Não me julgue
Eu oro de olhos fechados, beijo de olhos fechados e sonho de olhos fechados, não me julgue, é que coisas boas não preciso ver enquanto o coração sente.
Não se julgue perante a truculência e a perversidade de certas pessoas pois talvez estarás se nivelando a elas próprias.
Quando encontrar uma pessoa má, não a julgue logo de início. Primeiro veja se não é apenas seu próprio reflexo. E em seguida, pense como você pode melhorar a si mesmo.
Não me julgue como arrogante se perceber que não me alio aos moralmente inferiores e nao se atreva a me pedir explicações , pois se nao entendeu os meus motivos , como pode querer me dar algum dia razão , e se eu tiver que explicar saberei que não sabes nada de mim, e nao entendeu que nao me apraz a companhia de patifes , e se nao percebeu me faça um favor vá para longe de mim e nao volte mais
Se você bater de frente com um vilão, não o julgue mas procure saber o que aconteceu para que ele viesse a se tornar assim, isso sim é ter empatia.
Não se cobre tanto, não se julgue fraco, tampouco, rotule-se de covarde, é necessário muita coragem para apostar todas as fichas do presente em um futuro incerto.
Você não foi o único que amou!
Eu também amei.
Por isso, não se julgue que o amor.
Foi desleal, porque
das duas partes.
O amor fluiu!
Ei, você aí,
Não me julgue mal porque me vê mal.
Corrija o rumo de seus olhos
Força boa vem de cima, não de baixo.
O Limo !
Lembre-se:
O limo que derrubou o seu irmão,
ainda está no caminho.
Então, não o julguem,
mas ore por ele.
Poeta ||
Poema
Colirios pros olhos
Acordo
A delirios
Por tema
Mas não me julgue
És minha obra prima
Um simples poema
Não tema o poeta
Que nas linhas carrega
Esta vida difícil
Preso em canil
Cachorro no cio
Poeta ausente
Em versos soltos
Escreve oque sente
Preste a morrer
So poderá ler
Oque seu coração escrever
Mente embaralhada
A mulher casada
Pensa o poeta
Com mente sedenta
o olhar do mundo
aprisiona os sentidos adormecidos:
não me julgue pela dor de ser preterido
nasci uma pérola incrustada na ostra
a fiz sangrar
minar
doer
até, enfim, singrar entre os mares
impetuosos desta existência
vim e vou
como cheguei
estou parindo a outra face
enquanto vicejo o milagre
de uma nova essência.
– as cortinas do palco incendiaram
acendi o pavio
escutei as labaredas penetrarem em mim
como fogo fátuo
indo e vindo
passando e sendo
mais um dentre tantos que não conheceram
razões para continuar…
[apenas não me julgue mais um covarde
a verdade:
eu, a sós com meus pensamentos,
me sustentei até aqui!
e isso foi muito
e isso foi tudo
e n f i m]
Por favor entenda,
Não me julgue pelo que eu faço,
Me julgue pelos meus resultados,
Minhas conquistas,
Possa ser pouco para você,
Mas talvez suficientes para mim.