Literatura de Cordel

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Ilicitude na literatura, mas analisam as estruturas linguísticas. Acreditam na formação cultural, mas o tempo se torna primordial. Matéria-prima na natureza, mas esquecem dos parentes na árvore genealógica. Primos(as) que se relacionam, onde os sobrenomes não justificam as faltas. Acreditam na literatura, mas as páginas são sujas. Poeira acumulada com o tempo incerto, mas reverenciada em um mistério. Segredos de uma época, mas a cinematografia revela tais épocas.

"Trilhas moldadas pela literatura não contemplada, trazendo à tona as falas mal repassadas. Atitudes de tarefas esquecidas, na livraria de árvores perdidas. Mas transformam as matérias-primas, onde a Bíblia conquista vossas rotinas."

"Ouvimos as músicas, mas não compreendemos à linguagem. Literatura que mostra o tempo, nos indicando outras vaidades. Agricultura sofrida, e os(as) índios(as) perdem as vidas. Brincadeiras na infância educada, onde as tentações não foram apaziguadas."

"Inconsciente descrito por Freud, e seguem sua literatura em todos os casos. Crenças de uma cultura, na qual a união de duas pessoas se torna um caso. Mas o tempo se altera, e a mente muda na mesa do bar."

⁠⁠Em cada sepultura temos uma literatura enterrada.

Se nem os maiores clássicos da literatura agradam todo mundo, não vai ser você quem vai conseguir esse milagre.


Escreva logo esse livro!
Toda história tem seu público.


Cleycielle Lourenço

"Não é porque gostamos, ambos, de pudim de leite, do Chaves e de Literatura que podemos nos considerar amigos. Faltam ainda muitos outros quesitos!"
Frase Minha 0028, Criada no Ano 2006


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Iniciei-me na 'Literatura de Época', lendo as obras de Alcides Caminha. A leitura de Machado de Assis veio alguns anos depois. Eram estilos diferentes e gostei de ambos (os estilos)!"
Texto Meu 0911, Criado em 2018




USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

O Direito que desconhece a Literatura perde a sensibilidade; aquele que ignora a Psicologia desconhece o homem; o que despreza a Antropologia esquece a sociedade; e o que se fecha à Administração, ao Marketing e à Economia deixa de compreender as engrenagens do mundo. O verdadeiro pensamento jurídico não termina na lei: começa quando aprende a interpretar a complexidade da existência.

⁠Descobri muito cedo, que a literatura fazia parte da minha felicidade.

O Prédio que Aprendeu a Escutar sustenta uma das mais profundas provocações que a literatura pode dirigir ao Direito: uma Justiça que não aprende a escutar corre o risco de se tornar apenas uma extraordinária máquina de produzir decisões sobre pessoas que jamais conseguiu compreender.

O Prédio que Aprendeu a Escutar demonstra, pela força da literatura, que o silêncio de uma instituição pode ser mais eloquente do que milhares de páginas de fundamentação.

Entre a Literatura e o Luto: A Jornada de Amor e Resiliência de William Contraponto e Maurício

O escritor e pensador William Contraponto (William Gogolenko Risther) tem transformado sua dor mais profunda em arte e reflexão. Conhecido por sua escrita densa e olhar crítico sobre a sociedade, o autor enfrenta atualmente um de seus capítulos mais desafiadores: o luto pelo falecimento de seu companheiro, Maurício Rodrigues Lucas, ocorrido em 26 de setembro de 2026.
A história dos dois, que se estendeu por anos de cumplicidade, tornou-se um testemunho público de afeto, respeito às diferenças e, acima de um tudo, uma profunda lição sobre a finitude humana.

O Encontro das Diferenças

Um dos aspectos mais marcantes na trajetória do casal era a forma harmônica com que lidavam com suas visões de mundo distintas. Enquanto William Contraponto se define publicamente como ateu — pautando sua filosofia na razão e no ceticismo —, Maurício mantinha uma fé católica convicta.
Longe de ser um ponto de discórdia, a divergência religiosa era celebrada como parte da individualidade de cada um. Essa dinâmica de respeito mútuo permaneceu intacta mesmo nos momentos mais difíceis e hoje se reflete na forma como William preserva a memória do parceiro em seu lar, mantendo os símbolos de fé que eram importantes para Maurício.

A Batalha e a Despedida

Maurício Rodrigues Lucas faleceu aos 37 anos, após uma batalha contra uma grave doença oncológica. O diagnóstico e o processo de tratamento exigiram do casal uma resiliência imensa. Durante todo o período de internação e cuidados paliativos, William assumiu o papel de cuidador e confidente, documentando de forma velada ou direta as nuances de ver quem se ama enfrentar o declínio físico.
A partida de "Maumau", como era carinhosamente chamado, gerou uma forte onda de solidariedade entre os leitores e amigos do escritor.

A Dor que se Transforma em Palavra

Para um homem de letras, a escrita é tanto um escudo quanto uma ferramenta de cura. Desde a perda de Maurício, William Contraponto tem utilizado seu blog oficial e sua página na plataforma Recanto das Letras como canais de vazão para o luto.
Seus textos recentes abandonaram temporariamente a crônica política e social para mergulhar em uma densa autoficção e poesia confessional. William escreve sobre a ausência, o silêncio da casa vazia e o peso das lembranças, transformando a figura de Maurício em uma presença literária eterna. Ao expor sua vulnerabilidade, o autor acaba por acolher centenas de leitores que também enfrentam o luto, humanizando o processo de dor.

O Legado do Afeto

A história de William e Maurício deixa uma mensagem clara: o amor sobrevive à ausência física. Através da literatura, Contraponto garante que o companheiro não seja esquecido e que a batalha vencida pela biologia não apague a vitória do afeto que construíram juntos.

A literatura é um vício aos que escrevem: ela é crônica.

A LITERATURA COMO O AMOR DEVEM ESTAR ABERTOS AO MUNDO.


PARA QUE ELE NUNCA PERCA A VONTADE DE SONHAR.

A LITERATURA É ESSENCIAL PARA QUE O SER HUMANO SE HUMANIZE.

ANANINDEUA E LITERATURA


É BOM DE COLHER UM LIVRO
NA ESTANTE E COMÊ-LO.
COM TODAS AS SUAS PÁGINAS
SABOROSAS E NUTRITIVAS.
A CONSCIÊNCIA VAI AGRADECER
E A VIDA POR ISSO.

ANANINDEUA LITERATURA


AS BIBLIOTECAS
SÃO ESSES
CONHECIMENTOS DA VIDA.
E DE NOSSA POESIA.

De todas as artes do mundo, a literatura é aquela que jamais poderá caminhar amarrada às cordas de outras ações que não sejam o ato de escrever espontaneamente observações e pensares dando-lhes formas múltiplas.

Inserida por Luizzz

...Se os grandes nomes da literatura nacional começassem a escrever hoje, teriam muita dificuldade para publicar suas obras, pois não é somente a capacidade de fazer um bom livro que conta. O mercado literário no Brasil é cruel com os novos talentos. É preciso muito mais do que uma boa história, é preciso sorte, muita sorte

Inserida por SidneiEclache