Navegar
"A vida é como um rio: flui incessantemente, e cabe a nós aprender a navegar suas correntezas com sabedoria e coragem."
Marinheiro de Convés: Coragem e Superação no Mar
Navegar em alto-mar, seja em viagens de longo curso, cabotagem ou apoio marítimo, é mais do que apenas um trabalho; é uma jornada de coragem e superação. A vastidão do oceano, as tempestades e os desafios diários são provas constantes de que a vida no mar exige mais do que apenas habilidades técnicas—ela exige fé e determinação.
Como marinheiro de convés, você enfrenta não apenas as forças da natureza, mas também as provas internas de medo e incerteza. É em momentos como esses que a fé se torna seu farol, guiando-o através das ondas mais turbulentas. Lembre-se de que cada desafio superado fortalece sua alma e sua confiança.
Esforce-se sempre, pois é através do esforço contínuo que você se torna um marinheiro mais forte e resiliente. O mar pode ser implacável, mas com fé, coragem e uma vontade inabalável de superar, você triunfará em cada jornada.
Navegar, às vezes, é um ato interno. Como florescer: um ato solitário, mas nunca silencioso. Ela fala em cores, em luz, em vida. Nasce para lembrar ao mundo que a beleza é breve, mas poderosa.
Espero que quando este mundo navegar nas profundezas da escuridão possamos ser a luz para iluminar o caminho ,orientar e ajudar aqueles que estiveram em profunda escuridão a terem as suas próprias luzes acessas,assim como o Messias veio ao mundo e o mundo não o reconheceu excepto aqueles que tiveram a capacidade e sabedoria de ver e receber a verdadeira luz da vida.
Navegante.
Problemas do cotidiano, os vejo como Mar,
sobre ele me ponho a navegar.
As Fortes ondas põem a embarcação a jogar,
então jogamos, sei que existe um cais a me esperar.
Me espere, pois estou a chegar.
As fortes ondas em algum momento irão de passar.
Aprendendo a navegar...
Estranha viagem é a vida. Somos lançados no mar da existência, em um pequeno bote, que chamamos corpo, dirigidos por um silencioso e estranho capitão, que chamamos alma, coração, mente... ou qualquer outro nome.
Ambos não se conhecem e talvez a única razão dessa estranha viagem seja possibilitar a aproximação desses estranhos navegantes.
Nas noites de tempestade, o pequeno barco percebe, aterrorizado, a sua patética fragilidade. Nesses momentos, transforma seu desespero em uma prece e tenta se agarrar a alguma verdade inventada, alguma certeza “absoluta”, a algum deus generoso para chamar de Pai.
Mas a fúria do mar revela a exata dimensão de tudo o que nos cerca, mostra que nossa ignorância não tem alcance para certezas absolutas, nossas verdades não passam de possibilidades que não possuem raízes no nosso coração e nosso Deus Pai continua tão silencioso quanto no dia em que o primeiro homem lançou ao mundo seu primeiro grito de horror em busca de um alento.
Onde estão as mãos que me colocaram nesta estranha viagem, sem guias, mapa ou uma bússola que me aponte um norte qualquer?
Por que não consigo compreender a rota que esse capitão sussurra e teimo em navegar por caminhos estranhos, que me afastam, cada vez mais, do meu porto seguro?
Sem certezas ou verdades, apenas amparada pelo anseio, ou pela suspeita de um Deus Pai, onde posso aportar meu abandono?
"No oceano da vida, navegar sozinho pode ser prazeroso na mesma proporção que doloroso; A vista azul do infinito e esperança pode também se tornar cinza e turva igualmente; Devemos trabalhar, para que possamos enxergar além, tanto do azul quanto do cinza."
Nem eu consigo me entender, quem dirá você,
Um labirinto de pensamentos, um mar a navegar.
Sou um enigma, um quebra-cabeça sem solução,
Emaranhado de emoções, sem uma direção.
Sou um livro aberto, mas com páginas em branco,
Um enigma sem respostas, um segredo sem banco.
Meus sentimentos se entrelaçam, se confundem,
E nesse emaranhado, quem sabe o que se fundem.
Talvez eu seja um mistério, um enigma sem fim,
Um quebra-cabeça complexo, difícil de decifrar assim.
Mas mesmo sem entender a mim mesmo, eu sigo em frente,
Explorando os meus caminhos, buscando um sentido coerente.
Então, não se preocupe se não me compreender,
Pois nem eu mesmo consigo me entender.
A vida é uma jornada de autodescoberta e aprendizado,
E é nessa busca que encontramos nosso verdadeiro fado.
No turbilhão do coração confuso,
A paixão me envolve em seu abraço terno,
Como navegar neste mar tão difuso,
Onde cada onda é um desejo eterno?
Palavras presas, sentimentos soltos,
No labirinto dos pensamentos incertos,
Onde o amor se entrelaça em seus nós,
E o tempo se detém em momentos despertos.
Ah, doce tormento de estar apaixonado,
Entre a esperança e o medo de arriscar,
Em cada suspiro, um novo significado,
No silêncio, os segredos do verbo amar.
Deixa-me perder nos teus olhos profundos,
Nos traços suaves do teu sorriso sereno,
Neste poema vivo de sentimentos fecundos,
Onde o amor se revela, sublime e pleno.
"Ser escritora ou poetisa (escritor/poeta) é navegar por tantos pensamentos, porquês, reflexões, dilemas, questões do outro, questões tão íntimas, por tantas ruas de emoções e sentimentos. Nunca estamos vazios de conteúdo, tudo é motivo para escrever, em tudo há sensibilidade. Às vezes, um pouco de inocência, às vezes, um pouco de nós que cria identificação com muitos. Até mesmo com a nossa imperfeição, somos vulneráveis, mas nos comunicamos na nossa vulnerabilidade com o outro, mais do que na nossa ilusória sensação de perfeição, pois ela não existe em nós. Só Deus é perfeito. Por isso, olho para Ele, porque sei que sou imperfeita. Melhorar a mim mesma é mais difícil, pois preciso encarar medos, traumas e tantas outras coisas. Assim, sigo o caminho de melhorar a mim mesma todos os dias. Às vezes parece simples, às vezes não. Quanto à escrita, à poesia, seja ela passada para o papel ou para o notebook, tudo isso faz parte de uma contínua jornada de autodescoberta, evolução e crescimento, podendo transmitir profundamente uma mensagem ou gerar insights sutis que, por sua vez, possam ser uma inspiração ou uma possível ajuda através da escrita."