Frases sobre o oceano para refletir sobre sua força e mistérios
Revisão por Equipe editorial do Pensador
Criado e revisado pelos nossos editores
O oceano é muito mais do que um espetáculo natural: ele é essencial para o equilíbrio da vida no planeta. Suas águas abrigam incontáveis espécies e sua vastidão ainda guarda segredos inexplorados. Estas frases sobre o oceano nos lembram de sua força, sua beleza e da importância de preservá-lo para as gerações futuras.
O oceano pulsa no ritmo do planeta. Cuidar dele é cuidar de todos nós.
Cada gota do oceano já percorreu o mundo inteiro, carregando a história do planeta.
Há algo de eterno no oceano: mesmo quando muda, sua essência nunca se perde.
Quem encara o oceano entende que há forças maiores do que nós.
O oceano cobre mais de 70% do planeta e, ainda assim, conhecemos apenas uma fração de seus mistérios.
Sem o oceano, a vida na Terra não existiria. Suas águas guardam segredos e sustentam a existência.
As marés sobem e descem, mas o oceano permanece eterno.
O oceano não pertence a ninguém, mas toca a todos que o contemplam.
O oceano é fonte de vida, beleza e respeito. Preservá-lo é garantir nosso próprio futuro.
Por trás da calma aparente do oceano, há forças invisíveis moldando o destino das marés e da vida.
Mergulhar no oceano é como tocar o infinito – um mundo sem fim, sem fronteiras, sem limites.
Nota: Frase adaptada de um trecho do conto "O Alienista" (1882). O trecho original é: A loucura, objeto dos meus estudos, era até agora uma ilha perdida no oceano da razão.
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Sem sonhos, a vida é uma manhã sem orvalhos, um céu sem estrelas, um oceano sem ondas, uma vida sem aventura, uma existência sem sentido.
O que uma lagosta tece lá em baixo com seus pés dourados?
Respondo que o oceano sabe.
Por quem a medusa espera em sua veste transparente?
Está esperando pelo tempo, como tu.
Quem as algas apertam em teus braços?, perguntas mais firme que uma hora e um mar certos?
Eu sei perguntas sobre a presa branca do narval e eu respondo contando como o unicórnio do mar, arpado, morre.
Perguntas sobre as plumas do rei-pescador que vibram nas puras primaveras dos mares do sul.
Quero te contar que o oceano sabe isto: que a vida, em seus estojos de jóias, é infinita como a areia incontável, pura; e o tempo, entre uvas cor de sangue tornou a pedra lisa encheu a água-viva de luz, desfez o seu nó, soltou seus fios musicais de uma cornucópia feita de infinita madrepérola.
Sou só uma rede vazia diante dos olhos humanos na escuridão e de dedos habituados à longitude do tímido globo de uma laranja. Caminho como tu, investigando as estrelas sem fim e em minha rede, durante a noite, acordo nu. A única coisa capturada é um peixe dentro do vento.
Nós, os que perecemos, tocamos os metais,
o vento, as margens do oceano, as pedras,
sabendo que seguirão, imóveis ou ardentes,
e eu fui descobrindo, dando nome às coisas:
foi meu destino amar e despedir-me.
Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo.
Olha para trás, para toda a jornada, os cumes das montanhas,
o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos
povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar
nele nada mais é do que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira.
O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar.
Voltar é impossível na existência. Você
pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que o medo
desaparece.
Porque apenas então o rio saberá que não se trata de
desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento e por outro lado é
renascimento.
Então, não se preocupe. As coisas estão acontecendo perfeitamente bem para você.
Sou intensa e não conheço o significado da paz. Para mim ela é um barco no meio do oceano sem vento que não vai para canto nenhum. Eu preciso que as coisas aconteçam. Ter paz deve ser muito chato.
Imagine uma onda no oceano. Você pode vê-la, medir a sua altura, a maneira como a luz do sol brilha quando passa. Você pode ver, você sabe o que é. É uma onda.
E então ela quebra na praia e desaparece. Mas a água ainda está lá. A onda era apenas uma maneira diferente de ser da água por um breve instante. Essa é a concepção de morte para os budistas: a onda retorna ao oceano, de onde veio e onde deveria estar.