Peculiar

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Sentimento oceânico

Sentimento peculiar, alguém poderia considerar-se religioso, ainda que rejeitasse toda fé e ilusão, um sentimento de vinculação indissolúvel e de comunhão com todo o mundo exterior.
Sentimento oceânico e o meu eu diluído no todo, o afastamento entre mim e o outro.

Inserida por samuelfortes

⁠Existe algo de peculiar
No modo como a poesia surge na minha mente.
Nasce um amontoado de palavras
Todas misturadas
E vou arrumando aos poucos
Até formar um poema,
Cada verso, vai se encaixando.
Na poesia tudo da certo
Mas, na vida real
A gente ainda está embaralhado
Com esse tal amor...

Inserida por warleiantunes

⁠JULGAMENTO

‐ O gosto daquele cidadão é um tanto peculiar não é ?
- Meu caro prezado desconhecido! Eu sou um sujeito cheio de trejeitos, sou eu que sou peculiar. Portanto assim sendo, sou incapaz de julgar!

211223

Inserida por J6NEMG

Minha vida

O breve é quem dita a minha vida
A vida da minha vida tem vida peculiar
Elege chegada, permanência e partida
Pulsa na minha vida sem se importar
Vive a sorte, independente, sua linha
Sem que eu quisesse ou não quisesse, vive
A minha vida, sem vida, eu não teria vida minha
Não teria arte, dor, suspiros, cor, amor inclusive

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
Abril de 2016 – Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

⁠PECULIAR ...

Se eu suportasse, ah! se eu pudesse
Banir-te totalmente do pensamento
Deixar-te na exortação de uma prece
Na tranquilidade dum esquecimento

Talvez, assim, então, a paz eu tivesse
Suspirando fora deste meu tormento
Mas, nenhum amor assim se esquece
E se desbota do audaz encantamento

E, se ainda no peito arde e tem prosa
O amor, que um dia, te deu uma rosa
Nada diga, pois, dele tudo faz lembrar

E eu, que vivo com este amor visceral
Na sensação, afinal, sempre é especial
Cada qual. E este me foi mais peculiar! ...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04/03/2021, 14’44” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

"A sorte tem um hábito peculiar de favorecer aqueles que não dependem dela."

Inserida por LINARTT

⁠Ciclos que Amamos

Por Diane Leite

Os ciclos da vida têm uma forma peculiar de nos ensinar aquilo que, muitas vezes, não conseguimos compreender sozinhos. Entre as lições mais valiosas, algumas vêm na forma de um olhar puro, quatro patas e uma lealdade inabalável. Para quem já teve a bênção de compartilhar a vida com um cachorro, entende que eles não são apenas animais. São professores silenciosos, anjos de pelos macios que nos mostram o valor do amor, da presença e, sobretudo, da aceitação.

Husky Siberianos, Bull Terriers, vira-latas — não importa a raça, o porte ou a cor. Cada um deles carrega em si uma pequena eternidade de aprendizado. Quando chegam, filhotes, tudo é caos. Roupas destruídas, móveis arranhados, noites mal dormidas. É como se o universo testasse nosso amor em sua forma mais crua, e nós passamos com louvor. Porque o amor pelos cães é sempre maior do que o desconforto. Eles crescem, se tornam jovens brincalhões, depois adultos companheiros. Até que, como tudo na vida, também nos deixam.

Os ciclos que nossos amigos de quatro patas nos ensinam são emblemáticos. Eles chegam para nos lembrar da importância de amar sem reservas, estar presente nos momentos compartilhados e, principalmente, de saber dizer adeus com coragem. Perder um cachorro é perder um pedaço da própria alma. É como fechar um capítulo de um livro querido, sabendo que não haverá outro igual.

Lembro-me de Laica, uma Bull Terrier doce que desafiou todas as expectativas. Disseram que seria feroz, mas ela foi puro afeto. Viveu intensamente, nos amou incondicionalmente, deu trabalho, alegrias e, ao final, partiu. Deixou um vazio. Mas também deixou memórias — boas, ruins, engraçadas, ternas. Ciclos.

É sobre isso que a vida nos fala o tempo todo: inícios que nos enchem de entusiasmo, meios que nos ensinam a apreciar o presente e fins que nos desafiam a abraçar o inevitável. A despedida nunca é fácil, mas é necessária. É a forma do universo abrir espaço para algo novo.

Amar um cachorro é aprender sobre o amor em sua essência mais pura. Eles são leais mesmo quando somos falhos, nos amam mesmo quando estamos perdidos em nossas sombras, permanecem ao nosso lado até o último instante. Quem nunca ouviu histórias de cães que esperam anos pelo dono que não volta? Eles não têm medo do fim. Eles nos ensinam que a presença e o amor são eternos, mesmo quando o ciclo termina.

Hoje, por escolha própria, eu não tenho mais cachorros. Não por falta de amor, mas por reconhecer o impacto emocional que eles têm. Entendo que, para ter um animal, é preciso estar disposto a tratá-lo como um membro da família, com respeito, cuidado e amor. Se não for assim, é melhor não ter.

Ainda assim, nunca passarei impassível diante de um animal maltratado. O amor que eles nos dão de forma tão gratuita merece ser retribuído, mesmo que apenas com um gesto de proteção.

Os ciclos da vida são assim: começam com entusiasmo, passam por momentos intensos e, inevitavelmente, chegam ao fim. Nossa tarefa é amá-los enquanto duram, aproveitá-los ao máximo e deixá-los ir quando for a hora. Não importa se o ciclo é de um animal, uma amizade, um amor ou um capítulo de nossa história. Tudo tem seu tempo. O segredo é respeitar cada etapa com amor e gratidão.

Que nossos cães, anjos de quatro patas, continuem nos mostrando como amar, viver e, quando for preciso, como deixar ir. Porque, no final, não são eles que nos deixam; somos nós que ficamos com tudo o que eles nos ensinaram. E isso, por si só, é eterno.

Inserida por dianeleite

O brilho de um olhar está na luz que emana da alma.
Não sei se transmite calma ou é só peculiar.
Águias tem olhares fortes .
Raposa é sagaz .
Pode ser o destino ou talvez sorte.
Mas nessa caminhada sigo sem desatino .
Com a alma de um sábio e coração de menino.

Inserida por Zuccarato

⁠"A identidade de um homem revela-se com peculiar ênfase nas suas lembranças, quando ele olha para trás e se vê nas próprias pegadas, as quais lhe dão a perspectiva do caminho percorrido. Este, por mais acidentado e permeado de mudanças que tenha sido, é uno, ou, noutras palavras, possui a unidade das coisas irrepetíveis, jazentes na memória.

Envelhecer bem é tornar-se capaz de contemplar a própria identidade. Infelizmente, isto não é para muitos, visto que, em todos os tempos, a maioria dos homens se afoga na superfície duma vida medíocre. Acresça-se o seguinte, ainda neste contexto: envelhecer bem é estar em paz com o passado, aceitando-lhe os sofrimentos e as alegrias, os erros e os acertos, as boas e as más escolhas, algo impossível para quem se recusa a vê-lo e, nele, ver-se.

Em contrapartida, envelhecer mal é estar em litígio com os vestígios do passado, sinal de que o medo ou a covardia de olhar para a própria história venceu. Trata-se duma vitória funestamente enganosa, com certeza, porque ninguém aborta um remorso, nem mesmo os covardes. Não adianta, pois, a pessoa mentir com a imaginação para apaziguar-se com lembranças falsas: a dor virá, e será tanto maior quanto mais adiada tiver sido.

Só dá testemunho da própria identidade quem amadurece, e só amadurece quem tem a coragem de amar. É a maturidade esse estado psíquico acidentalmente cronológico que dá sentido a uma vida humana.

Quem não se liberta na plenitude duma vocação realizada, conhece-se muito pouco, quase nada. Não consegue enxergar as suas impressões digitais anímicas, e, portanto, mal tem o vislumbre da própria identidade. Vive de saudades sabotadas, pois precisa inventar o passado para suportar o presente e, então, amoldar tudo a um futuro amesquinhado.

O passado renegado é uma herança maldita. Por isso, é livre quem aceita estes ossos lascados que pulsam de dor".

Inserida por CarlaGP

Beleza é somente a forma peculiar de cada pessoa enxergar o mundo.

Inserida por DeyvidArthur

⁠Sabeis então!
O peculiar motivo de até o presente não conseguistes chegar ao destino ou ideal que tanto ãnseias, é por haver em ti transbordamento de Orgulho, Vaidade e Egoísmo.
Presta atenção nos teus hábitos e perceberás.

Inserida por dalainilton

⁠Eis minha percepção.
É o singelo e disfarçado aperto de mãos em forma peculiar formal rotineira, um habitual cógnitivo de convencimento!

Inserida por dalainilton

⁠Com argumentos percebo, afeto e carinho entre seres do mesmo gênero.
Mas, seria mais peculiar seus afetos e intimidades quando de suas reclusões.
Percebo o educar dos menos esclarecidos, de não passar algo, diferenciado o qual percebo ser individual egoistico e particular.

Inserida por dalainilton

⁠Pior que ser inimigo de Deus, é ser amigo.
Jocoso, mas peculiar!
Até porque o sarrafo vai ser estilhaçado em cada lombo impiedosamente.

Inserida por dalainilton

⁠Uma forma peculiar de medir a grandeza de um líder é observando o tamanho e a qualidade de suas estratégias perspicazes de liderança.

José Guaracir

Inserida por Jguaraci16

⁠... sofremos todos
de um digamos orgânico e
bem talhado perecimento - do
peculiar perecimento próprio das
sementes - onde vencidos tão duras
mutaçõese esgotamentos, resultará
num eficaz e florescente
autoconhecimento!

Inserida por maurotoledo

Medo de Amar

Petrópolis
O céu está parado, não conta nenhum segredo
A estrada está parada, não leva a nenhum lugar
A areia do tempo escorre de entre meus dedos
Ai que medo de amar!

O sol põe em relevo todas as coisas que não pensam
Entre elas e eu, que imenso abismo secular...
As pessoas passam, não ouvem os gritos do meu silêncio
Ai que medo de amar!

Uma mulher me olha, em seu olhar há tanto enlevo
Tanta promessa de amor, tanto carinho para dar
Eu me ponho a soluçar por dentro, meu rosto está seco
Ai que medo de amar!

Dão-me uma rosa, aspiro fundo em seu recesso
E parto a cantar canções, sou um patético jogral
Mas viver me dói tanto! e eu hesito, estremeço...
Ai que medo de amar!

E assim me encontro: entro em crepúsculo, entardeço
Sou como a última sombra se estendendo sobre o mar
Ah, amor, meu tormento!... como por ti padeço...
Ai que medo de amar!

⁠Ela é incrível!
Tem traços de centelha divina,
é doce e feminina.
O corpo é esboço de arte,
sintetiza a unicidade,
extravasa a autenticidade,
tem brilho e magnetismo.
Vive de instantes e improvisos,
é um universo inexato,
imperante e criptografado.
É implícita com tendência ambígua.
É desconexa com aptidões poéticas.
Mergulha em profundidade,
tem excesso de vaidade.
É extremamente analítica
e inteiramente peculiar.

Comportei-me de modo a parecer decente, desencorajada pelo pudor.
Não queria eu, ofender aos olhos alheios com minhas ideias distintas e absurdas.
Segui a ordem retilínea que me impuseram, a fim de colaborar para a especulada e apetecida "dignidade".
Mas não foi o suficiente. Nunca foi.
Insistiam em me dar lições e me mostrar padrões.
Calei-me.
Até descobrir que nada disto me interessava.
Não me era peculiar adentrar em um personagem inexistente, um ser estúpido que atendia aos desejos e ganâncias alheias.
Naquele despertar primordial, renasci, com a pretensão de recuar-me somente aos meus princípios, somente a minha doutrina.
Desprendi-me do paradigma e acolhi a minha própria e íntegra identidade.
Soube de uma vez, que nunca se tratou de padrões, estereótipo ou mérito.
A dignidade que precisava, estava em me fazer moradia de sentimentos justos e respeitáveis. E somente isto.
Jamais me calariam novamente.

Inserida por marjilaagostini

Eu te amo não por causa das suas belas coxas,dos seus lindos cabelinhos loiros...
Não me importo com seu estilo,suas vestes(femininas ou masculinas,sociais ou esportivas,de marca ou da lojinha do bairro)...
Eu te amo por és única no mundo e seu jeito peculiar fez toda diferença.

Inserida por mone08