Meio
Poema de Daniele Buoso :
Um ser como qualquer outro
mas é único e especifico
demonstra poder e medo
mas é doce e meiga
como uma flor forte e empoderada
aura inabalável mas por dentro
um coração mole
que se preocupa contudo e todos
a melhor PCG no que ela faz
que alegria a todos nos trás
te amamos Dani
e o Cícero perante esse poema
lhe agradece os chocolates
e ajuda que nos da
obrigado Dani por tudo
você é importante para todos
nós da Ana Franco
obrigado.
A fragilidade das democracias, a multidão de excluídos e as ameaças ao meio ambiente são desafios da humanidade.
No que tange o ser humano, nada mais temos a certeza de que, o universo externo é o reflexo do interno. Por isso, sejamos coerentes com nossos pensamentos, palavras e atos. Pois, só recebemos dele, o que os damo em ambundância. É tudo uma questão meramente matemática. No fim das contas, é sempre uma troca.
"Deus está nos dizendo muita coisa com essa pandemia coronavírus (COVID-19) , pois a humanidade estava um pouco cega, tínhamos que acordar. Paz e Bem!"
Em busca serena da trilha do caminho do meio, em busca constante do autoconhecimento com autodisciplina, então saboreio o despertar com amor pela sabedoria, buda filosófico, pois vós sois buda.
Começo, meio e fim
Começo? Onde é o começo?
Eu começo a perceber que se eu não sei o fim, não tenho certeza do início. Bom, pra começo de conversa tenho certeza do meio, os meios não justifica o fim, mas o começo justifica os meios. Se não sei o fim, eu sei o começo! Começo a saber que o presente é sempre futuro, o passado defini o presente, o presente não define o futuro. Acho melhor começar do começo porque é impossível começar do fim.
Apesar do face, das redes sociais, watsapp (ou zapzap..),
o e-mail, ainda é meio de comunicação,
basta sabe-lo usar convenientemente, e não perde sua utilidade...
Ainda mais, em tempos de distanciamento...
Ósculos e amplexos
Marcial
NO DISTANCIAMENTO, E-MAIL É MEIO DE COMUNICAÇÃO
Marcial Salaverry
Embora muitos o acreditem superado com o surgimento do boom das redes sociais, e do face, e o dominio que os celulares vem exercendo, o e-mail ainda está por demais arraigado em nossos usos e costumes, e como tem criado muitas palavras, ou meios de se escrever palavras existentes, tais como “emaillação”, ou seja, o ato de se passar e-mails. É compreensível que tal palavra exista,assim como muitos outros termos postcomputadoriais, tais como "vc", "rss", kkk :)). Sabemo-la útil e necessária. Então, consideremo-la inventada, assim como podemos chamar uma comunicação via e-mail, como "uma comunicação “emaillatória”.
Li uma mensagem que me foi passada por meu guru L’Inconnu, que diz simplesmente:
"Enviar uma carta é um bom meio de ir a algum lugar sem mover nada, a não ser o coração"
Como isto foi lido há muito tempo, vamos modernizar um pouco, trocando "carta" por "e-mail", pois precisamos nos situar na época atual, quando a comunicação epistolar, foi substituida pela "emaillatória..."
Embora existam aqueles que fazem mau uso dos e-mails, os chamados hackers e viróticos, podemos realmente considerar que enviar um e-mail é comunicar-se com o coração, sempre abrindo a possibilidade de uma nova amizade, pois no momento em que enviamos um e-mail, automaticamente abrimos nosso endereço, propiciando uma resposta, pois sempre consta o endereço do remetente, embora muita gente goste de se divertir inventando apelidos (também chamados "nicks"), e criando um sem numero de endereços falsos, sabe-se lá com que intenções. Embora existam "n" motivos para usar codinomes (ou nicks), acho que o uso do nome real é mostra cabal da inexistencia de segundas intenções.
Embora alguns usem endereços forjados, vamos considerar apenas quem pretende dar um uso adequado para os benefícios da tecnologia, e apenas deseja comunicar-se com facilidade, procurando desenvolver seu circulo de amizades, e esses sempre se comunicam abertamente. Não podemos nos esquecer de que as redes sociais também podem uma influencia nefasta, assim como o mau uso dos celulares, eis que tudo na vida tem mais de um lado, ou seja, o lado bom, o mau, e o "mais ou menos..."
Convenhamos que a "emaillação" é uma maneira altamente prática de se comunicar, pois em poucos segundos conseguimos nos contatar com qualquer parte do mundo, e tudo isso sem ter o estafante trabalho de comprar um envelope, escrever uma carta (dizem que datilografar é ou era falta de educação), colocá-la dentro do envelope, enfrentar uma fila no correio para postar a bendita carta, que, com muita boa vontade “correial”, tem a possibilidade de ser lida (se chegar), apenas alguns dias, ou semanas após, se não houver nenhuma greve de carteiros...E um e-mail em segundos corre o mundo.E ainda podemos escrever para muitas pessoas ao mesmo tempo, em partes as mais distantes do mundo. Realmente fantástico...
Com as emaillações, sentamos na cadeira (alguns dizem que sentam no computador, o que não aconselho.), batuca no teclado, clica "enviar" e pronto já tá lá, e se o destinatário estiver com o OutLook aberto, lê no ato. Se quiser, pode responder imediatamente, dependendo do que recebeu... e a vantagem que o email oferece sobre as redes sociais, é que mesmo não estando on line, o email fica na caixa de entrada, aguardando a chegada para a consequente resposta...
Com todas essas facilidades, podemos concluir que "emaillar" é um real ato de amizade, e é por isso que entendo que ao receber um e-mail, devemos responde-lo, mesmo que seja só para dizer "oi. Recebi. Gostei (ou não)." Assim, estarão devolvendo o gesto de amizade. Amizade, não se esqueçam, não é coisa para ser jogada fora. Concordam? Apenas é preciso analisar quando é algo que "pede" uma resposta, ou se a resposta está implícita. Claro, que nem todos podem responder a todos os emails recebidos todos os dias... Assim, pelo menos de vez em quando, pode-se dar um "Alô Amigo"... Bom senso deve imperar.
Reconheço que não é todo o mundo que gosta de escrever muito, mas nesse caso, um "oi" de vez em quando, não arranca pedaço do dedo. Nem que seja para pedir que não escreva mais. Mas sempre é bom escrever.
Nos velhos tempos pré-computadorais, eu sempre tive a maior preguiça para escrever cartas, e foi apenas quando morava no Congo, é que escrevia longas cartas para a patota toda. Mas gastei o estoque todo lá. Fiquei um bom tempo, sem pensar em escrever. Sei que algumas pessoas acham que deveria ter continuado assim. Mas, por certas razões comecei a faze-lo e peguei gosto pela coisa. E vai ser meio difícil parar, pelo menos enquanto os dedos continuarem obedecendo aos comandos do cérebro (tenho, sim, e funciona... acho, ainda mais que, depois de uma queda feia,fizeram uma ressonancia, e acharam o cérebro lá...).
Depois desta defesa ao bom uso do e-mail, espero que todos tenham UM LINDO DIA, e possam confirmar que gostam de viver um lindo dia, a cada dia de vida...
Repense o consumo. Repense as relações. Ame as pessoas, não as tente possuir. Tenha as coisas, mas não deixe que as coisas de possuam.
Nem tudo mau, nem tudo bom.
Um certo sábio reduziu toda a sabedoria ao caminho do meio. Levar o certo longe de mais e ele se torna errado. A laranja espremida ao máximo dá só amargor. Mesmo no prazer não devemos ir a extremos. A própria inteligência se esgota se exigida demais, e se ordenhamos uma vaca em excesso teremos sangue por leite.
Se eu tivesse que escolher hoje entre o princípio, meio e o fim, ficaria com o princípio onde tudo nunca acabou.
"Em meio ao turbilhão de acontecimentos negativos em sua vida. Lembre-se, você não está só, e ao seu lado existe um ombro para reclinar a cabeça, ouvidos pra te ouvir e abraços para te acolher. Não desista da vida!"