Leis

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Se um crime pode ser pago com fiança, então as leis foram feitas apenas para os pobres.

"Uma vez que você descobre quem é e onde está, precisa de leis para caminhar. É aqui que entra a Filosofia."


Laerson Endrigo Ely em Método R.E.N.D.A. de Investimentos

“Leis mantêm a ordem. Força mantém o medo. Quem tem os dois… mantém o poder.”

Minhas preferências não são leis do mundo.#11; São apenas opiniões forjadas pelas experiências que vivi e pelos vieses que carrego.

O alívio do próximo é um caminho florido que conduz ao verdadeiro
código das leis da compaixão.

Quando há muitas leis, a corrupção impera.

De nada servem as leis brasileiras, pois os políticos são corruptos e ladrões.

O milagre não é sempre a ruptura grandiosa das leis da física para atender a um desejo nosso, mas a manifestação silenciosa da graça que nos capacita a suportar o insuportável com dignidade, que renova a força na manhã seguinte à maior das perdas, e nos permite respirar fundo e prosseguir. A verdadeira fé reside em ver o invisível e crer no improvável, mesmo quando a lógica grita o contrário, e entender que a mão de Deus opera mais na reconstrução humilde e diária do nosso interior, do que no espetáculo externo que os olhos humanos esperam para finalmente se convencerem.

O amor e o ódio são um jogo sem regras e sem leis no qual quem sai vivo é o vencedor!

⁠Compatriotas. As armas vos darão a independência, as leis vos darão a liberdade.

Um artista pode mudar mais a sociedade do que muitas leis.

Delinquência é desprezar as leis da vida e da ética; nobreza é viver de acordo com princípios que elevam a humanidade.

O palanque e o altar dividem o mesmo banquete: enquanto um assalta o bolso do povo pelas leis dos homens, o outro saqueia a alma usando o nome de Deus.

A orgonomia é a ciência das leis funcionais da energia orgone cósmica.

Será irônico quando os mesmos convenientes que votaram para abrandar as leis, se virem vítimas dos crimes que tanto lutaram para defender.

É a nova modalidade do mercado: a Terceirização da Soberania! O cara entrega o Pix, rifa as leis do Brasil e vende o orgulho nacional com desconto em dólar na feira de Washington. Tudo isso para ganhar meio ponto na pesquisa eleitoral da semana que vem!"

Sigo as leis que determinam a minha estada aqui.

O desequilíbrio consiste em desconhecer o mundo em que está e as leis que o regem, todos estamos submetidos às leis polares que se ocultam de nosso senso comum.

"A gentileza é o gesto silencioso que revela uma alma em harmonia com leis mais altas."

A CONSTITUIÇÃO DIVINA.
Autor: Richard Simonetti.

A SUPREMACIA DA LEI MORAL SOBRE AS LEIS HUMANAS.

A obra A Constituição Divina, de Richard Simonetti, apresenta-se como um tratado de elevada densidade moral e filosófica, cujo escopo transcende a mera análise das instituições humanas, para alcançar a essência daquilo que se poderia denominar a arquitetura invisível da justiça universal. Logo nas primeiras páginas, o autor estabelece um contraste de notável lucidez entre a constituição dos homens e a Constituição de Deus, conduzindo o leitor a uma reflexão que não se limita ao campo jurídico, mas adentra as esferas da consciência, da ética e do destino espiritual.
Ao definir o conceito de constituição como a lei fundamental de um Estado, responsável por organizar os poderes, regular direitos e deveres e estruturar a vida social, o texto evidencia uma fragilidade intrínseca às legislações humanas. Estas, embora necessárias, revelam-se frequentemente ineficazes na sua aplicação plena, seja pela limitação das instituições fiscalizadoras, seja pela inclinação humana à transgressão velada, muitas vezes legitimada por expedientes culturais como o chamado "jeitinho". Surge, então, a crítica sutil, porém incisiva, à distância entre a norma escrita e a prática vivida, distância essa que compromete o ideal de justiça.
É neste ponto que a obra eleva o pensamento do leitor a uma dimensão superior. Acima das leis transitórias e imperfeitas dos homens, afirma-se a existência de uma legislação divina, soberana, imutável e universal. Essa lei não depende de tribunais, decretos ou sanções externas, pois encontra seu tribunal na própria consciência do indivíduo. Trata-se de uma ordem moral inscrita na essência do ser, cuja vigência independe de reconhecimento formal, mas cuja atuação é inexorável. A felicidade e o sofrimento deixam de ser compreendidos como meras contingências da vida material, passando a ser interpretados como efeitos diretos da harmonia ou desarmonia com essa lei superior.
A citação da questão 619 de O Livro dos Espíritos introduz um elemento doutrinário de profunda relevância. Quando se afirma que todos podem conhecer a lei divina, mas nem todos a compreendem, estabelece-se uma distinção entre acesso e assimilação. O conhecimento, por si só, não garante a vivência. É necessário o esforço consciente, a investigação sincera e a disposição moral para internalizar tais princípios. Aqueles que se dedicam a esse labor íntimo tornam-se os verdadeiros intérpretes da lei divina, não por erudição, mas por vivência.
O progresso, nesse contexto, não é apresentado como uma opção, mas como uma necessidade inevitável. A humanidade caminha, ainda que lentamente, rumo à compreensão dessa lei, pois o próprio mecanismo da existência impele o ser à evolução. As experiências, os conflitos, as dores e as alegrias funcionam como instrumentos pedagógicos dessa grande escola universal, onde cada consciência é simultaneamente aluno e juiz de si mesma.
A relevância desta obra reside, portanto, na sua capacidade de reconduzir o pensamento moderno a uma visão mais elevada da justiça. Em tempos em que se deposita excessiva confiança nas estruturas externas, o texto convida à introspecção, ao exame de consciência e à responsabilidade individual. Não se trata de negar a importância das leis humanas, mas de reconhecê-las como reflexos imperfeitos de uma ordem maior, que exige do indivíduo não apenas obediência, mas compreensão e integração.
A Constituição Divina, nesse sentido, não é um código escrito, mas uma realidade viva, pulsante na intimidade de cada ser. Ignorá-la é iludir-se com aparências transitórias. Compreendê-la é iniciar um processo de alinhamento com as forças mais elevadas da existência.
E é nesse silencioso tribunal interior, onde não há testemunhas nem advogados, que cada espírito escreve, dia após dia, a verdadeira carta magna de sua própria consciência.
Texto de Análise: Marcelo Caetano Monteiro .