Histórias de Tragédia
Em meio a tanta tragédia e discórdia, ainda há pessoas que mantém a alma limpa e não perdem as esperanças.
Em meio a tanta inveja e arrogância, ainda há pessoas que te contagiam com um olhar ou sorriso sincero.
Em meio a esse mundo que desconheceu o que é sentimento, ainda há pessoas, seres, vidas.. que precisam de AMOR para AMAR...
E no final das contas, vc quer ser somente mais um ao meio de todo esse DESamor, ou ser realmente uma pessoa?
Aquela... que AMA seu semelhante e todas maravilhas que nos foi proporcionadas... Aquela que em meio a olhares frios, te cativa com um olhar verdadeiro e de alma aberta.
Ainda há pessoas com coração, então use-o e AME. Seja uma pessoa, ame a vida, seja a vida, faça a vida...
Nem sempre o drama é tragédia, mas toda tragédia é um drama.
Nem tudo que vai bem acaba bem, nem tudo que acaba bem é porque andou bem.
A tristeza pode se instalar no meio de uma festa e a alegria não retorna quando acaba.
Melhores dias não virão quando já tiverem partido.
O que para nós pode ser uma coisa simples, para outros é uma tragédia. É questão de respeitar o que é intenso ou não em cada um.
Tragédias Anunciadas
Este texto não é uma notícia e sim o resultado de minhas reflexões matutinas. É extenso, mas creio que vale a pena ler.
O mundo ainda se refazia do choque provocado pela loucura do atirador de Las Vegas, quando o Brasil ficou estarrecido com a notícia da tragédia de Janaúba, pequena cidade mineira onde o vigia de uma creche, ateando fogo, mata 8 crianças e uma professora.
As investigações sobre o caso de Las Vegas ainda podem mudar de rumo, mas, pelo menos até agora, o que se noticia é que a ação do criminoso não está ligada a terrorismo.
Dessa forma, qual é a relação entre as duas tragédias, ocorridas em cidades separadas por cerca de 10.000 quilômetros?
Mais do que possa parecer, talvez haja mais coisas em comum entre esses dois casos, assim como em relação a diversos outros acontecimentos que abalaram a sociedade.
Se não bastassem as ameaças do terror que roubam a paz dos americanos, é assustadora a frequência com que, nos Estados Unidos, ocorrem atentados em escolas, cinema, boates, igreja e na rua, causando pânico entre aqueles cidadãos, com repercussão em todo o mundo.
Depois da tragédia de Las Vegas, as autoridades americanas, assim como a sociedade, discutem como poderiam ser evitados esses crimes que tanto traumatizam a população.
Entre as medidas de prevenção, a que mais causa debate é o controle da venda de armas.
Causa espanto a obsessão do povo americano pela posse de armas com o intuito de se proteger contra as ameaças de toda espécie. Assusta ainda mais quando se vê a quantidade de armas pesadas, como rifles e fuzis, que se proliferam nas mãos de cidadãos comuns às quais têm acesso até mesmo as pessoas que ainda teriam idade para se ocupar com brinquedos.
Não obstante essa consideração, até onde o problema da violência se deve exclusivamente à facilidade com que se adquire uma arma?
Da forma como estão ocorrendo as ações terroristas e em outros tipos de atentados, em que se usam facas, caminhões ou combustíveis, para se perpetrar uma tragédia, se a posse de uma arma não aumenta a proteção do cidadão, também não será restringindo a venda de armas que se irá garantir a segurança da população.
Excluindo as ações terroristas de fundo religioso ou ideológico, que merecem uma atenção diferenciada, o que poderia ser feito em relação a outros tipos de atentados?
Novamente, vale trazer a questão da relação entre o atentado de Las Vegas e o de Janaúba, em Minas Gerais.
Mas não só entre esses, pois haverá de existir alguma semelhança entre muitos atentados que ocorrem com tanta frequência aqui e em tantos outros lugares.
Por mais imprevisibilidade que possam parecer ter, crimes como o de Las Vegas e de Janaúba têm pontos em comum. Assim como os tem o crime praticado por Suzane von Richthofen (e os irmãos Cravinhos) e outros da mesma natureza.
Entre tantos crimes que são noticiados a todo momento, o que se observa é que têm em comum o desajuste emocional. Mas se procurarmos mais atentamente, é possível que também concorra um outro fator, que é o distanciamento dos autores em relação à sua família ou a outras pessoas com eles conviviam.
No caso Richthofen, o que mais chamou a atenção é que a mãe Suzane era Psiquiatra. Sendo ela uma profissional da área da saúde mental, além de mãe de sua algoz, o que faltou para poder identificar na filha um comportamento que pudesse indicar que ela tivesse um desajustamento capaz de praticar um crime tão hediondo?
Será que a resposta não está no modelo de sociedade que estamos construindo?
A tecnologia, que veio para nos liberar de atividades rotineiras e para facilitar a comunicação, está servindo para aproximar os que estão distantes e, ao mesmo tempo, para distanciar os que vivem ao nosso lado.
A sociedade consumista, que ao mesmo tempo move as pessoas em direção ao progresso econômico, as escraviza exigindo mais horas de dedicação ao trabalho para obter os rendimentos necessários às demandas de consumo.
A educação das crianças é terceirizada para a babá, para a creche, para os professores do prezinho, do judô, da natação, do inglês e, da natação, para a TV, videogame etc.
A família vive junta mas apenas divide o mesmo endereço, pois as pessoas não convivem, não conversam, não se comunicam, não compartilham sua vida.
Mesmo entre os amigos, acompanhando o clima das redes sociais, mais vale postar que está “na boa” do que compartilhar uma “deprê”. E assim, ninguém sabe o que se passa na cabeça de quem passa ao seu lado boa parte da sua vida.
Podemos nos sentar à mesa com a parceira, com o amigo, irmão, filho e nem desconfiar que um drama permeia a sua mente.
Então, talvez se possa pensar que a obsessão pela posse de um fuzil não seja a causa de um atentado, mas a consequência.
Talvez se buscarmos uma forma de convivência em que as pessoas não se sintam sozinhas na multidão, que percebam que o outro que está próximo de nós não está apenas ao nosso lado, mas também do nosso lado, quem sabe se não teremos uma sociedade mais sã?
"A tragédia de Goiânia mostra que as nossas crianças estão ficando doentes, é preciso refletir e reavaliar o que transmitimos, propagamos e disseminamos"
Quando eu for Piloto Comercial, quero evitar voar com famosos ou políticos, pois quando uma tragédia é anunciada, todos os holofotes são para eles, deixando cair no esquecimento a vida e a dor da família dos heróis dos ares.
Para o curioso egoísta
a tragédia alheia é um show.
E como o show não pode parar
um dia pode ser ele a estrela.
Que o seu próprio espetáculo vai dar.
Uma das maiores tragédias pessoais de uma pessoa começa quando ela tem o primeiro pensamento no sentido de prejudicar profissionalmente a outrem. Sem saber, começa ali um perigoso pacto com a morte, que, via de regra, mata os próprios sonhos pessoais.
A tragédia final
É uma coisa terrível cair nas mãos do Deus vivo. - Hebreus 10:31
Escritura de hoje : Hebreus 9: 27-10: 18
Foi uma imensa tragédia. Mais de dois milhões de peregrinos se reuniram fora de Meca para participar de um evento religioso anual quando algo causou uma debandada. Depois que a poeira baixou, quase 200 pessoas morreram, pisoteadas pela louca corrida.
Imagine a ironia! Esses adoradores estavam tentando se aproximar de Deus. Quando morreram, porém, descobriram mais cedo do que imaginavam se sua devoção os aproximara de Deus ou não.
A verdadeira tragédia da situação não ocorreu nas próprias mortes, por mais emocionante que seja isso. A morte não poupa ninguém, embora seu aperto gelado prenda alguns antes de outros. Não é a morte que é a tragédia final, mas a morte sem Jesus Cristo. Para qualquer pessoa que não conhece Jesus Cristo como Salvador, a tragédia da morte é agravada pela eterna separação de Deus (2 Tessalonicenses 1: 9; Hebreus 10:31).
Atos de devoção religiosa não nos dão acesso à presença eterna de Deus. A entrada no céu é um presente gratuito, recebido pela fé em Cristo - acreditando que Ele viveu, morreu e ressuscitou da sepultura para nos resgatar da penalidade do pecado.
Se você não depende de Jesus, sofrerá a tragédia final. Não deixe que isso aconteça com você.
Refletir e orar
A salvação é um presente de Deus,
não algo ganho ou ganho;
Ele dá livremente a vida eterna
a todos que confiam em Seu Filho. —Sper
Você pode ter toneladas de religião sem um pingo de salvação. Dave Branon
"Estamos vendo um HOLOCAUSTO social e psíquico. A fome é uma tragédia e é um fator traumatizante, em que famílias se dilaceram numa rotina angustiante."
TragediAna
Quem era Ana?
A estranha do portão?
Essa foi a sua fama
Por não ser como todos são,
O que ela queria?
Do que ela gostava?
Isso ninguém sabia
Porque ela não falava,
Em suas noites de solidão
A pobre Ana chorava
Os seus dias de humilhação
Para o travesseiro desabava,
Todos a desprezavam
Sem qualquer explicação
Mas não imaginavam
Que ela já encontrou a solução,
Eles não conseguiram seu perdão
Sua triste voz ecoava naquele portão
Agora todos lhe ouviram
Como nunca tinham ouvido até então,
O seu nome era Ana
Uma jovem libriana
Rejeita por quem não a ama
Fez seu túmulo em sua cama.
Muitas tragédias são o desejo profundo,
Te beijei mais uma vez antes sentir a morte,
As luzes ofuscam meus olhos neste momento,
Anoitece quando quero arrancar meus sentimentos,
Derradeiros sem questionar o múrmuro...
O soneto de um demônio que é o amor,
Em tempestades que se dilui no declínio do teu olhar,
Puritano escurecer que evolui no esquecimento.
Nem tudo é culpa do Diabo e seus Demônios.
A maioria das tragédias, fome e misérias são resultado do ego humano.
Tragédia da Humanidade em Três Atos:
ATO 1:
- Todos os homens precisam e buscam o amor como o ar que respiram. Entretanto, apenas alguns sabem o que é o amor e bem poucos conseguem amar.
Tragédia da Humanidade em Três Atos:
ATO 2:
Todos os homens são caminhantes rumo à um ponto futuro.
Entretanto, apenas alguns sabem para onde estão indo e bem poucos chegam onde deveriam chegar.
Tragédia da Humanidade em Três Atos:
ATO 3:
Todos os homens sabem que o único alicerce capaz de sustentar qualquer empreendimento na vida é a verdade.
A maioria, porém, opta pela relativização, insensatez e a vaidade.
Assim, a soberba prevalece, o falso se estabelece e o caos aparece.
UMA TRAGÉDIA EVITÁVEL
Leia: "2 Pedro 1:3-11" O poder de Deus nos tem dado tudo o que precisamos para viver que agrada a ele ( v.3 )
Examine: Lucas 7:36-47 ; 1 Coríntios 15:1-11 ; Efésios 4:32
Considere: É o pecado ou a falta de fé que o impede de aceitar a graça de Jesus e passá-la adiante ? O que você precisa crer, e o que precisa fazer para se deleitar no perdão de Deus ?
Marvin Schur congelou até a morte em sua própria casa. O homem de 93 anos devia muito dinheiro à companhia de eletricidade. Por falta de pagamentos, a companhia restringiu o seu uso de eletricidade, e quatro dias após isso, o seu corpo foi encontrado congelado. Duas semanas mais tarde, um procurador leu o testamento de Marvin, informando que ele deixara seiscentas vezes mais o valor de sua dívida para o centro médico local.
A morte de Marvin foi duplamente trágica. É horrível um senhor de idade congelar até a morte porque a companhia de energia elétrica cortou seu aquecimento. Dói mais ainda saber que ele poderia facilmente ter quitado a conta.
Assim como ele, muitas pessoas sofrem desnecessariamente pela falta de poder espiritual. A vida, a morte e a ressurreição de Jesus forneceram tudo o que é preciso "...para viver uma vida que agrada a ele", no entanto nunca usam sua fé para ter acesso a tal recurso.
Alguns gemem sob ondas de culpa, incapazes de aceitar o perdão divino e prosseguir com as suas vidas. Outros se chafurdam em abusos e sofrimentos, e se identificam com seu status de vítima, que se recusam a estender o perdão de Deus àqueles que os feriram.
Como o servo miserável na parábola de Jesus, nenhuma das partes tem consciência de que foi perdoada "...milhões de moedas de prata", e se agitam em autocomiseração agredindo qualquer um que lhes deva "...cem moedas de prata" ( Mateus 18:23-35 ).
Uma vida desprovida de graça como essa é uma fuga da realidade ( 2 Pedro 1:9 ). A verdade é que Jesus veio ao nosso mundo e tornou Sua graça disponível a todos que a queiram aceitar.
Paremos de fingir e voltemos ao mundo real. Há graça suficiente no banco. Suficiente para pagar as sua dívidas e as dívidas das pessoas que pecaram contra você. - Mike Witmer