Perder Pessoas
E fico imaginando como seria por alguns minutos, horas, um dia ou uma noite perder o juízo com você...
Queria saciar esse meu desejo que contrai meu corpo só de imaginar como seria seus beijos junto aos meus...
Meu corpo treme só de imaginar seus abraços...
O apertar de suas mãos em minha cintura trazendo meu quadris para mais perto do seu em um movimento bambolê.
E nesse ardente desejo mal consigo abri meus olhos,
Parece delírio, uma fantasia talvez...
Um sonho do qual jamais queria acordar...
As vezes as palavras não saem como esperamos ,podemos até magoar ,perder ou algo assim ,cuide de suas palavras não deixe q elas estraguem oq você construiu .
tento não perder o jogo, alcançar meus objetivos, mas lembro depois que nesse mundo não se tem controle absoluto.
"E todas as minhas flores parecem perder a fragrância
Vivendo como uma criança sem imaginação
Meu mundo, o meu mundo gira para você
E só saiba que vou sempre te adorar
Porque seu rosto está impresso em meus olhos"
E não darei mais do que já te dei, o seu egoismo, fez perder vontade do querer-te. Agora apenas sua amizade eu ainda pretendo ter!
Tenho medo de te perder...
Não quero pensar em não ter mais o seu fio...
Que me deixa no cio...
E o vício do início meio para nunca ter fim;
"A anarquia só é possível com a civilidade humana (real), quando ela perder instintos animais que provocam o mal, então assim poderemos evoluir"
Eu não sei em que hora dizer
Tenho medo
É, que eu preciso dizer que te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu já não sei se eu tô misturando..
Ah eu perco o sono...
Lembrando em cada riso teu qualquer bobeira...
Estante
O poema “A Arte de Perder” de Elisabeth Bishop nunca fez sentido para mim, desde o primeiro dia em que o li. Sempre questionei. Talvez por puro egocentrismo ou falta de maturidade, eu não sei. Passei os últimos anos da minha vida acreditando que eu podia ter tudo, que nada podia fugir de mim, que o que eu tenho eu não deveria perder.
Busquei insistentemente não perder nada. Nenhum instante, nenhum minuto sequer, nenhuma chave de todas as portas que eu abri, nenhuma parte de todos os estilhaços que caíram ao meu lado. Se eu perdia, corria pra achar. Se quebrava, corria pra remontar. Quantas noites juntei cacos, pedacinho por pedacinho, colando, remendando. Olhava a estante de longe e pensava: pronto, já dá pra colocar no lugar de novo. Ninguém vai reparar que quebrou. E voltava pra minha vida.
A verdade é que chega uma hora que você olha para a estante com mais cuidado. Com outros olhos. E isso acontece tão raramente. As vezes dura segundos. Você olha, talvez com a intenção dócil de tirar o pó. Pra ver se ainda está ali aquele porta retrato que caiu e você arrumou, dar uma folheada naquele livro que uma vez você emprestou, ouvir o DVD daquela cantora que você amava, o molho de chaves daquela casa antiga que agora está alugada e todos os vasos que já caíram e você colou.
Uma vez – e não faz muito tempo – lembro que joguei tudo no chão. Tudo. Minha estante inteira no chão. Tudo quebrado. O que não quebrou, rasguei, cortei, amassei. E me senti péssima depois. Um dia, voltei na sala. Refiz a estante, arrumei o que tinha quebrado, costurei, colei, remendei. Coloquei tudo no lugar. E o tempo passou.
Mas olhando agora, para minha estante, comecei a ver que não preciso guardar nada disso. Que tem coisas que não servem mais. Que não fazem parte de que sou hoje. Os vasos não ficaram tão bonitos como eram antes. Sim, foram charmosos um dia, mas olhando pra eles agora, posso ver cada remendo. Ao me lembrar dos cortes que fiz para juntá-los, penso até que valeu a pena. Mas hoje, hoje são somente vasos remendados. O retrato não precisa ficar a mostra por que já amarelou com o tempo. O que foi bom, simplesmente foi. Não é mais. Como a canção que hoje já não faz sentido. Como a árvore no fundo daquela foto que hoje não existe mais.
Se eu entendi o poema? Não. Ou ainda não como deveria. Há uma caixa cheia de coisas novas na sala. Mas o medo do novo é destruidor, não é? O novo, por mais que seja cheio é vazio se pararmos pra pensar. O novo não tem passado. Não tem história. O novo acovarda até os mais corajosos. Somos, bem lá no fundo, guerreiros que relutam para aceitar uma nova espada. A gente sabe que a caixa está cheia de novidades, mas não tem força suficiente para ir até elas.
Mas hoje, exatamente hoje, dia dez de outubro de 2013, olhei para as caixas repletas de coisas novas na sala. E mesmo assustada, mesmo com minhas mãos se desviando, meu corpo contestando e meu coração aflito, comecei a abri-las. Sim. Passa pela minha cabeça começar a montar outra estante e deixar essa que já existe como está. Mas não posso, não é? Preciso aprender a perder. Entender “a arte de perder” talvez ou finalmente.
Então, sentadas, eu e Elisabeth Bishop, nessa minha sala, tomando um bom vinho, rimos juntas olhando para minha estante. Cheia de histórias, de lembranças, de vasos inteiros, outros remendados, de fotos amareladas, de cartas que nunca foram enviadas, de belas canções, de sapatos com solas bem gastas, de chaves de casas por onde não entro mais, de relógios com marcador parado.
Me pergunto, em silêncio: por que eu acho que não entendi o poema ainda? Por que eu acho que não faz sentido desfazer de tudo isso? Mas afinal, é meu? Ou tudo é passageiro o suficiente para não precisar de estante?
A vida me ensinou a perder e a ganhar,
A vida me ensinou que nem sempre um belo dia de sol, termina como começou,
com um belo luar...
A vida me ensinou que as vezes devemos dar adeus as coisas que não queremos dizer adeus,
para darmos espaço as coisas novas.
A vida me ensina todos os dias!
Na verdade, ela ensina todos, todos os dias!
Até mesmo aquelas pessoas que não possuem tanto poder cognitivo ou rejeitam mudanças...
Seja em gestos, sejam palavras...
Todos os dias aprendemos!
Todos!!!
Há aqueles que não enxergam a grande essência que é a VIDA...
Que acreditam que nada muda ou que nunca vão mudar...
Mas as mudanças estão ai na nossa cara todos os dias...
Olhe ao seu redor, ninguém parou no tempo!
Todos os dias há discussões, debates, brigas, guerras, cada um absorve e entende as mudanças como melhor lhe convém...
E se um dia você disser que não mudou, esteja ciente que estará completamente enganado (a).
Não adianta culpar outros passados, se você não consegue enxergar o "NOVO", ou têm "MEDO"...
O PASSADO CONTA HISTÓRIAS, enquanto o presente ESCREVE NOVAS...
MUDAR...
Se a vida nos ensina todos os dias,
então necessitamos mudar todos os dias!
Nunca tenha medo de mudanças, muito menos fuja delas...
Procure entender, conversar, debater, antes de seguir o caminho mais curto,
pois o caminho pode ser o mais curto, porém o mais doloroso...
Mesmo tendo medos, receios ou incertezas, viva aquilo que acredita...
Se esta certo ou errado, só o tempo vai dizer!
Nem tudo é flores, mas nem tudo é mato...
Deus nunca te dará um fardo que você não aguente carregar...
Todos temos as nossas missões!
E onde elas ficam?
Ficam dentro dos nossos corações...
Meu amor me perdoe pelas vezes que te fiz chorar pelas vezes que te fiz perder a cabeça,ainda me culpo de tudo que me aconteceu mas por um minuto deu para perceber que você me entendeu,as vezes perco a paciencia e nao sei me controlar nao sei como sair dessa a nao ser te espancar,mas eu nao fazia por mal era amor a mais que nao conseguia suportar.te amo hoje e para sempre vou te amar.
Perder o silêncio, em certos momentos, é o mesmo que conviver com o Diabo fazendo a festa por 24 horas.
Que haja quem me embale quando eu perder o gosto, quando a rigidez da vida me deixar sem canto...
Que hajam abraços que me envolvam quando o frio for além do clima...
Que haja algum coração que me comporte, naqueles dias que nem eu me suporto.