Hoje

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Sabe, hoje, por mais que eu tenha cansado de muita coisa, sentei pra escrever e pensei: do que eu vou falar?! Tenho dentro de mim tantas dúvidas, tantos temas, tantas explosões que nem eu sei por onde começar. Falar de amor não daria certo, meu coração anda tão longe, que já nem sei mais se ele volta um dia. Falar de amigos seria patético, pois cada um segue sua vida, se afastam, e eu descobri que é assim que funcionam as coisas. Falar de família é uma sensação estranha, porque por mais que eu ame e saiba que eles estão comigo ali, o tempo todo, não são a minha inspiração hoje. Eu poderia falar de saudade, de tempo, de pessoas alheias, generalizar tudo e todos e falar pronto, esse é meu assunto, ou, eu poderia fazer um super texto com palavras lindas e de auto-ajuda pra todo mundo elogiar e dizer, nossa, realmente, você se superou. Mas as pessoas sempre leem os textos e acham o máximo, se divertem ou choram e pensam que é assim que tem que ser, mas ninguém age. Cansei de fazer textos assim também. Na verdade, cansei de escrever qualquer tipo de texto, sobre qualquer tema, porque por mais que eu escreva rios de palavras, me expresse, vomite meus sentimentos nas linhas, e abra meu coração, as pessoas nunca vão saber realmente o que se passa dentro de mim, e quem eu sou realmente. E isso também já me cansou.

Hoje uma tristeza me invade lógo cedo... não sei de onde vem só sei que veio e não quer ir embra...

É uma coisa estranha, um nó na garganta, uma tristeza que pesa os olhos e abate o rosto. Estou alheia a tudo e esta tristeza está evidente, pois todos que cruzaram meu caminho hoje perguntaram o que havia de errado... Não consigo rir das piadas dos colegas... estar ativa e participativa então está impossível... sem comentários... Não quero ouvir ninguém... tão pouco interagir... quero apenas silêncio e quarto escuro... Mas infelizmente não posso... alguém tem de mover o Brasil... alguém tem de trabalhar... então que esse alguém seja EU...

Fazia muito tempo que não me sentia assim... não consigo erguer os olhos e sorrir como de costume... meu coração parece cansado, pois bate lentamente... como um homem que vem de uma longa caminhada e tudo que deseja fazer é dormir um pouco...

Não consigo raciocinar... não sei o que está havendo, mas espero que seja passageiro... pois a vida ainda espera algo de mim.

Tenho duas certezas na vida... Que hoje eu sei exatamente onde quero chegar e que amanhã eu posso mudar de direção.

Hoje o meu café estava com o gosto do teu beijo.

Hoje eu acordei pensando em você e senti uma imensa saudade.
Te amo muito, meu amor!

Hoje em dia, a crítica moderna usa o adjetivo "adulto" como marca de aprovação. Ela é hostil ao que denomina "notalgia" e tem absoluto desprezo pelo que se chama de "Peter Panteísmo". Por isso, em nossa época, se um homem de cinqüenta e três anos admite ainda adorar anões, gigantes, bruxas e animais falantes, é menos provável que ele seja louvado por sua perpétua juventude do que seja ridicularizado e lamentado por seu retardamento mental.

[Mas] os críticos para quem a palavra “adulto” é um termo de aplauso, e não um simples adjetivo descritivo, não são nem podem ser adultos. Preocupar-se em ser adulto ou não, admirar o adulto por ser adulto, corar de vergonha diante da insinuação de que se é infantil: esses são sinais característicos da infância e da adolescência. E, na infância e na adolescência, quando moderados, são sintomas saudáveis. É natural que as coisas novas queiram crescer. Porém, quando se mantém na meia-idade ou mesmo na juventude, essa preocupação em “ser adulto” é um sinal inequívoco de retardamento mental. Quando eu tinha dez anos, eu lia contos de fadas escondido e ficava envergonhado quando me pilhavam. Hoje em dia, com cinqüenta anos, leio-os abertamente. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino, inclusive o medo de ser infantil e o desejo de ser muito adulto.

A visão moderna, a meu ver, envolve uma falsa concepção de crescimento. Somos acusados de retardamento porque não perdemos um gosto que tínhamos na infância. Mas, na verdade, o retardamento consiste não em recusar-se a perder as coisas antigas, mas sim em não aceitar coisas novas. Hoje gosto de vinho branco alemão, coisa de que eu tenho certeza de que não gostaria quando criança; mas não deixei de gostar de limonada. Chamo esse processo de crescimento ou desenvolvimento, porque ele me enriqueceu: se antes eu tinha um único prazer, agora tenho dois. Porém, se eu tivesse de perder o gosto por limonada para admitir o gosto pelo vinho, isso não seria crescimento, mas simples mudança. Hoje em dia já não gosto somente de contos de fadas, mas também de Tolstói, Jane Austen, Trollope, e chamo isso de crescimento; se tivesse precisado deixar de lado os contos de fadas para apreciar os romancistas, não diria que cresci, mas que mudei.

Hoje sou vontade
Quero saciar essa minha sede de loucura
Quero olhares proibidos
Encontros desmedidos
Sem preceitos e sem pudor
Beijos insanos e toques profanos
Quero o que a vida tem de nu e cru
Minha alma é ardente e só se branda ,quando saciada a minha sede.

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
E me prendesses toda nos teus braços...
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...

Quero ao menos por hoje, despir me de mim mesma, esquecer esse adeus.
Quero ao menos por hoje, imaginar me ser outra, te conquistar.
Quero ao menos por hoje, superar barreiras, te encontrar.
Quero ao menos por hoje, perdoar nossos erros, me superar.
Quero ao menos por hoje, enganar me a mim mesma, te procurar.
Quero ao menos por hoje, esquecer a realidade, quero te amar.

Mesmo que não tenha sido a sua intenção, hoje eu percebi que você, assim como eu, fez a sua escolha. E não fui eu. Ser mulher também tem disso, interpretar as entrelinhas, entender o que não foi dito. Mas que bom, porque meus braços já não aguentam mais remar sozinhos.

Tudo nessa vida tem um preço e brincar com o sentimento custa muito caro. Hoje você não valoriza o amor que te é oferecido com tanta sinceridade e paixão, amanhã, quando você acordar desse delírio de status medíocre que você quer mostrar aos outros, pode perceber que destruiu esse amor com suas próprias atidudes. A longanimidade é uma qualidade que eu tenho, mas ela tem limite.

Hoje eu adoro falar. E falo demais, sobre todos os assuntos. Principalmente quando não devo, quando não querem. Só depois eu vou lembrar que devo ter falado besteira. Mas não ligo, não. Falo mesmo, me contradigo.
Amanhã... Amanhã sou tímida demais pra falar qualquer coisa. Não tenho assunto, sabe como é. Prefiro ficar quieta. Faz bem perceber que minha opinião não teria encaixado bem no momento. É, melhor ficar no meu canto.
Eu, diferente? Loucura da sua cabeça. Eu tô igualzinha, querido, só não tô a fim de falar.

Hoje acordei com saudades de mim...
Do meu sorriso, do meu olhar, do meu jeitinho de ser, da minha forma de pensar, do meu coração e do meu sentir.
Hoje olhei bem dentro de mim, e percebi que eu não estava aqui.
Então me dei conta, que as vezes que eu não me encontro, são exatamente aqueles momentos em que tento agradar a outros e acabo me esquecendo de mim.
Resolvi me cuidar..
Muitas vezes acordamos abraçados as preocupações diárias e esquecemos de cuidar do nosso coração, do nosso sorriso e nos perdemos de nós mesmos.

Eu tenho sucesso hoje porque tive um amigo que acreditou em mim e eu não tive coragem de decepcioná-lo.

Hoje, estou mais madura e um pouco mais serena. Entendi que não tenho que provar nada, nem ficar tentando agradar sendo quem não sou. Eu sou essa que você está vendo e, sim, tenho falhas. E, sim, sou pura emoção. Tenho algumas cicatrizes, feridas que não fecharam direito, raivas, coisas mal resolvidas. Quero me livrar disso tudo e seguir em frente. Preciso resolver isso e seguir no caminho que escolhi para mim. Espero que você se livre das coisas ruins e me acompanhe também. Nunca é tarde para aparar arestas. Vem.

Perca hoje e viva, lute amanhã e vença!

Hoje eu sinto saudade e nem sei do quê. É uma angústia louca, um misto de vontade de chorar e sorriso leve. Eu não sei citar motivos, mas alguma coisa me falta. Estou ao mesmo tempo feliz e deprimida, tenho companhia e nunca fui tão sozinha (...)

Não permita que as insatisfações pessoais de hoje determinem as esperanças futuras. A vida não se limita ao momento presente.

Ontem, hoje e antigamente. Conforta saber que não vai para sempre. Depois do novo dia, vai ser diferente.

Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança – um assassinato direto da criança inocente - assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?