Olhos Negros
Vinhas até mim como menino levado...
Sorriso de covinhas!
Presos nos meus, olhos negros e curiosos;
mãos afoitas de quem tudo queria tocar...
Daqueles dias sem pressa,
o encanto já não existe mais...
Mas tudo bem, melhor tê-los guardados
nos álbuns da memória ou perdidos no tempo
que nunca tê-los vivido.
Cika Parolin
Se te olhares
Quando ao espelho fores te olhar,
fixa nele os teus lindos olhos negros
e bem no fundo deles, a mim verás.
Se demorares muito , sentiras um beijo
em teu rosto, minhas mãos em teus
lindos cabelos, minha boca, tentando
decifrar o encanto desse teu sorriso.
Sempre procuro perto de ti estar,
me faz bem tua presença, doce é o teu
jeito de mulher.
És linda pela delicadeza que dentro
levas, esse sorriso airoso que só amor
traduz.
Que bom é nas vezes que te vejo.
Parado fico te olhando, o pensamento viaja,
sinto do chão sair.
Bom seria, que se em uma dessas vezes na
realidade, eu do chão saísse, para direto em
teus braços cair.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Olhei no fundo dos olhos negros dos meus demônios e novamente eles me convidam a ser mais forte.
Porem o medo que criei de coisas que não conheço me impede.
Agora a única coisa que me resta é enterrar meus demônios, mais uma vez.
Sabendo que mais cedo ou mais tarde eles irão retornar e dessa vez em maior quantidade.
E quando me deparo que estou novamente encarando os olhos negros dos meus demônios sinto medo.
O medo é passageiro, ele se vai para que a tristeza e angustia possa tomar conta da minha mente.
Sinto que não tenho mais força e nem sequer vontade de tentar enterrá-los novamente, sinto que o melhor a se fazer e deixar eles me dominar.
Me encontro totalmente perdido na minha melancolia, na minha ira e nos meus pensamentos que me relembra todos os instantes que eu não sou merecedor de nenhum tipo de afeto e de nenhuma graça da Fortuna.
Olho para cima, e vejo que mais uma vez estou no fundo do poço, um poço que eu não cavei.
Sinto raiva, medo e angustia, não me recordo para onde meus demônios foram, única coisa que vem na minha mente são lembranças dolorosas e tristes.
As horas passa, já não sinto mais nada, nem tristeza, nem medo e muito menos angustia, entro em desespero, pior do que sentir o peso do mundo nas costas é não sentir nada.
Me encontro totalmente só e sem esperança, nesse momento a morte me convida, isso parece uma boa ideia.
Olhos Negros,
Cachos na cabeça,
Pele morena,
E aquele sorriso,
Ahh, aquele sorriso,
Detalhes que não saem da minha cabeça,
Mas foi apenas um sonho, mesmo assim eu passei o dia pensando nela,
Aquela sensação boa e de certa forma estranha de estar sentindo algo,
Mas como pode, mas vejo ela, e aposto que ela mal me nota,
Tirando as poucas vezes que a vejo e que de longe acontece aquele oi,
Mas não passa disso,
E agora por conta de um sonho a pessoa viaja nos meus pensamentos.
Os olhos negros como escuridão
Paralisaram o curso da respiração.
Assim como congelaram uma via de olhares buscando um só instante
O mergulhar de quem sabe, um mar de lágrimas boas.
Que importa o que dizem os invejosos de nós?
Eles nos olham na esperança de encontrar quem sabe alguma verdade
Que ressignifique algo num interior hipócrita e medíocre,
Moldado por pensamentos e crenças
De homens.
Não me enquadram em seus inúteis padrões.
Quem faz as escolhas do coração senão o próprio, com sua vida própria pulsante e ávida por bater, como asas de um beija-flor...
Viverei apenas de te olhar com meus olhos fechados,
Perto e longe.
Braile de amor, porque foi no escuro que aprendi a te amar...
Sara Cindy S.L
INDIA...
Índia....
Olhos negros...
Boca pequena...
Da pele selvagem
Que oscila colorindo...
Do jambo marrom...
Escarlate e sementes de urucum...
Seus cabelos longos...
Brilha e refletem com as estrelas e o luar...
A noite enluarada....
Misturas aprofundadas na imensidão azul...
Teu corpo....
Modelado e serpenteado...
Traz as curvas e seu torneado...
Modelo da tribo da minha imaginaçâo... Obra perfeita da minha inspiração....
De uma plumagem.....
E qui tenho coragem...
De falar o que sinto....
Coração segue ofegado...
Com teu cheiro de pecado...
Bate forte de um jeito...
Quase necessário transplanta-lo....
Nesse verso que trago...
Eis aqui um peito maltratado....
Por você menina selvagem...
Meu peito explode....
E continua perverso...
No negro dos teus olhos....
Construo minhas alucinaçôes...
Nem me sinto suave....
Mas me sinto atacado....
Seu corpo atraente...
Olhos brilham ao admira-la....
Sem dó e sem clemencia...
Ao ego sutil e selvagem.....
Por você crio poemas...
E uma rede pequena....
Pra te balançar em meu amor....
Nela cabe tu e mais eu....
Ter você....
Meu cheiro de jasmim e és uma flor...
Como dono da noite...
Com pequenas doses de malária....
Mas não aceito essa doença....
So quero estar ardendo...
Na febre do teu amor...
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Olhos negros
Estrelas cintilantes
Bailam dentro de ti
Misteriosamente falam
coisas que meu coração
gosta de ouvir.
Medo
Quando eu olhei dentro dos teus olhos negros e vi aquela imensa profundidade sem ter onde me agarrar eu tive medo, achei que ali era o fim e meu coração, frágil e pequeno, não podia aceitar que o último olhar que você me deu não tinha absolutamente nada além daquela imensa profundidade.
Em teus olhos negros habitam Pensamentos horrendos.
Pensamentos que as vezes turbulentos
E as vezes vazio como seu interior .
Ao Bethoven VI
A calmaria dos teus olhos negros que através deles já disse tanto sem dizer uma palavra.
Recebeu cada carinho como se fosse a primeira vez que nos vemos.
Acorda junto comigo prova que é meu fiel amigo pula, corre, late entre dias e noites noites e dias sei que do outro lado da porta vai estar sentado pronto para nós.
Pelos brancos apelidado de carneiro, orelhas caídas e o fato de arteiro, querido companheiro estará comigo para sempre.
Nas memórias farei delas doces lágrimas.
Olhos Negros
Senhora de olhos negros.
Negros também, são teus cabelos.
Corpo de deusa, seios de sonho.
Fiquei parado, e apaixonado ao
vê-los.
Flor morena, cuja existência eu
não sabia.
Por sorte te vi risonha e suave ,
figura de mulher de mim não mais
saístes.
Tenho-te à minha frente,
com esse olhar calmo, doce, os cabelos
lisos, soltos, tua voz suave e quente.
És linda. ser teu por toda vida, gostaria,
mas existem normas, e sómente, em meu
pensamento vives.
Á mim és impossível, de outra forma.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente
O meu amor tem lindos olhos negros,
quem ouve falar, parece até exagero.
Nada se iguala ao seu sorriso,
quando o vejo, perco até o juízo.
Ninguém no mundo se compara a você,
deve ser por isso, que é tão difícil te esquecer.
Seu jeito diferente de ser, me faz te quer por perto,
e se não está aqui, me sinto isolado no deserto.
Nostalgia de amantes
Seus olhos negros e pequenos invadem os meus de tal forma que parecem querer ler os mistérios de uma lacuna de desencontros. Suas mãos firmes suavemente deslizam pelo meu corpo no vai e vem das ondas de um mar de desejos. Seus beijos sedentos por relembrar os tempos de outrora me arrebata, e entrego ao seu bel-prazer a menina mulher que sou. Fecho os olhos... me transporto a uma dimensão das sensações onde tudo é florido e belo. Estremeço na iminência do clímax. Ao som da nossa respiração ofegante e dos corações acelerados, o seu corpo repousa à minha direita com um sorriso brando e na mesma sintonia.
Teus olhos negros
Me traziam ao coeso
Dos escuros mais acesos
Sem deixar meu rancor ileso
Ao adormecer em meu colo
Me deixava sem solo
Parecia toda apolo
Um prazer tão seu quanto nosso
Assim dominava tua fera
Mas a fera lá fora me espera
Quem me dera
Poder a felicidade que em ti venera
Sempre minha pilha
Mas perdi o controle na saída
Me vi toda derretida
Não quis prometer despedida
Porém, não sumirei de tua trilha
Abrigue tua família
Nesse riso fácil de tua ilha
Terra fértil... Cecília
A vida é bela como um simples piscar de olhos negros, rápida porém misteriosa...
bela como o sol... misteriosa como a lua...
linda como uma flor na primavera... e sombria como um lago no inverno...
linda como uma poesia... e melancólico como um grito sorumbático...
Aproveite pois a vida é bela, porem Rápida e misteriosa.
Aqueles olhos negros tem um brilho que me encanta.
Como se fosse um ímã,
os olhos deles me puxam para olhá-lo,
e eu olho e me arrependo, porque ele já está me olhando,
com uma intensidade que me sinto despida mesmo estando vestida.
O seu olhar, ah, aquele olhar…
Que me causa arrepios e me deixa
fraca.
Ele me olha como se enxergasse o fundo da minha alma.
Uva negra
Olhar seus olhos negros em meio a um sorriso é como saborear as uvas negras, doce na medida do quero mais, suave a ponto de repetir, gostosa como o despertar sem pressa e sem medo de ser feliz.
Meu verdadeiro eu: um monstro
Desistiu... desistiu de mim.
Seus olhos negros como a noite transmitem um desespero sem fim.
Não consegue ver nem um pingo de bondade.
Não há lealdade.
Sou um fracassado.
Um caminhar malogrado.
Creio que ele se sente logrado...
Esperava mais de mim.
Não me queria assombrando seus pensamentos.
É... mas ele tirou dos olhos a venda.
E hoje o que vê é uma tremenda fenda...
uma frincha... uma abertura... uma fresta bem escura.
Uma tragédia. Ele não esperava por isso... nem eu.
Mas foi o que aconteceu: tirou a venda dos olhos e viu meu verdadeiro eu.
Há uma razão nessa escuridão.
Há uma razão... e isso entristece demais os corações... o dele e o meu.