Loucos e Felizes
Eu sou a impureza em pessoa, gosto dos amores mais loucos, da vida mais agitada, das bebidas mais fortes, gosto de farra o meu coração é livre e está pronto pra voar atras de aventuras. Nada de relacionamentos sérios isso só daqui a cinquenta anos né? há e tem mais o meu veneno é mortífero se mexer comigo eu te pico e quero ver você conseguir escapar pra revidar. Então é melhor nem mexer comigo não acha?
Pensamos em demasia
E sentimos muito pouco.
Nossos conhecimentos
Fizeram dos céticos, loucos!
(Estofre da Música: VOCÊ NÃO DIZ NADA)
Loucos esperam por pessoas normais capazes de admirá-los, quando na verdade, apenas outros loucos poderiam fazer isso.
Os apaixonados são mesmo louco,s juram amor eterno e esquecem que são mortais, a paixão é assim te cega ao ponto de você achar que o amor estar em alguém.
Quando estamos isolados da sociedade somos rotulados como loucos, drogados... podemos ter razão e muita noção mas não para a sociedade comum.
Loucos
Hoje percebi que está vida é um tédio,
Que as coisas jamais mudarão.
Que as pessoas jamais repensarão suas atitudes,
Hoje acordei e percebi que sou um louco,
Louco e insano em acreditar em mudanças,
Louco por sonhar...
Louco por ser demasiadamente utópico,
Louco por ter esperança nessa geração,
Mas entendo que existe vantagem em ser louco, numa sociedade de normais,
Pois os loucos conseguem ir além,
Além da realidade estática que vivemos,
Pois só os loucos acreditam e lutam pela transformação,
Só os loucos vivem sonhando com aquilo que parece irrealizável,
Só os loucos são utópicos,
Só os loucos não possuem limites para sonhar,
Pois razão demais nos impede de ter esperanças,
Só os loucos não aceitam a realidade que vive,
Isso não por algum mérito próprio,
O único mérito que um louco talvez possua,
É a coragem de viver na sua loucura.
Os homens são tão necessariamente loucos que não ser louco seria uma outra forma de loucura. Necessariamente porque o dualismo existencial torna sua situação impossível, um dilema torturante. Louco porque tudo o que o homem faz em seu mundo simbólico é procurar negar e superar sua sorte grotesca. Literalmente entrega-se a um esquecimento cego através de jogos sociais, truques psicológicos, preocupações pessoais tão distantes da realidade de sua condição que são formas de loucura — loucura assumida, loucura compartilhada, loucura disfarçada e dignificada, mas de qualquer maneira loucura.