Maldade das Pessoas
Pessoas vão embora de todas as formas: vão embora da nossa vida, do nosso coração, do nosso abraço, da nossa amizade, da nossa admiração, do nosso país. E, muitas a quem dedicamos um profundo amor, morrem. E continuam imortais dentro da gente. A vida segue: doendo, rasgando, enchendo de saudade… Depois nos dá aceitação, ameniza a falta trazendo apenas a lembrança que não machuca mais: uma frase engraçada, uma filosofia de vida, um jeito tão característico, aquela peculiaridade da pessoa. Mas pessoas vão embora. As coisas acabam. Relações se esvaem, paixonites escorrem pelo ralo, adeuses começam a fazer sentido. E se a gente sente com estas idas e também vindas, é porque estamos vivos. Cuidemos deste agora. Muitos já se foram para nos ensinar que a vida é só um bocado de momento que pode durar cem anos ou cinco minutos. E não importa quanto tempo você teve para amar alguém, mas o amor que você investiu durante aquele tempo.
Segundos podem ser eternidades… ou não.
Depende da ocasião.
Existe pior sentimento que o MEDO???
Quando se o tem, pessoas desistem de sonhos, planos, amores... só por medo de nao fazer a escolha certa!!!
Ando sentindo uma enorme necessidade de iniciar um novo processo de desapego as pessoas. Sinto que grande parte delas ou na realidade as que me cercam nesse momento, definitivamente não servem para mim. Não mais. Me tornei uma pessoa com a mente extremamente tumultuada, garota que questiona infinidades. Sei viver bem na solidão, me acostumei a essa nova rotina. Não gosto de tumulto, de conversas em grupo, multidão. Me sinto confortável na companhia do silêncio, me expresso pelo olhar e pelas palavras. Às vezes penso que um dia com apenas vinte e quatro horas não são o suficiente para mim. Preciso de mais tempo para pensar, ou para pelo menos tentar buscar respostas para os meus tantos questionamentos.
Agradeça pelos nãos, pelos foras, pelas traições e decepções porque elas vieram de pessoas que certamente nunca te fariam feliz de verdade.
Quem ama não compete com outras pessoas por um amor,
Pois quem entra numa competição entra pra ganhar um troféu,
E depois exibi-lo.
O amor verdadeiro não se exibe para outras pessoas,
Pois o amor verdadeiro é humilde.
Ele não se importa com status nem a aparência,
Ele se contenta com a simplicidade da alma.
Ele sente ciúmes, mas confia,
Porque amar é confiar.
Quem ama de verdade se alegra em ver seu amado feliz,
Mesmo que seja com outra pessoa!
Quem ama de verdade conhece nada mais alem do amor.
Cumprimente as pessoas.
Isso se chama amizade!
Deseje a cada um o melhor.
Isso se chama sinceridade!
Programe o seu dia, a sua semana.
Isso se chama ação!
Acredite que tudo dará certo.
Isso se chama fé!
Faça tudo com alegria.
Isso se chama entusiasmo!
Dê o melhor de si.
Isso se chama perfeição!
Ajude a quem precisa.
Isso se chama doação!
Compreenda que nem todos são como você.
Isso se chama tolerância!
Receba as bençãos com gratidão.
Isso se chama humildade!
Essa é uma fórmula infalível
que vai ajudar a sua semana
a ser mais feliz.
As pessoas estão confusas porque na sede de saber Quem Elas Realmente São elas acreditam que são o que não são.
Não vou para o céu porque li a Bíblia, nem porque preguei para muitas pessoas. Vou para o céu por causa do que Cristo fez.
Mudanças
Ouço com frequência pessoas dizerem que fulano, sicrano, beltrano, não mudarão, ao fazer referência a dificuldades que experimentam, sejam lá em quais territórios da vida. Pior até: não mudarão nunca, esse tempo que quer ser algoz das mais sinceras tentativas e das mais ternas esperanças. Dizem, às vezes, com ares de profecia inequívoca. Com o tom assertivo da sentença. Com a perspectiva que não considera a vontade de cada um, o tempo de cada um, a história de cada um. A força dos gestos, embora tantas vezes ainda tímidos, ainda ensaios, ainda infrutíferos. A ação transformadora da impermanência, com os contextos que cria e os desdobramentos que produz. Dizem, esquecidas das voltas que o mundo dá. Dos caminhos que trilha e descobre, dia após dia, experiência a experiência, todo coração. Dizem, esquecidas da gentileza.
Eu também já disse, num tempo em que meu julgamento era maior e a auto-observação era só palavra. Não digo mais, aprendi principalmente na convivência comigo que mudança um monte de vezes é inevitável, que em alguns contextos pode fazer muita diferença, mas que também é coisa trabalhosa e delicada. Que, em algumas circunstâncias, não adianta querer mudar se ainda não se pode: como num jogo de pega-varetas, há movimentos capazes de fazer as outras peças todas desmoronarem. No jogo, tranquilo, apenas perdemos a rodada; na vida, a história pode complicar. Mudança nem sempre é pra quando se quer, tem vez que é também pra quando já se consegue. Claro que é possível conseguir quando realmente se deseja, ninguém está condenado a paralisar em lugares indesejados para não desmentir a profecia alheia, mas é preciso ter paciência, estoques dela.
Eu já mudei muito. Eu já mudei enquanto nem mesmo percebia pela ação silenciosa de acontecimentos. Eu já mudei coisas que eu nem acreditava ser capaz, poucas e valiosas. Eu mudo todo dia como toda gente. E também aquilo que, embora eu queira tanto, ainda não consigo mudar em mim me torna mais empática, mais generosa, mais confiante de que somos todos capazes das mudanças que podem nos tornar melhores, primeiro para nós mesmos, se não desistirmos de nós mesmos. Mas, no nosso tempo. Gentilmente. Com gratidão àquilo que já foi conquistado. Passo a passo daqueles que de verdade já conseguimos dar.
A luz viaja mais rápido que o som. Por isso algumas pessoas parecem brilhantes até você ouvi-las falando.
A dor aparenta não ter fim, mas a vida é assim temos que perder para dar valor para as pessoas..meu desejo é que não se arrependa, porque eu desisti.Desisti de nós, desisti de receber suas migalhas de ter que ouvir que você quer escolher com quem quer ficar. Cansei de chorar, de me maltratar de me machucar, sua escolha já foi feita o que posso te desejar é que tenha escolhido certo, afinal quando ela fizer o que tiver que fazer com você, vai acabar e ai você vai querer vir atrás de mim, mas me desculpe estarei vivendo livre de qualquer coisa que possa ousar me impedir de ser feliz
A verdade por trás de uma pessoa fria
Observar o que leva as pessoas a ser quem são é uma das coisas mais curiosas da vida, e eu sempre gostei de matar meu tempo com isso. Na maioria das vezes não encontro qualquer resposta: O chato é chato porque gosta de sê-lo e ponto final. Algumas coisas simplesmente são, e não se pode querer mudá-las ou mesmo compreendê-las.
Vez ou outra esse tipo de reflexão sem sentido me leva a algum lugar, como, por exemplo, enxergar a autodefesa por detrás da arrogância e a solidão por detrás da frieza. Eu não me canso de repetir: autossuficiência é afrodisíaca. Nós gostamos de estar perto de pessoas que se bastam. Agem como se não precisassem de nada nem ninguém, e isso é fascinante.
É preciso, entretanto, enxergar além: ninguém é tão autossuficiente a ponto de não precisar de amor. O amor não é dispensável nem pelo mais autêntico dos seres. Todos nós dependemos dele. Não importa se você não gosta de abraços ou declarações: Existem muitas formas de amor, inclusive as omissas, e você, decerto, precisa de alguma delas.
A verdade por detrás da frieza é uma necessidade descomunal de amor. Uma necessidade tão grande que não consegue se revelar – fica subentendida, por medo de represálias. Por medo de não saber como manifestar-se. Por medo, na verdade, de perder de uma vez só, perde-se aos pouquinhos. A frieza é a autodefesa da necessidade exagerada.
É difícil e até arriscado falar com tanto desprendimento dos sentimentos alheios – ou da falta deles. Mas é fácil reparar: Pessoas frias não sofrem da ausência de sentimentos. Elas apenas os suprimem, os guardam tão bem guardados que não conseguem compartilhá-los. E, em meio à falta de habilidade para sentir e amar, vem a solidão. Solidão que essas pessoas fazem questão de degustar – preferem o inferno da abstinência de amor, a terem que livrar-se de suas armaduras, de seus medos, de seus escudos, tamanha a dor que o desabrochar dos sentimentos lhes causa.
Frieza não é falta e nem ausência. É excesso: de amor e de intensidade. A frieza só espera um abraço espontâneo, um sentimento que transborde pelos olhos e não precise de palavras, para que possa permanecer ali – intacto – em uma redoma de monossílabos vestidos de medo, sem que se tenha que pagar o preço com a solidão dos que pensam que não sabem amar. Mas sabem. Acredite – Eles sabem.
Talvez muitas pessoas tenham pouquíssimas amizades leais porque são verdadeiras e não encontram outras com tais definições. Se pensarmos bem, a maioria delas só gostam das verdades que elas desejam ouvir. E com essa característica peculiar, carregam a hipocrisia de se acharem menos egoístas que outros a ponto de se permitirem o direito de criticar aquelas que são diferentes. Resumo aqui que, hoje, o mundo e suas ações giram em torno de interesses mais que pessoais, ao menos para grande maioria! Talvez as pessoas se tornaram mais egocêntricas como tentativa de defesa, uma vez que pensar nos outros machuca, e por verem aquelas que cometem tal ato não sentirem nada além do ar de superioridade. Uma forma de pensar equivocada. Pois afirmo: prefiro ter apenas um amigo a ter vários falsos que me darão apenas alegrias temporárias.
Cães têm uma forma de encontrar
as pessoas que deles necessitam,
preenchendo um vazio
que nem sequer elas sabem que tem.