Matar a Saudade
Louca saudade
Saudade, saudade...
o que isto quer dizer?
vontade, amor ou bem querer?
É um querer forte, agora...
É um gostar constante,
um amar, amante
um lembrar de outrora...
um desejo louco,
uma palavra não sentida
uma voz incontida
um muito, pouco
insatisfação, loucura,
vontade de chorar...
sentida a doçura do começo de amar.
"Saudade"
Nada que eu pense, nada que eu fale, nada que eu sonhe, nada que eu deseje, supera o que sinto nesse momento.
Pode cair as folhas das arvores, pode secar as àguas dos mares, pode inundar o deserto, ainda será pouco diante do meu sentimento.
Posso querer enrriquecer, posso querer não envelhecer, mais jamais esquecerei de vocês.
"Vocês", são mais do que tudo, além do tudo que sinto.
Amo vocês...
E sinto saudades, jamais poderei negar isso. (Vieira)
Hoje de felicidade grito
aliviando meu espírito,
Onde a saudade de você,
Me levando ao delírio insiste...
Me fazendo dizer o que sinto.
Com todo amor...
Que em mim ainda existe.
(Vieira)
"Um dia"
Quando o tempo passar
E a saudade aumentar.
Ainda haverá amor.
Existirá entre nós a vontade.
Iremos sorrir, por vezes chorar.
Sem ver o tempo passar...
Iremos dormir por vezes acordar
E nesse sonho...
Sentir-se forte, embora fraco...
Diante de tanto amor.
Ninguem vai perceber,
Que o sonho ainda não acabou.
Somente você entenderá.
E sob a luz da lua,comigo dormirá.
Até o dia amanhecer.
Ou quando o sol nos despertar.
(Vieira)
O Sol vai até seu leito de descanso.
A noite chega suavemente,
e com ela vem a saudade que de suave não há nada.
E foi assim que a saudade me matou
Eu não a suportava, ela me deixou solitário, mandou todos que eu conhecia embora. Resolvi acabar com isso, com essa prisão que estava feita ao meu redor, resolvi destruir esse monstro de vez da minha vida. Me preparando para poder ataca-la e acabar com essa angustia, mas antes me pegastes despercebido e sem dó nenhum me apertou a garganta e sufocou-me, sem ao menos dizer uma palavra.
Um beijo sem abraço.
Um adeus sem saudade.
Só posso dizer é tudo isso que pode ser.
Foi embora sem querer.
Onde está você?
Se não te encontro na imensidão do paraíso.
Para onde foi o sorriso?
Sento no gramado, pensando em você.
Tudo que ainda podemos viver.
Caminhando entre as flores.
Rodeado de amigos.
Nossa família vai crescendo.
Com nosso amor sem juízo.
Outra vez é amor
Outra vez é madrugada
E eu não consigo te esquecer
Eu queria que a saudade
Fosse falar com você, sem querer te magoei
Machuquei teu coração
É que eu não controlei
O impulso da minha paixão
Pra te dizer o quanto dói à solidão
Pra te mostrar
Que não valeu apenas não...
Duvidar do teu amor
Controlar teus pensamentos
Foi pura ilusão
Veja bem como eu estou
Olhar só o que restou
Foi só sofrimento
Antes que a tristeza
E a saudade
Mate de uma vez meu coração
Volta amor.
Saudade de minha terra.
Sinto uma saudade imensa de minha terra, uma terra que não emana leite e nem mel, mas é minha terra. Uma cidade cheia de moças bonitas, e rapazes muito feios, uma terra que não tem verde, mas tem vida. Um dia essa terra irá produzir que seja areia para as grandes construções. Uma cidade linda, pessoas sorrindo, sem dente, faze o que? Mas é minha terra minha cidade, os meninos chorando, a veia cochichando, o moribundo pedindo. Eitá cidade linda, terra maravilhosa, nasci aqui, daqui não saio, Dom João quis assim, assim vamos ficar. Quantos já passaram e não resolveram nada. Assim me deito em berço esplendido, apesar de ser ripa e prego, mais é bom é minha, minha casa de adobe. Pois amanhã é outro dia, tenho que acha o que comer.