Não Tente Entender
Eu espero que você consiga entender que você merece alguém que te ame de domingo a domingo, alguém que te dê amor em um sábado a noite e que te dê atenção em uma quarta feira de trabalho. Espero que você entenda que não merece meio amor, meio alguém, você merece tudo e mais um pouco.
Não aceite menos do que você da, não aceite menos do que você merece!
Há momentos que falar não explica, não justifica e também não resolve. O melhor mesmo é entender e se calar.
Não procure entender os planos de Deus, apenas aceite-os. A busca por este entendimento o levará a destruição.
O medo é algo interessante e difícil de entender: às vezes, está ligado à ignorância e, em outras vezes, está ligado ao conhecimento.
Queria conseguir entender esse "amor" dos tempos Modernos!
Conhece a pessoa ontem e já esta amando?
Depois de um mês o "amor" acaba?
Eu te amo virou forma de cumprimentar a pessoa que você gosta?
Sinceramente não sei .
No fundo acho que eu não conheço o verdadeiro amor!
Interrogante: No seu entender, existem leis cósmicas?
Krishnamurti: O que mais importa: saber se existem leis cósmicas ou descobrir um modo de viver com ordem? Estou apenas perguntando. O que é mais urgente? Não somos crianças, afinal de contas. Neste conturbado mundo, com tanta tristeza e confusão, devemos preocupar-nos é com a eliminação de tudo isso, e não com a existência, ou não de leis cósmicas.
Só quando tivermos lei e ordem na vida cotidiana é que descobriremos se existem lei e ordem no cosmos. A vida se acha tão desorganizada, confusa e atormentada, que não devemos preocupar-nos em apelar para leis, teorias e hipóteses cósmicas. O relevante é descobrimos um caminho que nos livre do sofrimento físico e psicológico, que nos conduza a um viver belo e pacífico. A beleza existente além do pensamento só será alcançada se aprendermos a viver adequadamente. Indagar sobre a dimensão cósmica é fugir do cotidiano.
Aprendamos, primeiro, a caminhar, a construir, e depois tentaremos o céu. Desconhecemos o que é amar; temos muito medo - esta é a nossa realidade. O desejo de recorrermos a evasivas e advém da carência de ordem e beleza em nossas vidas.
Do Livro Palestras e diálogos em Sydney, Austrália, 1970.
Carta de Notícias - Instituição Cultural Krishnamurti
E, de repente ela acordou. Estava assustada, um pouco atordoada, tentando entender o que passou. Ruas pavimentadas, iluminadas e bem planejadas davam o tom. Achava estranho mas, estranhamente, dentro da sua mente aquilo tudo parecia ser algo bom. Como se fosse intuição ou algum dom.
No café que frequentava viu Seu Firmino, um conhecido pai-de-santo, se aconselhando com um rabino.
Continuou sua caminhada, mas, por todo lugar que passava, estranhava e se perguntava: " Que será que foi o ocorrido?" Tá tudo estranho, no lugar indevido.
Nem os veículos se engarrafam como antes. Por quê? Me sinto coadjuvante, quase uma meliante. Por que ninguém me nota, ninguém me aborda- se perguntava incessantemente.
Percorria quilômetros buscando respostas mas a cada passo só acumulava mais dúvida e agonia.
Num lapso rompante se lembrou do telefone, vou ligar pra uma amiga, ela poderá me salvar, ou melhor, me explicar - como é que tudo está bagunçado - mas está tudo em seu lugar.
A decepção foi imensa quando percebeu que, naquela calça larga, nem bolso havia.
Alucinações e desespero começaram a tomar conta quando, numa praça em frente a igreja avistou pessoas dançando, cheias de cores e brilho.
Fez o que não tinha feito até então. Se olhar. Se surpreendeu quando se viu, banhada em cores vivas e borradas por todo rosto, corpo e cabelo. Foi tomada por um misto de leveza e estranheza, num ritmo estranhamente familiar.
Uma música alta invadia seus poros.Tentava se comunicar, mas aquele som estava sempre um tom acima e as pessoas apenas sorriam, cantavam e dançavam. Sua voz sequer chegava.
Percebeu que nem tudo tem resposta. Ou, não a que busca.
Não pertencia mais àquele mundo de outrora. Tudo tinha mudado.
Deixou o som levar e permaneceu ali. Nem se lembra mais do que teve de deixar para trás.
Pois o que lhe restava eram apenas cores e músicas….Nada mais.
A arte de dividir a cama....
Manhãs que a gente odeia
Noites que a gente ama
A arte de entender se a gente ainda ama.
Somos uma parte que está aprendendo e outra que luta para conseguir entender a real história de tudo.
Por mais que as pessoas nos amem... Elas podem não entender nossos sonhos, nossas atitudes frente a uma adversidades, nossos propósitos etc... E na verdade nem é o papel delas fazer isso. Esse é o nosso papel, a nossa vida... Temos que parar de exigir dos outros aquilo que só cabe a nós mesmo, e entender que eles não podem nos dar o que no fundo, nem a gente está se dando... Temos que buscar a força em nós... e não buscar força nos outros... Sem contar que muitos daqueles em quem buscamos força mal tem para eles... Se esta doendo, vai com dor mesmo... Está com medo? Vai com medo mesmo... Com fé a gente vence e entende que com Deus nos direcionando a gente chega lá sem mimimi....
Ninguém mais lembra de nada, as dores e as cicatrizes foram em vão? Nunca irão entender, só eu. Ninguém vai entender como é ir perdendo toda essência que um dia alguém teve, ver tudo sendo modificado e continuar preso em ambientes, lembranças, gostos, sons, perfumes e sorrisos, sentimentos que não existem mais.
Sempre teremos um espaço para buscar e realizar as nossas ações. Precisamos correr riscos e entender que a conquista é fruto de uma luta sem medo.