentir um lixo, foi estranho meu corpo queria, mas minha alma não, era como se eles tivessem brigando entre si. Eu senti nojo do menino, mesmo ele sendo limpo! senti nojo dele e de mim por estar fazendo aquilo.
Doeu e foi nojento.
Eu levei ele até o portão sem nenhuma dignidade, pois me sentia completamente suja.
Eu me entreguei para você, sem querer Rian!
Fui morto na noite de janeiro, asfixiado por um travesseiro ligeiramente em mãos vulgares. Fui sacrifício em vis altares, mas sabia não ser o primeiro.
Sem nenhum sentimento
Olhares vulgares
Desprovidos de pudor
Que escolheram a luxúria
E se esqueceram do amor
Beijos vazios
Sem nenhum sentimento
Que se entregam ao desejo
Em um carente momento
Corpos fogosos
Em íntima conexão
Mas almas distantes
Pois, não se uniram em coração
Alan Alves Borges
Livro Confuso Coração
Eu represento o amor que os outros deixaram de dar, resisto a palavras vulgares, me despedaço para me tornar completo e, se por acaso você precisar de mim, me transformo completamente para te fazer inteira. Já me acostumei com o pouco, já vivi apenas com o necessário, nada me faltava, porque eu carregava tudo o que eu queria dentro de mim, eu era minha própria força de vontade.