Labuta
Mergulho nas lembranças
Renatonova- fevereiro 2014
Ao findar mais um dia de inútil labuta
Retorno ao que chamo de lar, talvez por mera conveniência
Ocultando com tortos sorrisos, o pesar da vida
Tentando ser o que já não sou mais....
Afogando em um copo de alguma bebida barata
O que sobrou da minha alma extorquida
Olhando o sol no seu poente, nada tenho a dizer!
Nos olhos distantes as lembranças
Dos tempos, das pessoas, de tudo que já me foi importante!
Sinto o peso da saudade esmagando o presente
A suave brisa do destino envolver meu rosto
O mundo parece parar neste instante.
A noite surge com passos lânguidos,
As Luzes da cidade surgem feito vaga-lumes enfurecidos
Que tentam sem êxito afastar a escuridão
Baixo os olhos, contemplo o nada!
Me sinto exausto com essa imensa jornada
Repleta de tristezas e de sonhos esquecidos.
Renato Nova
ஃ Nunca é pouco para lembrar...
Busque a perfeição na labuta diária lapidando-se com consciência para dar vida ao verdadeiro mestre que habita dentro de cada um de nós ஃ
O melhor do Brasil é o seu povo que está sempre
Pronto pra começar de novo, que labuta, disputa e
Luta a mil pelo país mais feliz, em cada cidade que
É partner varonil, pelo céu muito mais anil em cada
Arte gentil desta aclamada e tão amada pátria Brasil!
Guria da Poesia Gaúcha
LUTA,
De quem labuta
De quem tem conduta
De quem não suga
De quem escuta
De quem madruga
De quem agrega
De quem se apega
De quem não se nega...
Quem luta?
Do berço ao tumulo, vai sem culpa!
O melhor do Brasil é o seu povo que está sempre
Pronto para começar de novo, que labuta, disputa
E luta a mil pelo país mais feliz, pela cidade como
Partner gentil e pelo céu muito mais anil em cada
Arte varonil desta aclamada e amada pátria Brasil!
Guria da Poesia Gaúcha
O descanso de minha labuta é encontrar o caminho de volta, porém olho pra mim e vejo o lugar sem caminhos pra sair.
As coisas que me foram dadas são sem sabor,não se igualam as conquistas do trabalho,da labuta, do suor!!
O suor e o cansaço fazem parte de nossa vida de labuta diária, o que nunca devemos esquecer é de onde viemos e o que nos impulsionam para conquistar nossos sonhos e que os conhecimentos adquiridos ninguém pode roubar.
César Ribeiro
Lar
Conhecido também como ninho
Aconchegante como colo de mãe
Depois de um dia de labuta
O lar é o destino da multidão
O descanso aguarda o guerreiro
Cada um vai a sua direção
Quando no travesseiro a cabeça reclina
Vem o momento de pura reflexão
Na cercania da posteridade
Cresce sempre em importância
Vê nos olhos da sua cara metade
O orgulho da família reunida
Um lar quando bem construído
Onde o amor é para sempre valorizado
A soma é total dos laços e não só de sangue
Num amor cultivado e declarado
Sofrem e deleitam por igual
Tudo o que vem partem e repartem
Acrescentam ao amor a solidariedade
Unidos num lar bem aconchegante
Família se compara ao céu em sua variante
Ligada pelo sangue ou pelo coração
Assim como chove e faz sol escaldante
O lar é o recanto sagrado do cidadão
Nem todo dinheiro de ALGUNS anos de labuta dos filhos, compensa TODOS os anos de uma vida de amor e dedicação de um pai e uma mãe...
Do prédio luxuoso ao barraco a beira do córrego um simples homem vai vem todo dia da labuta acorda cedo come um pão adormecido toma um café requentado sem requinte repete todo dia esse ritual mas que mal. lá no prédio acorda não tão cedo o empresário come varias especiarias e de bebiba a escolher dar-se o inicio do pobre e do rico que ambos trabalham no mesmo prédio um em baixo e outro no topo infeliz destino?ou infeliz tempo de não estudar que fez esse do barraco maderite trabalhar mesmo lugar?mesmo lugar?sim mesmo lugar onde passa por ele doutores e licenciados e letrados mas invisível fica o homem ate a hora de regressar pro seu lare lá sim sua esposa beijar seu filho abraçar.jantar,dormi porque no dia seguinte a labuta vai começar !
Quero que possa contar sempre comigo; sou sua labuta, seu domingo. Quero lhe carregar no colo, até seu quarto de prazer. Mas se não for o suficiente, se faltar sal ou açúcar, até mesmo o ínfimo arrepio na nuca...
Você será sempre livre, para fazer o que bem entender.
Foram feitas máquinas das pessoas que só servem para a labuta. Assim se fazem professores omissos a educação, quando estão mais preocupados com seus salários que com o futuro dos outros.
Oh! a incessante labuta dos poetas, despejando todos seus sentimentos para dentro de almas pela ínfima abertura de três milímetro de íris.
“HOJE É O DIA DO GARÇOM – nossa labuta é constante não largamos as bandejas nem nessa data importante.
Tem cliente camarada, tem bebum e arrogante, tem aquele pobretão e que se acha o mais importante.
Tem o paquerador, o oprimido e o galante, e ainda tem aquele que te pede sorridente, mas na hora do acerto contesta a gorjeta da gente.
Uns acham que somos surdos e outros que somos cegos, mas a gente observa tudo e analisamos os egos.
Seja amigo do garçom, nunca o deixe irritado, o que vai pra sua boca varia com esse cuidado.
Trabalhar tarde da noite, de domingo e feriado, é assim nossa rotina sempre atento ao bom chamado.
Senhor cliente habitual, compre um vinho de marca boa e presenteie o garçom pra ele tomar com a patroa.”
Mãos que aram na fértil sementeira do bem, sob a labuta voluntária do amor, são marcas eternas na evolução dos tempos...
Labuta do Nordestino.
O despertador do sertão
são os pássaros no pé umbú;
Logo o cabra sabe que é 4 da manhã, e se levanta dizendo: "Graças a Deus";
No café da manhã não pode faltar, um chupa vidro, o curimatã,
Ovos caipira com fubá milho,
Pronto! satisfeito e forrado,
só falta subir o pico;
De baixo da colina no meio das veredas, andarilho acompanha
os passo do sabido,
Muitas vezes ele ora e fala sozinho, conversando com a natureza e se lembrando de quando era menino;
Ele chora e sorrir, fazendo do seu dia ardente, proveitoso e vantajoso,
cuidando com muito esforço o que Deus o retribu;
Na volta da brocada, as mãos inchadas e os pés feito tição, já na hora do crepúsculo, levanta seu chapéu e agradece a papai do céu por mais um dia de jornada;
O nordestino nos ensina
A sermos gratos, com o que temos.
"Fiz do Sol e a Lua, testemunhas.
Dessa ferrenha luta.
Luta que travo com dor e labuta.
Ir à sua busca.
Mas não me escuta.
E dá a entender que tudo o que nos separa é minha culpa.
Me julga.
Me trata com indiferença é preferível o teu ódio à essa tortura.
E a saudade não me ajuda.
Essa situação só nos machuca.
Virá a minha busca?
Eu irei à sua?
Me deito repleto de rancores e perdido em dúvidas.
Se errei, peço-lhe desculpas.
E dos meus arrependimentos?
Fiz do Sol e a Lua, testemunhas..."