Linguagem
“A solidão intelectual nasce quando a linguagem já não consegue transportar a densidade do pensamento.”
“A linguagem foi criada para aproximar consciências, mas frequentemente serve apenas para decorar distâncias.”
I.A. é a decodificação total e síntese da realidade baseada em qualquer tipo de linguagem humana em linguagem autônoma e generativa virtual.
Se tornando de mera diversão e pesquisa a ameaça potente para geopolítica, para o hacking eleitoral, grande problema de cibersegurança, de segurança nacional. Qualquer identidade pode ser assumida e apropriada. Afinal, quem a controla?
Nem toda preguiça é falta de vontade. Às vezes, ela é a linguagem silenciosa de uma mente cansada, de um desejo perdido ou de um conflito que ainda não encontrou palavras. Antes de julgar a inércia, compreenda o que ela está tentando esconder.
-Jouberth Toffoli
Às vezes o coração transborda, mas a alma não encontra linguagem.
É como carregar um universo inteiro dentro de si e ainda assim não saber por onde começar.
Não é falta de palavras.
É excesso de sentir.
É quando o olhar pesa mais que qualquer discurso, quando o peito aperta sem aviso e o que existe dentro de você simplesmente não cabe no mundo.
Um milhão de sentimentos… e talvez, no fundo, nem precise de palavras, porque quem sente de verdade, entende.
Perdoe esse meu vício de linguagem,
Minha língua,
Sempre interrompendo a sua.
Sem meias palavras,
Te ganhando no beijo.
LINGUAGEM EMBRULHADA COM HUMOR
Para que as palavras não se tornem trincheiras, importa acolher a ideia do outro sob várias perspetivas. Só o humor nos salva de travar batalhas em vão, onde o ego se tenta definir contra o outro a partir de meras sombras interpretativas.
António da Cunha Duarte Justo
Pegadas do Tempo
ORCID: https://orcid.org/0009-0003-6251-1578
As lágrimas são expressões da alma, mas a fé é a linguagem do espírito.
As lágrimas mostram a dor, mas a fé mostra a confiança.
O choro revela fragilidade, mas a fé revela rendição.
A lágrima pede consolo, mas a fé move montanhas (Mt 17:20).
O afeto silencioso pelo olhar é sem duvida alguma, a primeira linguagem universal de empatia, carinho para com o próximo e uma possível aproximação.
" A dor possui uma linguagem própria. Quando recusada, torna-se tormento. Quando compreendida, converte-se em mestra. Entre as sombras que atravessamos e a luz que buscamos, ela permanece como uma enigmática intérprete da condição humana, revelando que as cicatrizes não são apenas marcas do que nos feriu, mas também sinais do que fomos capazes de suportar. "
" A emoção é a linguagem que o nosso corpo usa para traduzir o que a alma está vivendo. Ela é o filtro invisível que dá cor, peso e sentido à nossa realidade. "
FULGOR DA DOR QUE ANIQUILA.
Não havia pensamento.
Não havia linguagem.
Apenas a dor.
Bruta.
Imediata.
Sem forma e sem medida.
O ar pesava.
O peito ardia como se algo estivesse sendo rasgado por dentro, sem cessar.
Os olhos não viam.
E, ainda assim, tudo estava diante deles.
O corpo permanecia ali.
Mas o que sustentava o gesto de existir havia sido arrancado.
O chão não sustentava.
O tempo não seguia.
Tudo se comprimia em um único instante interminável.
A imagem dela.
Imóvel.
Silenciosa.
E o sorriso.
Ausente.
A ausência gritava mais do que qualquer som.
As mãos tremiam sem controle.
Os joelhos cederam.
Não havia decisão.
Apenas queda.
O papel.
As palavras.
Cada linha atravessava como ferro em brasa.
Sem interpretação.
Sem defesa.
Apenas impacto.
O coração batia desordenado.
Forte demais.
Rápido demais.
Como se quisesse romper o próprio corpo.
O ar faltava.
Ou talvez não fosse mais necessário.
Um ruído interno.
Constante.
Insuportável.
Como um eco que não se cala.
Nada fazia sentido.
E, ao mesmo tempo, tudo doía com uma precisão cruel.
O rosto dela.
A quietude.
O fim.
A mente tentava alcançar.
Mas algo recusava.
Não era possível aceitar.
Não era possível negar.
Apenas sentir.
Sentir até o limite.
E além dele.
A dor não diminuía.
Não se transformava.
Ela expandia.
Tomava espaço.
Invadia cada parte.
Sem nome.
Sem pausa.
A memória surgia sem ordem.
Fragmentos.
Sorrisos.
Olhares.
E cada fragmento feria novamente.
Não havia abrigo.
Nem dentro.
Nem fora.
O silêncio esmagava.
O espaço sufocava.
E ali, entre o que ainda respirava e o que já não era, restava apenas isso.
Dor.
Inteira.
Total.
Sem consolo.
Sem explicação.
Apenas a presença brutal de algo que não podia ser evitado.
E que não cessava.
" As lágrimas são a linguagem mais antiga da verdade humana. Não pertencem à fraqueza, mas à lucidez. São o transbordamento de um conteúdo que não cabe mais na razão. "
CARIDADE.
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
" A caridade sim,essa é a linguagem universal que os espíritos hão de falar atendendo aos menos afortunados e trabalhando abnegadamente com e para Jesus elevando a humanidade ao novo patamar de resgates e conformidade com a lei divina que visa no cadinho reencarnatório a pureza dos ideais libertadores e sublimes. "
