Negligência ou Erro
Lamentamos nossos erros quando negligenciamos a perfeição, e nos tornamos perfeitos quando há entendimento sobre nós mesmos. Na compreensão através das lágrimas, sempre há amor.
Perdão, meu amor, por ter me descuidado,
A noite escura me levou a errar,
Com os copos cheios, o coração acelerado,
Esqueci do mundo e deixei de te amar.
Teu olhar preocupado foi um golpe profundo,
Senti a dor de te ver assim sofrer.
Saiba que em cada instante, em cada segundo,
Meu amor por ti só faz crescer.
Te agradeço por ser tão compreensiva,
Por acolher minhas falhas com ternura.
Teu perdão é a luz que me motiva,
A ser melhor e buscar a altura.
Amar-te é um sonho que quero viver,
Prometo cuidar do nosso bem querer.
Todos cometem erros. Seja por descuido, inocência ou maldade. Alguns fingem inocência, mas agem com intenções ruins. No entanto, errar é humano, e todos têm a oportunidade de se redimir, perdoar-se e pedir desculpas àqueles a quem causaram algum mal.
Em uma cultura negligenciada todas as boas e más experiencias, os pensamentos e os conhecimentos se perdem e o ser humano tem que iniciar do zero, toda vez que tenta de novo, em fazer.
O problema nos discursos não é errar ao dizer algo, pior que isso é ser negligente, e na verdade, não dizer o que é certo, quando sabe que deveria! Esse é o mal das más oratórias. A negligência!
Na educação, os melhores pedagogos nos recomendam a trabalhar os 'descritores" e os "distratores" com os alunos, louvado sejam! Todavia, por que é tão difícil aprender com minhas crônicas, se ali estão os erros da escola? E eu, cheio de boas intensões! Ou melhor, trabalho nelas os "distratores" do trabalho escolar. E se aprendemos com os nossos erros, por que temos tanto medo de errar? Ou ainda seja só vergonha dos erros, pois muitos estão de plantão para nos condenar.