História
*A voz da arrogância*
A história se passa no cenário dos bares e festas de forró, onde duas vozes dividem o palco da mesma banda.
O primeiro cantor é um jovem talentoso, humilde e cheio de sonhos, que vê na música a chance de mudar sua vida. O segundo já conheceu a fama, aproveitou tudo de bom que a vida lhe ofereceu, mas, por sua arrogância e prepotência, viu seu brilho se apagar aos poucos.
Em uma das apresentações, o primeiro cantor interpreta uma música que combina perfeitamente com sua voz. A plateia sente a emoção e começa a se conectar com ele. A música ganha força entre o público dos bares, e as pessoas passam a pedir por ela em cada show. O jovem começa a ser notado, e seu nome passa a circular entre os frequentadores e músicos da cena local.
O segundo cantor, ao perceber o crescimento do colega, sente-se ameaçado. Ele não aceita ver alguém que ainda está começando roubar a atenção do público. Então, usa sua influência dentro da banda para tirar a música do jovem e passa a cantá-la como se fosse dele. Além disso, impõe que o primeiro cantor continue cantando ao seu lado, mas agora sem o mesmo protagonismo.
Mesmo frustrado, o jovem cantor não desiste. Ele continua dando o seu melhor em cada apresentação, mostrando sua verdade através da música. O público, que já havia percebido sua autenticidade, começa a se voltar cada vez mais para ele. Enquanto isso, o segundo cantor percebe que, mesmo tentando apagar o brilho do outro, não consegue reconquistar o que um dia teve.
Com o tempo, a história do jovem talento se espalha entre os músicos e donos de bares, e novas oportunidades começam a surgir. Ele finalmente tem a chance de seguir seu próprio caminho, provando que a humildade e o talento verdadeiro sempre encontram seu lugar. Já o segundo cantor, mais uma vez, se vê perdido, enfrentando as consequências de sua prepotência.
A HISTÓRIA COMPARADA E SEU DUPLO RECORTE DE OBSERVAÇÃO
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“A História Comparada é antes de mais nada uma modalidade historiográfica fortemente marcada pela complexidade, já que se refere tanto a um ‘modo específico de observar a história’ como à escolha de um ‘campo de observação’ específico – mais propriamente falando, o já mencionado “duplo campo de observação”, ou mesmo um “múltiplo campo de observação”. Situa-se, portanto, entre aqueles campos históricos que são definidos por uma “abordagem” específica – por um modo próprio de fazer a história, de observar os fatos ou de analisar as fontes. Resumindo em duas indagações que a tornam possível, a História Comparada pergunta simultaneamente: “o que observar?” e “como observar?”. E dá respostas efetivamente originais a estas duas indagações.
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Talvez aí esteja precisamente o que há de mais instigante nesta abordagem historiográfica: o fato de que, em função destas duas indagações que parecem constituí-la na sua essência mais íntima, a História Comparada sempre se mostra como um insistente convite para que o historiador repense a própria ciência histórica em seus dois fazeres mais irredutíveis e fundamentais – de um lado, o ‘estabelecimento do recorte’, e, de outro lado, o seu modo de tratamento sistematizado das fontes. Em suma, a História Comparada tanto impõe a escolha de um recorte geminado de espaço e tempo que obrigará o historiador a atravessar duas ou mais realidades sócio-econômicas, políticas ou culturais distintas, como de outro lado esta mesma História Comparada parece imprimir, através do seu próprio modo de observar a realidade histórica, a necessidade a cada instante atualizada de conciliar uma reflexão simultaneamente atenta às semelhanças e às diferenças”
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[BARROS, José D’Assunção. ‘História Comparada'. Petrópolis: Editora Vozes, 2014].
Era uma vez um anjinho muito distraido
chamado Amorel que recebeu uma incumbência
de Deus:
- Amorel, acabo de inventar os humanos, eles,
estão classificados, como homem e mulher,
cada um tem seu o seu par e já estão todos
alinhados de par em par.Pegue esta bandeja de
humanos e levem para que eles habitem a Terra.
Amorel ficou contente, pois há muito tempo o
Senhor não o chamava para tão nobre trabalho.
O Anjinho pegou a bandeja e ao virar uma esquina
lá no céu, trombou com uma Anjinha chamada
Amanda.A bandeja voou longe e todos os casais
de humanos se misturaram. Amorel e Amanda
ficaram desesperados e foram contar ao Senhor
Deus o ocorrido e o Senhor falou:
- Vocês derrubaram, vocês juntarão!
Porém, parece que Deus se esqueceu que os
Anjinhos eram distraidos. E é por isso que a
cada dia os casais se juntam e se separaram
mais.Os dois Anjinhos trabalham incessantemente
para os casais originais se encontrem; o trabalho
é muito difícil, tanto é, que por muitas vezes eles
juntam os casais errados, pois os humanos espalhados
ficam inquietos e cobram o serviço dos anjinhos o
tempo todo.
Quando os humanos se mostram muito desesperados,
os anjinhos unem dois desesperados, mas logo depois
percebem o engano e os separam, e por muitas vezes
esta ação é brusca, pois não se tem tempo a perder.
Recebi um bilhete dos dois Anjinhos agora e vou mandar
o recado a vocês:
- "Se você é humano, queremos pedir desculpas pela
nossa distração, pois errar não é só humamo.!...Estamos
trabalhando com empenho, porém sempre contando com
a ajuda de vocês.Não se desesperem, mas tabem não se
isolem, tentem mostrar, realmente, quem é cada um de
vocês, pois a medida que cada um mostrar o que é de
verdade, vai tornar o nosso trabalho mais facil.Aproveitamos
a oportunidade, para nos desculpar pelas separações
abruptas, sabemos que elas geram muito transtorno, mas
se nós o separamos de alguem é porque em algum canto
vimos alguem bem mais parecido e por isso precisamos
isola-los para facilitar o encontro. Fiquem com Deus!"
“Pai, meu Pai do Céu! Você plantou no meu ser uma vontade forte de ser alguém. De me sentir uma pessoa realizada. E eu hei de ser. Quero que seja este o lema da minha vida: Hei de vencer! Por isso lhe peço a sua ajuda, pai. Eu sei que ela não vai me faltar. E eu lhe prometo: vou ajudar a quem precisar de mim. Serei uma planta, pequenina talvez, no bosque, pomar ou jardim, nalgum oásis deste mundo. Não pretendo ser grande. Quero apenas ser eu mesmo. Aliás, eu sei, ninguém é maior nem menor do que ninguém. Somos apenas diferentes. E eu quero que também os outros sejam aquilo que gostariam de ser. Para sermos felizes todos juntos!”
As mulheres negras fazem de tudo para ficarem parecidas comigo, mesmo sabendo que jamais conseguirão.
Mas, lembranças do quê? Embora a sensação seja intensa, a recordação não é nítida. É como se lembrassem algo que jamais existiu.
Marco Aurelio Santos.
Conhecido como,Marco Aurelio roteirista. Nascido em 30 de Abril de 1969. Cidade de São Paulo e criado no jardim Zilda,Sabiá,Varginha,região do Grajaú.Locutor de rádio fm local quando fez sucesso com o programa : UTILIDADE PUBLICA, ( Espacial fm, Nova Brasil fm e Onda fm ). Teve três casamentos e seis filhos. Mauricio, Maria Helena,Maria Ana, Thamires,Isabela e Yasmim, filha de sua esposa a modelo e atriz, Juliana Almeida Bastos.Participante do filme, CIPRIANA GÓTICA, de Lala Lopes e o diretor Claudio de Andrade. Filho de Maria Ana,(a dona Lúcia),colaboradora do jornal folha Machadense, Marco Aurelio é roteirista de cinema e televisão, dramaturgo e autor de vários projetos para longa metragem e sinopses de novela assinados por ele ainda aguardando produção. Começou sua carreira escrevendo para os personagens de Ely Barbosa,(1984),revistas publicadas pela editora Abril. Pouco antes havia abandonado a carreira de desenhista publicitário em 1983.Foi figurino do primeiro clipe da falecida cantora, Cassia Eller e escreveu pegadinhas para programas de tv nos anos noventa quando ainda atuava como também locutor. O maior problema de Marco Aurelio é a Trombose em sua perna. Doença que teve a os oito anos de idade sofre até hoje com 44 anos. Com a morte de Ely Barbosa, irmão do novelista, Benedito Ruy Barbosa,Marco Aurelio, passou a escrever para cinema se juntando com sua companheira Juliana, que atua como atriz.
Para as "elites" brasileiras, o que importa é a reputação e não a virtude. Virtude é um atributo que geralmente nasce com a pessoa, já a reputação, pode ser comprada ou adquirida
A MENINA QUE TOCOU O BRASIL
Um dia, uma menina,
Fortemente violentada,
Em seu pequeno coração,
Ela foi dilacerada,
Coagida e com medo,
A ameaça silenciava,
O grito do seu choro,
Que no peito pressionava,
Sem saber a quem recorrer,
Achou por bem tirar sua vida,
Pensando que assim,
Se livraria desta lida,
Mas, Jesus apareceu,
Para mudar a sua história,
Transformar o que machucava,
Em cura e vitória,
A cicatriz virou lembrança,
Porém, motivo de luta,
Sua dor tinha um propósito,
Vencer a força do ódio,
Além disso, essa guerreira,
Levantou uma bandeira,
Derramando sua vida,
Fortemente aguerrida,
Na lide por uma legislação,
Que mantivesse proteção,
Dando voz a quem guardava,
A mesma luta no coração,
Suas palavras ecoaram,
Abrangendo as criancinhas,
Que no ventre também clamam,
Suplicando pela vida,
O destino a conduziu,
A um dos postos mais elevados,
Do nosso querido Brasil,
Por meio de um Presidente amado,
Eleito pelo povo,
Mas escolhido por Deus,
Por Ele sendo guiado,
Concedendo alívio aos Seus,
Ela, Ministra de Estado,
Da mulher, dos violentados,
Em seus direitos humanos,
Sem força, prejudicados,
Além de ser uma voz,
Tem aprimorado a política,
Enriquecendo as estratégias,
E muitas novas diretivas,
Essa batalha tem dono,
Deus, o Autor da Vida,
Está estancando o sangue,
Devolvendo a alegria,
Neste dia especial,
Como mulher, eu te agradeço,
Por esta paixão fenomenal,
Algo que não tem preço
Deus fortaleça suas mãos,
Pois não há maior satisfação,
Do que ver o fruto: um sorriso,
De uma grande libertação.
✒️ Autor: Vanessa Ribeiro
☀️ Inspiração: vida e história da Ministra @damaresalvesoficial1