Linguagem
Quem não quer compreender a linguagem da restauração de Cristo mantém no coração o atestado de surdez espiritual.
Pregações elucidativas e mal explicadas em uma linguagem não-coloquial, trazem estorvos ao entendimento das Escrituras.
Não inclua em sua coleção de palavras sábias uma comunicação chula, esdrúxula e fula da linguagem dos insensatos.
Assim como Deus abomina o linguajar desprezível dos filhos do diabo, ele ama a linguagem irrepreensível dos Seus filhos para a sua própria edificação e redenção eterna.
Antes de elegerem presbíteros nas igrejas é preciso saber se os ministros falam a mesma linguagem bíblica de eleição e vocação que o Espírito Santo recomenda.
Se os pastores falarem a linguagem do Espírito Santo e da santa doutrina de Deus, mostrando a verdade nas Escrituras, as ovelhas parariam de criticar a liderança da igreja e eles criariam ministérios para o crescimento e a edificação de todas elas.
Se todos os policiais falarem a linguagem da Justiça divina, bandidos parariam de falar como bandidos e temeriam as sanções do Senhor.
Dissipe já a zombaria de sua linguagem repreensível e felina, porquanto portas de relacionamentos da empatia se fecham, por onde ninguém passa com as boas vindas e com más intenções no coração.
Fale a linguagem dos ignorantes que você será ignorado; fale a linguagem dos sábios que você será lembrado.
Em se tratando de falar bem e dominar a linguagem da confiança em Deus muitos deixam de experimentar o altruísmo, negando as experiências e as realizações dos verdadeiros acontecimentos e das realizações das promessas divinas por falta de prática, relacionamento e fé sobre o que falam ou acreditam.
A linguagem falada expressa melhor do que a escrita, uma vez que ela busca aferir os sentimentos e as reações das pessoas e apresentar soluções ou bons relacionamentos para que tanto emissor quanto o receptor se interajam com respeito, compreensão, empatia e cooperação.