Histórias Tristes

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Ah! meu querido
de historias tristes,
já nem suporto mais
Foram tantos que
tombaram, pelo caminho
que virou um cemitério,
com tantas cruzes e lápides
Frustração de querer entender
e não encontrar respostas...
Que ardem no coração
Tantas coisas sem solução
Como resposta da vida... apenas viva...

A aridez da vida é tão crua
que nos assola...
Portanto jogue fora o coração,
para não sofrer, não... não...
é justamente o coração...
que nos ensina a sobreviver...

Há quem diga que as histórias de amor têm que ser tristes; eu acho que basta que sejam verdadeiras.

Duvida, Certeza, Felicidade, Tristeza. Uma nova história dentre muitas já passadas, eu sou assim nas entrelinhas das palavras.

Nossa história acabou

Estamos juntos nesta triste melodia
O nosso amor acabou e o nosso tempo passou
Você era o sonho que imaginei
Agora é o pesadelo em que acordei
Meu amor nossa historia acaba aqui
Nossos beijos e abraços já não têm valor

Cada despedida minha que não seja um adeus
É o desejo de ver feliz com outro alguém
Nossas fotos estão amassadas e desbotadas
Suas palavras eram bonitas e doces
Agora são amargas e ferem como uma faca
Meu amor, nosso tempo passou

O mundo nos separou, seu coração despedaçou
A guerra terminou, minha vida se acabou
O amor não fere,
Mas as duras palavras deixam marcas
Nossa paixão foi como um sonho de verão
Acordo e vejo que você não está comigo...

O que aconteceu pra tudo terminar assim?
Só sei que estamos livres para um novo amor
As páginas do livro das nossas vidas,
Elas perderam o valor
Não há palavras a serem ditas
Estou indo embora, adeus amor...

Leio na minha memória uma história triste, que sopra em meus ouvidos como se fosse na realidade, um vento frio e dolorido que no barulho de seu soprar, quebra minha alma como uma vidraça sem sentido

“No final de toda história triste de amor, o tempo sempre se encarregará de provar quem teve razão absoluta na trama, em que se passaram os acontecimentos fulminantes dessa triste tragédia amorosa.”

Lendo Paginas da Minha Triste Historia
Percebe Que Mim Faltava Uma Pagina
Mais Lembrei Que Você a Levou Quando
Foi Embora Sem Dizer Adeus.

CONFIDÊNCIAS DE BOLSO
Coisa triste é ser coadjuvante da própria história, destarte, cansado dessa posição pouco realizante lanço mão deste, para ousar ir além, para assumir ainda que brevemente o protagonismo que me é devido. Sim claro, elementarmente que se apresenta um tanto arrogante minha tal posição, assim tão aguerridamente assumida, mas creia-me, nada tem a ver com arrogância, trata-se meramente de assumir o meu papel de fato, e assim na condição de protagonista apresentar a minha percepção das coisas... Poderá por ventura alguém censurar-me, por querer também dizer daquilo que sinto, penso, vejo..? Ainda que alguém ouse, ainda que me censurem, quero correr este risco, quero submeter às críticas. Mas aos mais desavisados digo logo de entrada, o que falo, falo de mim mesmo, do meu coração, se é que tenho um... de minha sensibilidade...
Mas chega desse prolixo preambulo, vamos avançar... quero apresentar –me, permitam-me! Sou o bolso. Sim o bolso... muito certamente que lhe soará estranho caro leitor. E naturalmente expressará algum espanto. Mas não se precipite... sim, o bolso! É este aquele que vos remete... desde a muito que ando, a acompanhar tanta gente nas mais diversas situações e ocasiões, mas hoje quero evocar o direito de falar, narrar algo que julgo relevante.
Sou um bolso traseiro de uma velha calça jeans. Nesses meus sete anos de vida, tenho visto e acompanhado muitas coisas, mas por viver na retaguarda, acabo observando pelos fundos, na traseira da história, perifericamente. O que em nada invalida minhas percepções elementarmente.
Nesses meus anos de vida, muitas coisas me marcaram, outras passaram irrelevantes. Mas caro leitor, permita dizer... ultimamente, ando meio em crise, não sei se é a melhor idade, o causticante martírio de viver minha existência toda nesta mesma contraditória posição, sim contraditória, mas o fato é que sinto me impelido a fazer algo novo, a falar de mim. Veja bem, deixe que eu explique essa contradição que pertine a minha posição.
Pois bem, enquanto bolso traseiro de uma calça jeans, estou localizado numa região nobre, nos altiplanos glúteos com toda sua nobreza e majestosa sedução. Isso é maravilhoso, esse status realmente é fascinante... a maciez dos glúteos, sua textura, seu movimento... os glúteos trazem emoções apavorantes, intensas, é indubitavelmente uma região badalada... a freguesia é constante e diversa, desde o olhar o mais frequente dos visitantes, até os lábios, mãos dedos, rosto, nariz, etc... enfim uma loucura o dia-a-dia glúteo.
Mas vida de bolso traseiro não é só essa majestosa badalada rotina. Há constantemente transtornos que complicam a vida, alteram os humores desafiando qualquer bolso traseiro que se prese. Entre os cânions glúteos fica localizado o orifício vulcânico... um oráculo de humores instáveis que expelem larvas e gazes das mais distintas naturezas... vez ou outra recebe estranhos visitantes que ora apenas o cumprimentam, se esfregam, reverentemente, limpam no, ora adentram e realizam uma estranha ritualística entrando e saindo freneticamente, até que desaguam neste num ápice estranho, tudo isso é contraditório, tudo isso faz essa citada contradição... mas o mais contraditório mesmo, é que mesmo sendo um habitante dos glúteos e saber de todas essas coisas, as sei pelo observar, ora de meu lugar de residência, ora de longe... sim de longe, pois que quando tudo fica intenso nos glúteos, a capa de revestimento que pavimenta o corpo é arrancada e lançada fora, assim é que de longe, abandonado, relegado ao descaso sou juntamente com a calça deixado pelo caminho, sendo obrigado a apreciar estas coisas quase sempre a distância. Como coadjuvante, expectador na maioria das vezes. Razão que tanto me indigna e faz evocar o meu direito de fala.
Ora, ultimamente tenho feito artes... um pouco de traquinada faz bem, pode trazer complicações... mas não há idade que resista ao prazer, à emoção de uma boa aventura...
Na condição de bolso, além de ver e observar tudo quanto tenho dito, também cumpro meu papel de receber e acomodar as mais diversas coisas... carteiras, dinheiro, papel, bilhetes, contas, em fim uma infinitude de coisas... mas ultimamente tenho recepcionado um dispositivo engraçado que as pessoas andam usando. Elas o chamam de Celular. È um aparelhinho usado para se comunicar com outras pessoas que estão distantes. É um geringonça tão eficiente e encantante que até eu tenho me rendido aos seus benefícios e encanto... já usei algumas vezes... olha é mágico o efeito que ele produz...
A principio era tudo irrelevante, eu o recebia, o recebia, o recebia, sem lhe prestar atenção... mas sabe como é, há sempre um tempo mais oportuno para cada coisa... assim , chegou o dia que acabei sendo seduzido por tal dispositivo e passei a reparar mais nesse tal de celular.
Sou bolso traseiro de calça jeans como disse, mas calça jeans de um poeta... bem não sei como são os outros, mas o poeta, ah, o poeta é um ser encantante, encantante mas muito estranho... difícil de definir. O caso é que esse meu poeta tem lá suas musas e usa muito seu celular para receber as inspirações das musas... estranho, né, eu sei! Homero ficaria louco, se soubesse a que ponto chegamos... musas que inspiram por mídias... bugigangas tecnológicas que a modernidade trouxe. Mas seria muita perfídia refutar todas essas coisas por puro capricho e descabido zelo pela tradição homérica. Até mesmo por que se por um lado tudo isso rechaça a tradição, não o faz para extingui-la, mas para a remontar sob novo arranjo, dando convivência entre o tradicional e o moderno... que papinho mais chato não...
Pois bem, esse meu poeta, é um ser extremamente contraditório, todos somos, mas ele parece ser mais... talvez daí tenha eu sido vitima de alguma influencia... ele relaciona –se com várias musas, deuses e semideuses, habitantes da luz e das trevas... é uma intersecção de mundos e submundos, talvez seja isso que lhe faz tão contraditório, ele alimenta e é alimentado por fontes múltiplas... e se se é o que se come!
Ele encontrou por acaso, penso eu, pois não faz muitas luas que ele encontrou, uma nova musa... ela é uma musa muito interessante. Ela já o encontrou algumas poucas vezes, mas a conexão entre eles é algo surpreendente, impressionante. O contato entre eles gera uma aura que é inominável, indescritível, pura inspiração, “luxuria que o fogo lambe”, diria outro poeta.
De tanto ouvir e apreciar tudo, como sempre na minha condição de distante observador, acabei me envolvendo, me sentido parte daquilo tudo... em fim bem ou mal, não sei, julgue me quem puder... resolvi entrar na brincadeira, entrei na dança...
Um belo dia após oras de conexão entre musa e poeta, a inspiração se deu tão intensa e profusamente que o celular foi dispensado... o poeta confiou a mim... foi aí que fiz minha traquinada. Comecei a mexer em todos aqueles botõezinhos, no afã de ver no que dava. Descobrir que tipo de feito aquilo propiciaria... mexi, mexi, mexi... quanto em fim estava exausto e confuso, já não tinha mais paciência para aquele geringonça estranha. Então começou a soar um barulho estranho, entrecortado por pausas de total silêncio... assustei me quando o primeiro som ecoou, triiiiimmmmmmm... quase caí de susto, quase despenquei dos glúteos deixando a calça sem mim. Mas felizmente minhas costuras são de boa qualidade e assim eu resisti aquele apavorante som, logo na sequência imediata um silêncio se vez... e novamente o som voltou a impor-se triiiiimmmmmmm...( silêncio), triiiiimmmmmmm...repetidas vezes isso se deu. Minha curiosidade aguçou-se e ao fim de repetidas alternações de som e silêncio... veio o contanto com a musa.
Indescritível, não há palavras, nem cores, gestos imagens, nada, absolutamente nada, que se possa prestar eficientemente para expressar aquele momento, aquele contato, aquela musa mágica, cativante, apaixonante que de outro mundo dizia com voz doce e pueril, jovem e deliciosa ao meu ouvido coisas que não pude entender, seus gemidos, suas frases eram inefáveis, sua respiração, o compasso de toda a peça... uma magia envolvente cativante... entendi brevemente na minha insignificância bolsal o que o poeta vive e sente contactando essa musa. São percepções que não se pode exprimir...
Do outro lado a musa dizia algo assim “Alô, Alô, alô, Kiko di Faria, fala comigo, podes me ouvir...? Puhn, puhn, puhn...” sinceramente não entendi nada. Eu não falo essa língua. Como exprimir o inexprimível, como explicar o inefável? Não sou eu, pobre bolso que o poderá fazer... mas o fato é que foi tão diferente, me transformou de tão prazeroso e inusitado, tornei me outro ser... repeti algumas vezes a travessura e assim desabrochou em mim a capacidade e o desejo de falar tudo isso. A vontade incontida de dizer estas coisas, vencer o anonimato, sair da coadjuvância e render tributos ao protagonismo, ainda que breve, em poucas linhas... seduzido e inspirado pela musa deixo aqui minhas confidências de bolso.
Acho que cá não há lei que as proíbam, se tem eu as desconheço, assim como desconheço, ignoro quem poderia se ofender com tal feito meu, senão o poeta, que ao tomar conhecimento, acho que revelado pela musa, nada fez. Não arranco-me, não costurou-me, nada, absolutamente nada, nenhuma sanção... então não deve ser crime.
Lei cá não há! Ley lá, Ley lá... não sei se há. A musa não creio que fará, se Faria Ley lá, só o tempo se me nos revelará, mas seja quem for tal musa, como for... ela sendo seja lá o que for, é esse ser que seduz encanta e envolve até o bolso do poeta... bolso que ainda que vazio... é eternamente cheio de histórias pra contar.

Às vezes dois simples e tristes olhos, contam um história inteira.

É triste lembrar dessa história toda. Ontem estávamos dormindo juntos e hoje eu não sei mais nada sobre você.

É tanto história triste na minha vida, que o mínimo que eu exijo dos filmes são histórias felizes.
Mas o pior é que o só no fim a alegria chega.

Porque eu não vou ficar triste com nenhuma
vírgula que Deus colocar na minha história.
Eu vou agradecer as janelas fechadas porque
sei que são para as aberturas de grandes
portas.

São tantas histórias que eu me perco em contá-las.

São alegrias e tristezas, ilusões e realidades, vontades e saudades,são tantas historias em apenas uma vida, tantas vidas vividas em apenas uma história.

Tantas vezes que chorei e que sorri, que me encontrei e me perdi, que cheguei e que parti, construí e destruí, afastei e uni, compreendi e confundi. São tantas vidas que trago em minha vida que não sei o quanto as vivi ou se as assisti.

Histórias que fui de protagonista a coadjuvante, outras simplesmente insignificante, quantos corações acelerei, quantos outros eu parti, quantas lágrimas enxuguei, quantas outras fiz cair.
Fui vivendo, aprendendo, descrevendo, reescrevendo e escrevendo tantas outras histórias, capítulos em tantas outras vidas que nem sei ao certo qual papel eu estrelei.

Para alguns fui alegria, para outros nostalgia, de essencial a desgraça, de intensidade a saudade, inesquecível ao invisível, da amiga sincera a megera, de amor a dor, de tantos olhares e interpretações, de tantos momentos e emoções, nunca vou saber ao certo o público que atingi.

E quem ainda há de me acompanhar, como se a vida fosse uma novela a passar, quantos ainda hão de comigo estrelar papeis os quais a fala eu não sei decorar, quantos ainda hão de simplesmente assistir a história de uma vida que não garante final feliz e desconhece o “para sempre”, não faz bem nem faz mal, incerta de moral.

De imprevisto vou vivendo e escrevendo os capítulos que faltam completar.

Inserida por bellerestel

Regresso a casa
nem alegre, nem triste: CANSADO
todas as semanas se repete a mesma história...
Agora a um canto da noite
um sorriso invade a alma...
M ?

Inserida por henriquenator

O PASSADO SEMPRE RETORNA!! Muitos vêm como histórias, alegrias, tristezas e pessoas. Por vezes quer se instalar novamente em seu presente. Quando traz coisas boas não tem porquê recusar sua permanência.

Inserida por keyladebora

A vida é uma historia,que começa e termina com tristezas.

Inserida por MelyssaWeity

Se chora hoje é um dia a menos pra se lembrar. Cada esquina que se olha é uma história triste pra se contar.

Inserida por LukasKust

História triste? Não essa é a história que não tem volta mesmo.

Inserida por anacarolinaoliveira

Amanhã Minha Vida Irá Ter Um Novo Livro, Será uma Nova História, e Dessa Vez Não Quero Um Triste Fim.

Inserida por William2010

Não me vejo como um escritor ou compositor, ou como um criador de histórias tristes , mas sim como alguem que vive o que escreve !

Inserida por marcusfreitas