Paradoxo
situação paradoxal:
"Havia gente por toda parte, na rua da cidade, mas o forasteiro não poderia sentir-se mais só se ela estivesse deserta".
Eu nunca erro, adquiro conhecimento, pois se errasse me arrependeria, e não me arrependo de receber conhecimento, pois somente assim evitarei futuros "erros".
Imaginem um culto que o Marquinhos Gomes cante "Ele não desiste de você" e o Pastor Lucinho pregue que "A paciência de Deus tem limite".
Aquele que luta por amor, se esquece que este não é tocado e, portanto, a vitória pela luta é inalcançável.
A gente não sabe o que as pessoas guardam no coração. Tem gente que anda ao teu lado te beija, te abraça, mas no fundo não gosta de você... E tem gente que simplesmente te admira de longe e você nem imagina.
Nem a primeira ou a segunda pessoa é boa ou má... Simplesmente são pessoas! Acredito que ser gente é encontrar-se em constantes paradoxos.
Uma das REALIDADES da vida, pela qual todos passam é o SONHO.
Você nunca sonhou?
Sidney Poeta Dos Sonhos
(Amante da Liberdade)
O que o amor tira.
Eu queria falar sobre o amor hoje. Pelo menos sobre essa visão tão perdida e estranhamente vivida que eu tenho dele. Eu estava lendo a Marla de Queiroz numa dessas manhãs antes de ir ao trabalho, e ela dizia: “O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora”.
O amor tem seus sintomas. Um amigo está conhecendo uma garota, e sempre que terminam de se falar ele sorri pra mim e diz: “Cara, acho que me meti numa roubada”. Nem presto tanta atenção nas palavras dele, mas no sorriso. O amor é sintomático. Ele tira o nosso olhar sisudo sobre o cotidiano, e nos faz lembrar de sorrirmos mais, nos importarmos mais, nos enfraquecermos. Ele se esgueira em nosso dia a dia extremamente igual, e o torna diferente. É a tinta colorida de um dia preto e branco, e a pitada secreta de anis do meu molho bolonhesa.
Esses dias me disseram: "Depois de tudo que eu amei, eu descobri que tenho um coração de pedra". Eu quase o abracei e disse: “Tamo junto”. Mas estou tentando ser diferente agora. Penso que, ainda assim, o amor faz doer pra lembrar que ainda estamos vivos. Por isso não gosto da “lei do desapego”. Ela não se paga. As mesmas pessoas que têm se declarado desapegadas, no fundo não escolheram isso. Elas não praticam o desapego, são reféns dele. Para elas amar pra valer doeu demais.
Então, eu também gosto do que o amor tira de mim, Marla. Ainda que seja meu chão, ou um sorriso eventualmente. Não somos feitos de pedra para vivermos à sua regra. Pois no curso natural da vida precisamos aprender que o correto nunca será desistir das coisas, mas amá-las profundamente. Porque esse é o paradoxo: Se amarmos até doer, talvez não sobre espaço mais para a dor, mas só pro amor.
Democracia Representativa é como eleger um representante para comer sua comida por você…
O único sabor que sinto, é de paradoxo!
A vida é repleta de atitudes, até as que não tomamos
São atitudes tomadas...
Esse é o irrefutável paradoxo da vida.
Todas as vezes em que certos conhecidos concordam comigo revejo tudo o que escrevi para checar se em algum momento não me expressei errado.
O tempo se retransmiti, a hora decrepitada se resulta em nada, o hoje repugnante que trânsfuga, outrora menciona a um paradoxo hermeticamente insondável, um presente que se retém a um agora inverso de mentiras já provadas, a solidão égide do péssimo, só o vindouro já obsoleto passadismo.
Ainda hei de escrever um poema que se vai chamar de «Paradoxante». Às vezes gosto de inventar coisas sem qualquer sentido para que as pessoas as questionem. Consigo ver que a humanidade ainda perde tempo a discutir sobre coisas sem nexo.
Em pleno século XXI, milhões de pessoas (...) têm sua vida interior comprometida. São vítimas da incompreensão, da intolerância generalizada e das dificuldades de relacionamento que, paradoxalmente, caracterizam a assim chamada Era da Informação e do Conhecimento. As pessoas se escondem, se refugiam em lares semelhantes a uma prisão, erguem grades que as separam dos vizinhos mais próximos, vivem amedrontadas pela violência, pela superficialidade das relações, pela ausência de ética e pelo excesso de egoísmo, de mentiras e ambições que ainda configuram as estratégias do jogo social.