Linguagem
Boa noite! 🩸
O dia se foi, deixando para trás, a saudade mansinha dos desencontros e encontros, rompendo-se a noite com as estrelas a brilhar no céu prontas para encaminhar a cada pessoa, o mundo encantado dos sonhos, que nos inspira com sua beleza e sensibilidade, formando um arco-íris de pensamento, a flutuar como um beija-flor voando no seu próprio eixo, a movimentar o mistério da convicção da força e crença das próprias palavras, nas características de tudo aquilo que é diverso, na sua multiplicidade, apresenta a pluralidade da vida, sinaliza o quanto a diversidade, proporciona a oportunidade de reforçar o desenvolvimento da vida, com críticas e, adversidades, para cada momento das nossas particularidades, que surge como um vento a transpor às ideias, na personificação das palavras de forma harmônica e homogênea, seduzido os desejos misteriosos, que dá a vida, para manter as raízes firmes na prática da palavra desenvolvida, pois, uma vez dita de maneira esdrúxula, não retorna, apenas serve como esperança a nos ensinar, que podemos desfalecer em algumas ocasiões, diante das próprias palavras, mais não devemos manter desanimados na complexidade da realidade aparente da fala, pois, somos tomados de forma inexplicável, com expressões fonética da linguagem corporal, escrita e falada, cada qual, com a sua determinação linguística, a revelar dom de compartilhar e comunicar de modo visionário ou não. 🙌🏻
JCA
Saúde e paz! 🌷
Brilha prosperidade e gratidão! 🌷
A democracia em países de baixo nível cultural será sempre exercida sob um governo medíocre, pois sendo o governo eleito pela maioria, e esta sendo medíocre, sua escolha recairá naquele com quem se identificam que com certeza é um candidato medíocre. Nestes países, candidatos de nível elevado, poderão ser eleitos, desde que aprendam a linguagem e o gosto dos medíocres a fim de comunicar-se com eles. Este é caso de um candidato a presidente que no afã de ganhar a simpatia dos tolos, veste-se de gari e sai a varrer as ruas da cidade. Outro, encontra a mãe com uma criança de colo, vai cumprimentá-la e dar um beijinho na criança para ganhar o voto da mãe; outro, simula ser religioso, entra na Igreja, vai a tomar a comunhão e com isso tenta passar a ideia de uma pessoa honesta que teme a Deus e em quem aqueles religiosos podem confiar; outros levam para seus comícios duplas sertanejas com músicas do gosto do povão, mostrando com isso que ele também partilha do mesmo gosto. Tudo hipocrisia para abocanhar votos dos tolos e com isso ganhar o tão sonhado cargo de presidente, de governador ou de prefeito... E depois tudo continua na mediocridade. Quem não for medíocre terá de se submeter ao medíocre. Vejo que a democracia, em países de baixo nível cultural, é na verdade uma ditadura da mediocridade para quem não é medíocre.
É demais esperar que os administradores das grandes empresas de Wall Street se expressem em uma linguagem clara, uma vez que boa parte de seu sustento depende de incutir nas pessoas a ideia de que o que eles fazem não pode ser traduzido em palavras comuns.
Não basta apenas existir amor entre um casal para que haja uma relação duradoura; é importante que os cônjuges falem a mesma linguagem do amor. Se os dois expressam o seu amor em idiomas distintos, é importante que cada um aprenda a linguagem do outro para que a comunicação seja compreensível. Esta sim é a chave para um amor conjugal duradouro.
Dublar, um ato de profunda empatia ao traduzir emoções de pessoas, para que seus conteúdos possam impactar, ultrapassada a barreira física ou do idioma, ainda mais vidas!
Como as máscaras são o sinal de que existem rostos, as palavras são o sinal de que existem coisas. E essas coisas são o sinal do incompreensível.
A gramática é uma mentira para nos fazer pensar que o que dizemos está conectado por uma lógica que você encontrará se a estudar, uma mentira que se prolongou por séculos. Porque agora eu sei que a vida apenas oscila entre estabilidade e instabilidade e não obedece a nenhuma lei.
Isto não é uma história. Isto é história. Isto é história e, no entanto, quase tudo o que tenho a meu dispor é a memória, noções fugazes de dias tão remotos, impressões anteriores à consciência e à linguagem, resquícios indigentes que eu insisto em malversar em palavras.
É essencial que a leitura seja apresentada às crianças como uma atividade lúdica, divertida e muito positiva, pois ela cumpre o importante papel de melhorar o desenvolvimento de raciocínio, da linguagem, o senso crítico, a cultura e a inteligência.
Cizânias
Na floresta sombria a chuva caía,
Com toda escuridão ríamos de montão,
Não paramos nem para pensar,
Em quantos poderíamos machucar.
Mas fique tranquilo, pois ao despertar,
O sol irá brilhar...
A questão é a seguinte:
Vivemos na nequícia de perder os dias de agora,
Para sonhar com a incerteza profunda do posfácio do amanhã,
Ora
Mas, existem pontos positivos e negativos!
O positivo é que se ocorrer, terei mais um dia para sonhar em algo que nunca irei ter...
E se for negativo? Culparei o justíssimo divino!
Calem-se e deixem de briga, ele perde o presente com o futuro e o passado com as rimas...
PODE? MICO. Nossa rica língua, definha.
Escrevo diariamente e isso não nomeio como hábito, necessidade ou coisa que o valha, é algo que faço normalmente com prazer, hoje me debruço sobre o tema, usando uma expressão comum que quer dizer que me ocupo de algo, no caso a ação de escrever, com maior atenção.
Escrever é uma das muitas formas de comunicação, talvez a mais assertiva delas para mensagens que tenham maior complexidade ou riqueza de detalhes, quando escrevemos damos a mensagem uma atenção maior, escolhemos as palavras.
É natural que ao utilizarmos a fala não observemos maior cuidado com termos, concordâncias, enfim a gramática e em tempos de internet e redes sociais as mensagens por aplicativos constituem praticamente um dialeto que usa e abusa de abreviaturas e desenhos que “significam” estados emocionais e afins.
Recentemente li alguns livros que falam de linguagem e como isso interfere em nossos pensamentos, afinal nos utilizamos da língua para criar conceitos e mensagens sejam estas mais ou menos complexas.
Há diversa terminologia que merece estudo: significados, semântica, semiótica, atos de fala, modelos mentais, enfim uma série de características e nuances, mas o que mais me chamou a atenção foram dois aspectos: a intencionalidade e o que chamarei de “memória inconsciente”.
Algumas indagações que faço:
Quantas vezes você se perguntou se conhecia a amplitude de possibilidades de significados para uma palavra que você usa? Não importa se correntemente ou não.
Você se dá conta de que o contexto envolvido é determinante para que exista a melhor compreensão da mensagem?
Quantos conceitos sobre características de pessoas, grupos, nações, que você aceitou como verdadeiros, mas que nunca se preocupou em validar ou vivenciar?
Quantos preconceitos podem ter se formado em você por conta de convenções que você adotou como verdade?
A simples entonação da voz pode ser determinante para a intenção de quem profere?
Quantas vezes você se equivocou em trocas de mensagem, via WhatsApp por exemplo, por conta de mau uso, má interpretação ou mesmo negligência? As palavras escritas não têm entonação possível mesmo na velha e barulhenta máquina de escrever, já era assim...
Falar bonito ou falar difícil, para muitos é usar palavras incomuns nos contatos informais que mantemos todo o tempo com colegas, amigos e a família, porém as palavras, assim como as ferramentas, quanto mais adequadas á uma destinação, no caso a sua mensagem e a sua intenção, maior será a eficiência da sua comunicação.
Outra questão no mínimo interessante é pensar em quanto temos simplificado, reduzido de fato, nossa maneira de pensar e isso é claro em função da utilização de partículas do pensamento (as palavras) que não são escolhidas a dedo. E quanto isso nos faz sermos vistos como pessoas igualmente limitadas?
O português é uma língua tão rica, e também tão difícil, que alguns a chamam debochadamente de código.
A ambiguidade dessa língua de Fernando Pessoa é o que para mim nos define melhor e, no entanto, é ela própria quem também pode nos reduzir a pó de mico, sendo que no caso, ficamos mais propensos a significância do pó do que a simpatia do macaquinho.