Mãe Irmã
Debater é preciso! Fugir do debate e/ou xingar a mãe do outro não é preciso! A menos… A menos que um dos debatedores seja leviano ou descompensado ou irresponsável. Ou tudo isso junto! | 00659 | 14/10/2013 |
MÃE! Que ser é esse? Capaz de doar seu próprio corpo para uma nova vida!
Vida essa que ela cuidará pelo resto de sua vida. Muitas vezes se sacrificando
para que essa nova vida , viva. E sem pedir nada em troca, sem ao menos saber,
se receberá metade do amor que doou a essa vida. Que ser é esse que está sempre
de braços abertos para o abraço, o conforto e a proteção. Com o coração puro, capaz
de compreender, perdoar e muitas vezes tomar para si, as dores dos filhos. Olhos meigos,
sensíveis e alertos a tudo. Más que também sabem transmitir repreensão quando precisa.
Que ser é esse, que com todo sua força e amor, nos guia pela vida, Esse ser tão
grandioso, que nos ampara debaixo de suas poderosas asas, e nos ensina a usar as
nossas próprias quando precisamos voar. MÃE! Que ser maravilhoso, iluminado.
Desejo a todas as mães nesse dia especial, toda felicidade do mundo. Que não percam nunca esse brilho e
essa magia, que continuem sempre sendo guerreiras, que sejam sempre amadas e respeitadas.
"Quando criança brincava com o meu melhor amigo, mas um dia sua mãe interviu em nossa amizade e lhe disse: Menino não brinca mais com esse garoto ele tem jeito de bandido. O tempo passou e me tornei cristão e seu filho amado adquiriu uma linda mansão em um condomínio fechado chamado casa de detenção".
O Tesouro Dos Sentidos
Quem peso tem um bocado?
Mãe sabes-me dizer?
E um triz, quanto é que mede?
Alguém me faz entender?
Quem é que é o destino?
Porque tem tanto poder?
Um ápice é quanto tempo?
Isso queria eu saber!
E isso de me pôr fino?
Não fica magro quem quer!
Como é que se dá o litro?
É num frasco ou à colher?
Como é que só tenho sete olhos?
Se só dois consigo ver?
Camisas de sete varas?
Não consigo compreender!
Se me falta um parafuso?
Não me lembro de o perder…
Tenho a cabeça na lua?
Quem me dera a mim poder!
E os bichos-carpinteiros?
Quem é que dá de comer?
Como é que um alho é esperto?
Lá isso não pode ser!
Eu acho que há expressões
Que são casarões antigos,
Que escondem nos alçapões
O tesouro dos sentidos.
A minha mãe trabalhava sozinha em casa o dia todo sem descanso e o meu pai apenas treinava o dia todo a arte do sabre com o meu irmão e ambos passeavam pelas várias montanhas que o Japão lhes oferecera. Jurei para mim mesmo que nunca permitiria que isto acontecesse com a minha família.
Cresci e formei uma família e aconteceu exatamente aquilo que acontecia com os meus pais e o meu irmão.
Separei-me e cheguei à conclusão que sozinhos estamos melhor. Sozinhos sentimos o verdadeiro sentimento da liberdade enquanto mortais.
Minha mãe sempre usa uma palavra que creio que também cabe muito bem em nosso “guarda-roupa” em nosso “vestuário”, essa palavra é AUTENTICIDADE, que nada mais é do que ser verdadeiro, sermos nós mesmos, e sem sombra de dúvidas a autenticidade é o ”acessório” mais fashion e curinga da nossa personalidade. Ser autêntico ao contrário do que muitos pensam não é ser bruto, ignorante, mal-educado ou até mesmo arrogante, mas sim saber respeitar os outros com suas diferenças sem deixar de ser você mesmo.
minha mae
minha mae pode ser nervosa
chata, me manda fazer serviço
mas se ela falecer eu morro junto
Os braços da mãe são ninhos de ternura,
neles os filhos dormem e sonham;
e ambos jamais esquecem. AJMusskoff.
"Casa de mãe é onde qualquer um se cura de todas enfermidades!! É o excesso de cuidado, amor, carinho, beijinhos, comidinha abençoada e tudo que ampara..."
"Sou uma pessoa diferente, amo minha mãe fora dos dias das mães, amo minha namorada sem provar pro facebook, tenho um melhor amigo que guardo memorias mais do que fotos. Sou uma pessoa diferente."
Você nasceu por que?
Tem gente que nasce para ser médico
Tem gente que nasce para ser mãe
Outros, para ser filho
Gente que nasce para ganhar dinheiro
Outros, para ser feliz
Outros, estão só de passagem
Tem aquele que nasce para ser um bom marido
Também tem aquele que apenas nasce
e morre sem saber por que nasceu
Eu?
Ah, eu nasci para amar.
Eu acho isso bonito.
Acho isso ridículo.
Mas essa sou eu.
Ontem chorei, ah se chorei. No conforto do colo da minha mãe... Ela me abraçou sem dizer uma palavra. Tinha sido uma semana conturbada, parecia que não ia mais acabar. A paz chegava até mim quando eu adormecia, apenas. Eu nunca tivera dormido tanto... Eu sentia que não ia suportar.
Mas sabe, eu superei.
Foi doído, sofrido, esperei, senti saudades e passei por dias bastante cinzas.
Mas superei.
E agora nada mais importa, não quero saber se serei lembrada, se alguém vai sentir minha falta. Por mim tá tudo bem, a vida já me mostrou de tantas formas que posso ser feliz sem ter muito.
As pessoas costumam sair muito rápido da minha vida, tive que fingir que você foi embora também. É assim que sempre funcionou.
Agora que tudo acabou já posso me reencontrar com quem sempre me quis bem: aquela pessoa maravilhosa que vejo no espelho todos os dias.
Não tenho temática alguma para quem tenta entender os cálculos subvertido, relativo da pátria mãe gentil;
Enxergue que o meu estado é livre! Pelo querer, poder e pegar com a força da minha ironia... Que causa tanto medo a quem tem o peso da consciência...
O caráter dos homens tem caído por terra... Perdendo o valor com atitudes insinceras, confusas e falsas;
Não preciso de discursos para ter a certeza de quê à corrupção ganhou certo valor para os desprovidos de dignidade;
E bem aventurado os virtuosos que honra o teu país com o suor, construindo um futuro para a próxima geração!
CHEIRO DE MÃE
Logo de cara...
no primeiro olhar
havia tanta emoção
Somente em tua voz
há mansidão
Teus braços
meu porto seguro
Os teus carinhos
melhores que
de outra pessoa
Teus beijos
verdadeiros
Tua garra e valentia
mostram quem tu és
Em teu seio
adormeço
Teu corpo, somente ele
possui tal fragrância
exalam teu cheiro
Cheiro de mãe
AQUELA QUE NÃO QUIS SER...
Nunca a mulher eleita
a mãe, a caseira. Jamais
a primogênita aceita.
Nunca a preferida assumida
ou a bela primeira legitimada.
Sempre a repartida, a preterida.
Dentre todas inteiras, a fragmentada.
Nela só a astúcia cruel,
molemente enraizada.
Só que a vida deu de adoecer
nela se putrefar
deu de sucumbir, se escrever
desabrochar
e desabafando,
a jogou bem no meio do mar.