Justificar
O sábio quando erra, reconhece e se conserta.
O tolo erra, e tenta se justificar nos erros dos outros...
Chegam momentos em nossas vidas, que não é preciso falar e muito menos se justificar.
Deixe que falem nas suas costas, deixem que te julguem e tenham uma opinião ao seu respeito.
Continue orando e pedindo a Deus que abençoe a todos igualmente, porque Deus concederá a cada um conforme a sua justiça.
Todo patife passa uma vida inteira procurando motivos para justificar o caos que levam para a vida das pessoas, pois são arrogantes demais para pedirem desculpa.
"Justificar-se-ão que para assistir os miseráveis precisarão extrair do próspero, no entanto será para ostentarem seus privilégios".
O tempo gasto em justificar erros, não mostra nada além de que os mesmos serão cometidos novamente, basta ter nova oportunidade;
Usar a falha de outra pessoa para justificar decisões próprias revela falta de integridade e autenticidade, enquanto assumir responsabilidades e aprender com os erros nos torna seres humanos mais compassivos e resilientes.
Livre arbítrio é a palavra que o ser humano inventou, para justificar a omissão do Deus que ele mesmo criou.
"Chega o inevitável momento em que o libertário se faz libertino, para justificar sua adesão integral à ideologia que faz da liberdade um ídolo.
Uma liberdade patentemente falsa".
Para justificar o paradoxo que é viver e ressignifar a nossa existência, em todo instante da nossa vida, travamos lutas entre realidade e fantasia, racional e irracional, fim e começo, amor e ódio, vida e morte.
*"O líder esgotará todas as possibilidades para justificar as falhas dos liderados antes de aplicar a justa justiça"*
Justificar o nosso comportamento ruim com as atitudes desrespeitosas dos outros é o mesmo que tentar limpar as vidraças da nossa alma com a lama que nos jogaram.
Reflexões sobre a habilidade humana de justificar falhas.
A riqueza da natureza humana apresenta-se, por vezes, através de sua capacidade quase artística de criar argumentos que justifiquem suas próprias negligências e faltas. Esta habilidade, que poderia ser utilizada para fins construtivos, é muitas vezes direcionada para mascarar erros, transformando vilões em heróis aos olhos de quem está disposto a escutar. Como lobos que, perante o tribunal da sociedade, vestem peles de cordeiros, pessoas transfiguram-se em inocentes e puros, através do poder da palavra.
Esta capacidade de alteração da realidade não se limita à autodefesa superficial, mas se estende também ao relato de acontecimentos, contando mentiras como se fossem verdades indubitáveis. Esta prática, além de desonesta, tem o potencial de causar verdadeiras doenças emocionais e psicológicas naqueles que são alvos dessa conduta fria e calculista. É uma manipulação que, longe de ser inocente, leva à erosão do tecido social, minando a confiança e a saúde coletiva.
Por trás dessas ações, há uma busca incessante por glória, aplausos, egos intumescido e benefícios pessoais. O interesse egoísta sobrepõe-se ao bem-estar comum, alimentando um ciclo de manipulações e inverdades. É uma troca perigosa, onde a verdade é moeda de troca por adulação e vantagens, colocando em risco não apenas a integridade individual, mas a da sociedade como um todo.
Capacidade de criar argumentos para justificar negligências e faltas.
Transformação de lobos em coelhinhos mansos e santos.
Contar mentiras como se fossem verdades.
Consequências das condutas frias na saúde das pessoas.
Interesses egoístas e busca por glória ou benefícios pessoais.
Assim, urge a necessidade de um olhar crítico sobre estas práticas, incentivando a honestidade e a integridade em todas as nossas interações. A verdadeira força de uma sociedade reside na capacidade de seus indivíduos de agirem com retidão e responsabilidade, reconhecendo falhas não como fraquezas, mas como oportunidades para crescimento e melhoria mútua.
O fanatismo obscurece
a percepção da realidade,
utiliza o nome de Deus para justificar desonestidades, proclama a defesa da família enquanto retira direitos,
e prega o patriotismo
ao mesmo tempo em que prejudica os mais necessitados.
Para algumas pessoas, é mais fácil justificar seu comportamento dizendo que são difíceis, em vez de se esforçarem para mudar.