Pessoa Perfeita

Cerca de 694 frases e pensamentos: Pessoa Perfeita

Sim, eu sei que a pessoa no espelho não é perfeita
Eu olho para meu rosto todos os dias e acho que não sou suficiente Minha vida é um livro que eu realmente não gosto de abrir Tenho vinte e três anos, mas sinto que vivo no capítulo um Eu o folheei, já passei por isso, eles riem de nós
Você acha que é engraçado Sempre senti que ninguém me ouviu, foi assim que cresci Sim, eu tive que aprender que há uma diferença entre O que você quer e o que você realmente precisa Eu sempre fui motivado por comentários de pessoas que me diziam Coisas que eu nunca seria Há tanto pensamentos que acontece na minha cabeça que as pessoas nunca verão Você provavelmente ficará aterrorizado com minhas memórias, não me repreenda Deixe-me ser, deixe-me ver como eles se lembram de mim Não altera quem sou como pessoa para tomar minha energia, sim Dias difíceis, noites frias Olhando para um copo vazio pensando como Vou enchê-lo O dia todo, a noite toda
Dez palmos abaixo por quase toda a minha vida
Mas eu vou me reerguer.

Inserida por Niih_Sukita96

⁠As pessoas esperam que você erre, que sejam perfeitas, mais elas não reparam que errar e humano.
E sempre que você erra mesmo sem querer te tacam pedra por ser quem você e realmente.

Inserida por dias_horriveis

⁠Você já deve ter dito que nenhuma pessoa é perfeita, mas esqueceu que famosos também são gente.

Inserida por Ninna

Existem pessoas que se tornaram tão perfeitas, que deixaram de ser humunas !

Inserida por ClaudioPeixoto

Facebook é a ilha da ilusão, onde as pessoas são perfeitas, lindas que se amam incondicionalmente sem falsidade e sem hipocrisia!

Inserida por amarilio_dantas

Impressionante!

Sei lá, mas a cada momento que se passa você se torna a pessoa mais perfeita nesse mundo como pode, você conseguir fazer isso? Te amo muito ❤️.

Inserida por Riev

Entenda que as pessoas não são perfeitas, às vezes a pessoa mais linda de todas é a mais desprezível que você puder imaginar, a mais feia ser aquela que te fará feliz o resto da vida, o bilionário que você inveja ser a pessoa mais humilde o possível, e o pobre que mal tem onde cair morto ser alguém totalmente egoísta, na verdade, tudo aquilo que você tem não diz quem você é e nem o que pode ser algum dia, as pessoas geralmente acreditam que para ser alguém ou conseguir alguém você precisa ter algo para dar em troca, seja sua beleza, status, dinheiro, etc. Infelizmente nos dias atuais é assim mesmo, porém nem todos participam dessa corrida que não te levará a lugar algum, ainda sim existem pessoas que tem valores, que são diferentes daquelas que tem preços, e se quiser viver uma vida ao invés de uma corrida, vai ter que abrir os olhos e enxergar quem é quem.

Inserida por wmartin

SÓ ME PERCEBA

Você sempre me idealizou como sendo uma pessoa perfeita.
Por isso se decepcionou quando viu que eu tenho defeitos.
Você me falou várias vezes que achava que eu era de um jeito, quando, na verdade, sou de outro.
A culpa não é minha.
Eu não enganei você.
Eu sempre fui assim cheio de defeitos.
Eu nunca disse a você que eu era perfeito.
Você que idealizou isso e depois se decepcionou com algo que você mesmo criou erroneamente acerca de mim.
Se você tivesse me enxergado exatamente como sou, não teria se frustrado tanto como se frustrou.
Não me idealize. Só me perceba.

Inserida por ALBERTOGENESIS

⁠Tenho uma vida perfeita. Mas, sabe, um dia você acorda e sente que a pessoa do seu lado é um total estranho.

Inserida por pensador

A vida e as pessoas não são perfeitas....porque se todos nós fossemos perfeitos, não teria sentido a vinda de um Salvador⁠.

Inserida por paulo_sergio_ederli

⁠ RINÓPOLIS : “De Beata Vita”.
As pessoas labutam diariamente em busca da vida perfeita, do corpo perfeito, da saúde perfeita, da família perfeita e de tudo mais que representa o ápice na sociedade.
O doutor Gileade era a síntese do que seria um ser humano invejável. Com 57 anos de idade, era desembargador em Brasília e gozava do auge da saúde física e mental. Poderia ter se aposentado, mas preferiu continuar trabalhando para manter o status do cargo e os benefícios complementares que faziam sua remuneração da ativa saltar às alturas.
Sua família era indelével: a esposa e companheira de mais de 30 anos, e um casal de filhos. A filha mais velha era promotora de justiça e o caçula médico geriatra casado com uma endocrinologista. Três netas complementavam a continuidade da geração.
A típica família de propaganda de margarina. Residência num condomínio de luxo, carros importados, férias nos lugares paradisíacos, refeições em restaurantes com estrela “Michelin”.
Num domingo ensolarado de outono, Gileade levanta-se da cama e observa sua esposa que continua repousando. Vai à cozinha preparar o café e vinte minutos após compor a mesa, retorna ao quarto para avisar que o “breakfast” está servido.
Chama e ela não responde. Toca em seu ombro e sente que o corpo está gélido e sem vida.
Desesperado, ele aciona o atendimento médico de urgência. Era tarde demais. Ela morreu dormindo, ou como diria um vereador brasileiro que virou meme na internet “dormiu e quando acordou já estava morta”.
Foi um dos velórios mais concorridos da capital federal. A nata da sociedade se fazia presente. Àquela altura, já havia uma meia dúzia de mulheres despertando interesse pelo novel viúvo - desde mocinhas na casa dos 25 anos, balzaquianas e até uma prima da falecida que já rompera o marco da terceira idade.
Casar-se com o desembargador era como ganhar na loteria. Era garantia de vida tranquila, confortável e de glamour social.
Nos dois primeiros dias após o sepultamento, houve a companhia dos filhos e netas e após isso, cada qual seguiu seus passos, mantendo apenas o contato por aplicativos de mensagens.
No final do mês, ele teria que tomar uma decisão difícil. Estava prestes a concluir um curso de pós-doutorado em direito público na Universidade de Salamanca e as passagens já estavam compradas em nome dele e da esposa. Seguir os planos originais ou desistir da viagem: era a dúvida que lhe martelava o cérebro.
Mesmo a contragosto, tomou o avião até Madri. Pernoitou no hotel que a esposa tinha reservado, no bairro Chamberí. Na manhã seguinte, foi na locadora buscar o carro, conforme previamente programado.
No estrada rumo à Salamanca, tinha a intenção de almoçar em Ávila. Restando menos de 40 quilômetros para chegar ao restaurante pretendido, ele não percebeu e passou sobre um objeto metálico caído na pista.
Estourou o pneu e quase capotou o veículo. Parou no acostamento e foi pedir socorro num sítio à margem da estrada.
O morador idoso lhe prestou auxílio e o levou para sua casa. Gileade chorava sem parar, como uma criança perdida. Seu choro não tinha uma explicação certa: era pelo acidente do carro, pela perda da esposa, pela dúvida em continuar o pós-doutorado, pela falta de rumo na vida, pelo medo de cair em depressão ...
O espanhol era Alfredo, que morava naquela pequena propriedade com o seu filho, este tinha um certo grau de deficiência mental. A granja fora herdada dos avós, transferida aos seus pais e seguiu a linha sucessória.
A casa feita de pedras tinha mais de cem anos. Após percorrer o mundo, Alfredo decidiu voltar às origens e viver no estilo minimalista na propriedade da família. Utilizava apenas o necessário para viver bem. Tinha uma camionete na garagem, mas transitava com uma bicicleta com a qual se deslocava até o povoado de “Ojos-Albos” para comprar mantimentos e visitar os amigos. Fazia questão de ajudar os necessitados.
Parece que os astros convergiram naquele momento. Um desembargador que estava perdido e precisando de ajuda encontra um altruísta disposto a lhe acolher.
Gileade desistiu do curso e ficou ali por mais de uma semana. Trabalhava na terra e visitava o vilarejo; às vezes a pé, e em outras vezes de bicicleta.
No retorno ao Brasil, entendeu o propósito da viagem e entendeu que Alfredo fora um anjo colocado em sua vida para lhe mostrar o caminho da felicidade.
Pediu aposentadoria e reuniu-se com a família. Explicou que precisava de uma nova razão para viver.
Dividiu o patrimônio em cinco cotas e transferiu cada uma para filhos e netas. Guardou para si apenas o dinheiro de um dos carros, que foi vendido, e de um investimento que possuía em títulos do Tesouro Nacional. Nem os móveis e utensílios da casa lhe acompanhariam na nova jornada.
Comprou um carro básico com seis anos de uso, colocou nele algumas roupas e objetos pessoais e tomou rumo ignorado.
Transformou-se numa espécie de andarilho, mas com algum tipo de conforto.
Tirou a barba que era sua marca registrada e apagou todos os registros em redes sociais. Em princípio, sonhava em aportar em alguma cidadezinha no estado de Minas Gerais.
Andar sem rumo pelas estradas tinha uma grande vantagem: podia se perder à vontade porque ele não sabia qual seria o destino. Quando sentia fome, parava em algum ponto simples na beira do caminho e ali mesmo lanchava e às vezes tirava uma sesta - à sombra de alguma árvore.
Já havia atravessado o estado das Minas Gerais, quando avistou uma senhora humilde com uma criança de colo pedindo carona às margens da rodovia SP-425. Seu projeto de vida era ajudar as pessoas e ali havia alguém necessitando.
Parou seu Renault Clio e abaixou o vidro do passageiro. A mulher pediu carona dizendo que a filha bebê estava queimando de febre e precisava ser levada a um posto de saúde para ser medicada.
O local mais próximo era a pequena cidade de RINÓPOLIS, no estado de São Paulo. Ele deixou a mãe e a criança na porta do posto de saúde e deu-lhe a quantia de duzentos reais em dinheiro - suficientes para a compra de remédios e para pagar um táxi de retorno.
Já passava das 16 horas e ele decidiu hospedar-se num hotel popular no centro da cidade. Guardou os pertences no quarto e foi sentar-se na praça do outro lado da rua. As pessoas lhe cumprimentavam, mesmo sem conhecê-lo, desejando boa tarde e perguntando como ele estava.
Parecia ter encontrado o local ideal, para manter o anonimato da vida e buscar uma rotina simples.
Conheceu pessoas, inclusive um corretor informal (desses que atuam sem registro no órgão oficial) e que coincidentemente, lhe perguntou se queria comprar uma casa naquela cidade. Gileade entendeu aquilo como uma mensagem divina.
Foi conhecer o imóvel que ficava a poucas quadras dali (aliás, tudo naquela cidade ficava a poucas quadras). Era uma casa de alvenaria construída na década de 1950, que não recebia pintura e reforma há pelo menos uns trinta anos. Ficava a cerca de 200 metros da praça central, na rua São Paulo, numa baixada onde aos sábados acontecia a feira livre dos produtores agrícolas.
Um terço do dinheiro que reservou para si, foi suficiente para comprar, reformar e mobiliar o imóvel.
Comprou uma bicicleta e incorporou-se à rotina dos moradores. O Clio ficava escondido na garagem fechada.
Todos os dias acordava pela manhã e ia pedalando rumo à padaria. Comprava uma dezena de pães (franceses) e pedia para encher sua caneca plástica com café. Atravessava a rua e sentava-se calmamente no banco da praça, onde tomava o café e comia um dos pães. Outros dois ou três, ele jogava de forma esfarelada sobre o gramado, para atrair e alimentar os pássaros. Todo esse ritual demorava quase uma hora, e ao mesmo tempo ele meditava e tomava vitamina D na forma solar (quando não chovia).
Os pães que sobravam, ele mantinha ensacados e pedalava até o bairro mais pobre da cidade, até encontrar um transeunte necessitado que os aceitava receber.
Arrumou uma diarista que limpava a casa e lavava suas roupas uma vez por semana. Adquiriu um computador onde passou a escrever e a comunicar-se com os familiares todos os dias. Aboliu o uso do telefone e do relógio.
Dormia quando tinha sono, comia quando tinha fome.
Passou a frequentar o grupo de oração da Renovação Carismática Católica. Chegava de bicicleta e com roupas simples. Ninguém imaginaria que aquele senhor anônimo era alguém tão importante na capital da república.
Quando alguém perguntava seu nome, ele respondia:
- José.
O nome mais comunal da população brasileira ajudaria a esconder sua identidade.
Virou um observador social e estudava atentamente o comportamento daqueles habitantes. Usou esses conhecimentos para escrever dois livros.
Sempre que alguém pedia oração no grupo da igreja, ele ouvia atentamente e buscava uma forma de ajudar, sem ser identificado.
Em um dos cultos, uma senhora clamava desesperadamente por sua mãe, que precisava de uma consulta e de exames cardiológicos; dizia que se fosse esperar pelo poder público, iria demorar vários meses. Gileade (ou José) pegou seu veículo na manhã seguinte e se deslocou até à cidade de Marília, onde encontrou uma clínica de cardiologia. Pagou o equivalente a uma consulta e a um pacote de exames e exigiu que lhe entregassem um recibo na forma de “vale procedimento”. Retornou à comunidade e entregou ao padre, pedindo a ele que procurasse àquela senhora que havia pedido oração e lhe desse os encaminhamentos.
Sentia-se bem em confessar ao padre que sabia da sua verdadeira identidade. O líder religioso passou a abençoar pessoas através dele.
Foi assim que o menino Gabriel recebeu uma bicicleta nova em sua residência; dona Margarida ganhou uma geladeira de duas portas e seu Mário que estava desempregado viu suas contas de água e de luz serem quitadas. Outras dezenas e dezenas de moradores tiveram seus problemas saneados.
Um dos problemas mais graves das cidades pequenas é a fofoca. Manter a identidade secreta de super-herói, estava ficando cada dia mais difícil.
Todos queriam saber onde o padre arrumava tanto dinheiro para presentear a comunidade. Houve quem o caluniasse, dizendo que ele estava encobrindo algum chefão do crime organizado.
Um vereador mais esperto, mandou circular a informação de que era ele quem atendia os pedidos dos moradores. Pagou para um locutor de rádio fazer a propaganda de forma transversa. O radialista dizia que sabia que era o vereador quem pagava, mas que o vereador jamais admitiria isso em público, porque o propósito dele era ajudar anonimamente.
A notícia extrapolou fronteiras. Começaram a chegar caravanas de pessoas na cidade, com bilhetes de pedidos endereçados ao padre. Multiplicaram o número de exploradores.
Certo dia, Gileade soube que dona Joana tinha sido abandonada pelo marido com duas crianças para cuidar, sem ter aonde morar. Foi ao cartório, fez um termo de doação da casa para ela e lhe entregou as chaves com os móveis dentro.
Na madrugada seguinte, Gileade sumiu da cidade com seu Clio, suas roupas e seu computador. Ninguém sabe de seu paradeiro.
O padre não revela o mistério, por conta da obrigação do sigilo em confissão. Os eleitores do vereador, reclamam que ele parou de dar presentes. Dona Joana, insiste em dizer que o anjo que habitou na cidade, era o proprietário anterior da casa onde mora.
Coincidentemente, o contraventor do jogo do bicho, conhecido como Bento Maia, foi preso naquela semana em que Gileade foi embora. Parte significativa da população credita a ele os benefícios entregues de forma anônima, e dizem que se a polícia e a justiça não tivessem agido, o povo estaria muito mais feliz, atendido em suas necessidades.
Ao sair da cadeia, Bento foi assassinado na porta de sua chácara, a mando de um banqueiro rival. O local onde caiu alvejado, virou ponto de romaria com a colocação de flores e velas acesas.
O dono da barbearia, localizada próxima da igreja matriz, insiste em dizer que seu filho foi curado de gagueira, após fazer uma promessa a Bento Maia. Esse milagre já rendeu pauta na rádio, sites de notícias e no jornal impresso da região.
O padre, coitado, tem que assistir a tudo sem poder dizer a verdade. O sacramento o impede revelar os fatos.
Ao povo, os seus heróis imaginários.

Inserida por Peralta71

⁠ Sempre sonhei em encontrar uma pessoa perfeita, procurei e procurei muito, até que eu encontrei uma pessoa, ela não era perfeita, mas me fazia sentir como se EU fosse perfeito. Naquele momento eu descobri que não precisa ser perfeito, só precisa ser verdadeiro!

Inserida por brendo_silveira

⁠Histórias são como pessoas. Nós até podemos amá-las, mas não podemos alegar que são perfeitas. Sempre tentamos enaltecer suas virtudes e relevar seus defeitos, mas isso não faz os defeitos desaparecerem.

Inserida por pensador

⁠ Não existem pessoas perfeitas, todos procuramos nos relacionar com pessoas em que seus fantasmas convivam em paz com os nossos.

Inserida por aeroaviador

⁠procurar conviver com pessoas perfeitas , vai dar apenas um resultado viver na solidao .

Inserida por Elainecdm

⁠Não escolha pessoas perfeitas, escolha sim, quem se afine com sua alma!

Inserida por ValMoni


Eu sei que não sou fácil de lidar e essas merdas todas.
Eu sei que não sou a pessoa perfeita e que o meu aspeto físico nunca vai ser o mais bonito.
Eu sei que sou louca da cabeça.
Eu sei que sem ti não sou nada.
Eu sei que estou bem quando estas por perto.
Eu sei que estou segura ao te ter.
Eu sei que me apaixonei sem querer, mas já deixei de achar que fosse um erro.
Eu sei que és a pessoa mais importante da minha vida.
Eu sei que no dia em que te perdeu eu vou me perder a mim também.
Eu sei que te amo muito e isso já me deixa calma.
Eu sei que por muita merda que até possa haver que já mais te vou virar as costas.
Eu sei que nós já construímos um para sempre e sei que se ele acabar nós vamos continuar a ter o nosso para sempre.
Eu sei que por ti faço tudo, mesmo até o que pareça impossível.
Eu sei que o teu abraço é o melhor que posso receber.
Eu sei que a tua voz é a melhor melodia para os meus ouvidos.
Eu sei que o teu olhar sobre mim é a pista por onde devo seguir.
Eu sei que não há melhor lugar para poder viver sem ser ao pé de ti.
Eu sei o quanto o mundo fica difícil quando estas longes.
Eu sei o quanto o mundo se torna escuro por não te ter ao pé de mim.
Eu sei que o melhor sorriso que posso dar é quando o pratilhar contigo.
Eu sei, porque tenho certeza absoluta de tudo o que te estou a dizer.
Não duvides do quanto és importante.
Não duvides do quanto me fazes falta.
Não duvides que o meu maior sonho és tu.
Não duvides daquilo que sou capaz de fazer por ti.
Não duvides de quando eu te digo que nunca te vou esquecer.
Não duvides nunca do quanto eu te amo.
Dúvida sempre que eu dizer que não te vou perdoar.
Dúvida sempre que eu disser que não te quero mais.
Dúvida sempre quando eu disser que não te volto para ver.
Dúvida sempre quando eu disser que já me és indiferente.
Dúvida sempre quando eu te disser q sou capaz de ser feliz sem ti.
Dúvida sempre quando eu te dizer que já te esqueci.
Dúvida sempre que eu te dizer que não te amo e que acabou tudo.

Inserida por danny_correia

⁠Você não retribui o sorriso das pessoas - é perfeitamente claro para você que as pessoas podem sorrir e sorrir e ainda ser vilãs.

Inserida por pensador

⁠Existem pessoas que sobem num pedestal e se acham tão perfeitas, ao ponto de pensar que elas nunca erram, e as demais a sua volta nunca acertam, mal sabe elas que estão entre as mais pobres que existem as "POBRES DE ESPÍRITO "

Inserida por neuracy_r_oliveira

"O propósito do amor, não é ser a "pessoa perfeita" para alguém ...
É encontrar a pessoa que vai aproximar você da perfeição."

Inserida por CahlGranvier