História
Quilombo
Lagoa Dos Pretos um povoado quilombola, rico em fauna, contos, mitos, culturas, lendas, cantigas, religiosidades e Histórias.
O seu povo carrega um passado bem distante, desde do ano de 1532 até agora.
Suas matas escondem riquezas vegetais, animais, minerais e Históricas, que ficaram pra sempre em nossas memórias.
Quando eu estou nesse lugar os meus pensamentos viajam e cavalgam perdidos, intrínsecos e permeados pelas memórias.
Vivo vivendo lutando por um povo e sua História.
Morro do Alecrim
Caxias Maranhão a Princesinha do sertão.
Terra de grandes personagens Matemáticos, Poetas da História enfim então.
O morro do Alecrim é o ponto mais alto da região, lá em cima do morro das Tabocas ficou as tropas do Fidié olhando a região. Um ponto estratégico militar, onde culminou a Balaiada uma Revolta sangrenta no Sertão.
Não podemos esquecer os seus líderes que foram Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, Raimundo Gomes Vieira e Cosme Bento das Chagas então. Mas quem deu nome a essa Revolta foi o Manuel Ferreira, pois ele fazia cestos que tinham uma bela função e assim aconteceu essa luta então.
Na maioria das vezes na história da humanidade a genialidade de uma grande ideia assertiva desabrocha naturalmente, diante de um erro.
Toda vez que ouvir uma opinião taxativa muito exata sobre uma obra de arte, muito cuidado, pois todo aquele que assim o faz deve ter muito mais interesses de cunho matemáticos e financeiros que principalmente artísticos e históricos sobre a arte.
"Sempre que vivemos a experiência
De renascer por meio da fé,
Somos imbuídos de uma porção generosa
Da inefável luz divina!
Essa ilustração nos induz a perceber
Que o final de cada ciclo traz consigo
O devir de uma nova história!"
"Maximizar-se encolhendo-se ou minimizar-se expandindo-se. Eis aí dois grandes segredos dos que deixaram seus nomes tatuados na pele da história."
Recidiva
Foge de mim aquela luz que gostaria de continuar a ver
Perco já algumas lembranças, aquelas que jamais imaginei perder
Algumas dores cessaram, sem que me esforçasse para isso
Outras dores aparecem silenciosamente e incomodam
Nada vem do corpo, surgem da animosidade
É o homem em fúria destronado pelo episódio dos seus atos
É o bem perdendo para o mal
Nos pés dos poucos afortunados, a pele do animal
em contraponto, os muitos descalçados
É a impureza da memória do arbítrio à glória
Pautado no desagrado, remanescente da história.
Ter Paz é, também, ser capaz de contemplar a própria história e encontrar nela uma trajetória bem percorrida, apesar dos tropeços e adversidades tamanhas. Cada um tem seu caminho e sabe de si, conhecer e aceitar a si mesmo é uma chave. Quem olha para fora, sonha e quem olha para dentro, desperta, se encontra e esse encontro é expansivo, amplia a consciência e traz até uma sensação de plenitude, como quando você faz uma oração buscando o contato com o Pai. Não poderia ser diferente, afinal dEUs habita em toda parte, no macro e no microcosmo, em tudo que há em volta e no universo latente que ele criou no interior do homem.
Que a Paz se espalhe em todo lugar.
Queria dizer que nunca fui embora, porque nunca fiquei.Nunca te troquei, porque nunca te tive. Nada terminou,porque nunca houve um começo. Estou em outra história porque não havia mais espaço pra mim na nossa, que tá cheia de você, seu egoísmo e sua liberdade. Odeio lugar apertado.
EUFORIA
No dia em que se encontraram,
logo imaginou que existiria
uma história,
mas foi só euforia
de um coração
que batia descompassadamente
ao ver a sua paixão!
Ele se encantou
e quase perdeu a razão...
foi só ilusão!
Diante de tanto labor,
levante as mãos e grite:
"EU SOU VENCEDOR!"
Diante da vitória,
agradeça a Deus
e siga a sua merecida história.
Querem calar a nossa VOZ,
Querem apagar a nossa HISTÓRIA,
Querem nos fazer SOFRER,
mas a vontade do homem
não é a vontade de DEUS.
Com FÉ, continuaremos caminhando
e acreditando no nosso PODER!
Não se demore
onde não vai existir história.
Não se demore,
se não houver recíproca.
Não se demore,
se não houver conquista.
Bibliosmia
O cheiro… ah, o cheiro de você.
Não é só cheiro. É o resto do mundo.
O cheiro da descoberta, o odor almiscado do que se ignora,
do que ainda falta.
É cheiro de livro novo.
Você é o odor do não dito.
Entre os dedos, suas páginas se abrem.
A palavra toma corpo, o verbo se faz carne.
Eu quero conjugar o que está entre as palavras,
capa, bordas. Ir até as margens da linguagem, onomatopeias.
Seu gênero é esse, eu sei: fantasia e suspense. Experiência sensorial.
Respira, você. E eu também respiro, exalo.
É o amor que se disfarça de saber,
ou saber que se dissolve em desejo?
A capa é corpo fechado. O que não se diz.
Aberta, toque. Você é o que não se lê.
