Intelectual
Deus é uma construção intelectual abstrata da consciência, que busca encontrar o senso da causa primordial que justifique a própria existência da auto-consciência e da realidade. Ou seja: EU SOU! (YHWH)
Um intelectual público é, por definição, o sujeito capaz de apreender e articular num relance a multiplicidade de perspectivas de qualquer fenômeno social em vez de impor a ele as limitações da sua própria formação profissional e ainda se achar, por isso, o mais qualificado dos opinadores.
Do que adianta mostrar o seu grande intelecto,Ou simplesmente ser um grande intelectual,Todos sofrem e são solitários,Amargos,Nunca dispensam um combate pela supremacia intelectual.
Perguntaram-me uma vez, num debate, como definia a honestidade intelectual. Sem pestanejar, respondi: é você não fingir que sabe aquilo que não sabe, nem que não sabe aquilo que sabe perfeitamente bem. Se sei, sei que sei. Se não sei, sei que não sei. Isto é tudo. Saber que sabe é saber; saber que não sabe é também saber.
A personalidade intelectual só pode ser compreendida desde outra personalidade intelectual: o diálogo com indivíduos desprovidos dela é uma transmissão sem receptor, a ocasião de mal entendidos e sofrimentos sem fim.
A ciência ainda constitui uma referência absoluta de objetividade intelectual PARA TODOS OS QUE SÓ A CONHECEM DE FORA.
Muitas pessoas acham que sou o intelectual da mente humana mas sou mais que isso, sou um intelectual do killer humano
Você pode tirar muitas coisas de uma pessoa: dinheiro, emprego, estímulo intelectual, qualquer coisa. Pode tirar até suas palavras, mas isso não vai mudar sua essência.
"A soberba espiritual e intelectual associada as imperfeições morais tais como o orgulho, vaidade, prepotência, arrogância, entre outras, são as maneiras mais tolas de manifestar a inteligência e compartilhar experiências, conhecimentos e sentimentos para com o semelhante.
Torna-se humilhante e sem efeito prático nas construções saudáveis, respeitosas e felizes das plurais relações humanas..."
Quando o homem se torna um indivíduo intelectual, é quando ele começa a salvar a se próprio. É quando ele começa a resgatar a se próprio do abismo da ignorância que antes o aprisionava.
O artista no contexto social não deve ser um mero artesão, mas um intelectual treinado em todas as disciplinas e em todos os campos”.
"Nenhum intelectual pode estar realmente próximo do seu povo quando sua definição de 'povo' provém de um estereótipo sociológico -- quando não ideológico -- e não de uma elaboração abstrativa feita a partir dos dados da vivência pessoal. A vivência pessoal, por sua vez, não liga o indivíduo ao 'povo', assim genericamente, mas se dá através da família, do bairro, da cidade, das raízes pessoais enfim. Por isto, dentre os intelectuais, aqueles que melhor expressaram o sentimento do povo brasileiro chegaram até ele por meio de suas recordações pessoais, como o fizeram José Lins do Rego, Ariano Suassuna, Antônio de Alcântara Machado e Gilberto Freyre.
Já se você aborda o povo por meio de idéias como 'classe', 'revolução' ou 'cidadania' etc., você só enxerga as partes dele que se encaixam, mais ou menos, por mera coincidência, em esquemas produzidos pela casta intelectual, condutora das revoluções. Um povo, em si, não é nunca revolucionário, não é nem sequer progressista. Um povo é sempre conservador, apegado a recordações e tradições. Quem não valoriza o passado e as tradições não pode conhecer o povo, porque não sente como ele. A vida popular é feita de emoções simples e milenares. A vida de família, por exemplo, é o coração da vivência popular. Que não ama essas coisas não pode compreender o povo."
(Revista Mundo Multicultural, ano 1, edição nº 12, de dezembro de 2001)
Querer aparecer é um fato que são todos...
...mas pra que tanta interpessoalidade se o intelectual aprisiona e até mata,
Pensar nos arquivos como fonte de recuperação da memória colectiva intelectual, constitui a maior virtude de uma Academia.
