História
O sofrimento e a decepção são inevitáveis.
Tem situações na vida que nos fazem sofrer, desestabiliza, nos deixa sem direção e nem como pensar. Ficamos paralisados e sem saber o que pensar, seja com situações vividas ou atitudes de algumas pessoas com relação a gente mesmo.
As consequências são inevitáveis quando passamos por determinadas coisas, principalmente julgamentos precipitados e palavras ditas sem fundamento. Tais atitudes vem sempre de uma forma errônea que as vezes não nos agrada ou a terceiros.
Certas palavras podem ferir e destruir sonhos sem nem ao menos terem sidos concretizados, ainda mais quando somos pegos de surpresa por determinadas ações.
O sofrimento e a decepção são inevitáveis quando passamos por estas situações, ainda mais quando se dedica, se aplica há alguma coisa ou mesmo há alguém e se vê envolto numa situação onde escapa do seu controle e do seu entendimento.
O diálogo e a compreensão são essenciais para diluir todas estas opiniões e sentimentos ruins que são produzidos por este tipo de situação. A calma e a coerência se fazem necessária e deve ser o principal ponto a ser observado para que tudo seja esclarecido e visto de uma outra maneira.
Precisamos aprender que o mais importante é a empatia, o amor, o sentimento puro e sem artimanhas ou mascaras, tão comuns estes dias de hoje. Aprender a valorizar e entender as pessoas com mais sensibilidade, mais carinho, e menos com julgamentos e palavras que ferem e destroem.
Que tenhamos discernimento em compreender a história de cada um e seus sofrimentos, suas experiencias e principalmente sua maneira de agir, sem julgamentos infundados e que em nada ajuda a convivência entre todos.
É uma daquelas histórias em que você sabe o que vai acontecer. Mais ou menos. Mas ainda assim quer ver.
"Se os caminhos estão te levando ao mesmo lugar, mude a rota, realinhe o curso da sua história e, entenda quê, não é o caminho e sim o caminhar; às vezes é necessário olhar para trás e resgatar o olhar para o futuro."
O tempo é o elemento indispensável para que os resultados da mudança que almejamos sejam uma realidade na nossa história.
Tudo o que vejo, vivo e ouço vira história — ou melhor — vira cenas nas minhas histórias. É assim que acontece, eu não consigo evitar. Portanto, se você já conviveu comigo ou me contou algo, saiba que de alguma forma em algum momento poderei usar isso.
É porque um bom escritor antes de tudo precisa ser um bom observador da vida, e a vida está acontecendo a todo tempo ao nosso redor, ela acontece em uma constante repetição de processos e rotinas.
É nas crianças que correm e brincam na praça, é naquela pessoa que sempre passa apressada a caminho do trabalho, é naquele amigo que todo dia faz uma besteira diferente, ou nas senhorinhas que se reúnem na calçada todo fim de tarde.
Histórias nos encantam porque elas são um retrato da vida. Ela pode ser fantasiosa, romanceada, assustadora ou poética, independente da forma em que for contada, o que nos conecta é que de alguma maneira ela nos fará refletir sobre a nossa própria realidade.
Escrever, portanto, é a arte de saber ordenar e interligar um emaranhado de cenas, é tipo montar um quebra-cabeça, você precisa descobrir onde encaixar cada pecinha, para no fim, transformá-las em algo belo e admirável.
Um livro, então, é o resultado de uma variedade infinita de cenas, unidas para contar uma infinita variedade de histórias.
Tudo o que vejo, vivo e ouço vira história — ou melhor — vira cenas nas minhas histórias. É assim que acontece, eu não consigo evitar. Portanto, se você já conviveu comigo ou me contou algo, saiba que de alguma forma em algum momento poderei usar isso.
Um bom escritor antes de tudo precisa ser um bom observador da vida, e a vida está acontecendo a todo tempo ao nosso redor, ela acontece em uma constante repetição de processos e rotinas.
O Velho homem retornou a sombra
na mesma sombra que viu crescer, as sementes que germinou
Desconheceu os traços e as formas abstratas dos seres
que um dia amou, naquele quintal de flores e tentou de alguma forma
conectar os traços familiares, separados pelo tempo e notou, que o menino, não reconheceu mais a pátria, a mais velha das irmãs, incompreendida de aflições, da colheita da vida, a outra, ainda encontrou-se no desvio de conduta, a revolta acompanhou a menina órfã, houve-se por falta de compaixão a rejeição, aos quinze anos, o lar não foi mais capaz de ser o seu refúgio, mas agora a menina, tornou-se moça, mãe, se casou e foi suprimida pelo amor de suas filhas e filhos e está a refletir suas ações
O menino tornou-se, moço, de uma língua estrangeira e não compreendeu as ações dos homens capitalistas. O velho homem riu, pareceu, que se reencontrou com a sua juventude de pensamentos.
Depois o velho homem subiu a rua, por um instante, no velho lugar, onde depositou, suas reflexões ao pôr do sol, na velha praça esperança do seu sonho, que nunca concretizou!
Então, o velho homem despediu-se, seguiu com a caravana, que lhe acompanhou e retornou para pátria celestial.
O crescimento na história da humanidade se dá quando a gente tem dúvida. Quando a gente só tem certezas, o máximo que faz é ficar o tempo todo dentro do mesmo.
A história das artes não registra os nomes de dois artistas geniais: o primeiro pintor e o primeiro escultor.
Não importa quanto talento você tenha, se você não for o melhor, você não é nada, porque só pode haver um rei. Se você estiver na sombra dele, a história não o verá.
(Takamura Mamoru)
Quem sabe seja mais adequado chamar "político" de "paleolítico". Estou por ver um povo tão interessado em escavações quanto essa classe política brasileira. Dedica-se mais ao passado do que ao presente e futuro, constrangendo até a História.
A cidade ficou presa, mas as coisas estão prestes a se desprender. Até porque, senão, pra que eu contaria essa história? Seria muito chato!
A história do vídeo é complexa e não há uma resposta definitiva para qual teria sido o primeiro vídeo de todos. No entanto, podemos citar algumas invenções importantes, como a experiência realizada por Eadweard Muybridge em 1878, que registrou o movimento de um cavalo em diversas poses, e o cinematógrafo, criado pelos irmãos Lumière em 1895, que permitiu gravar, projetar e exibir imagens em movimento em uma tela. É importante lembrar que a invenção do vídeo envolve diversas experimentações e invenções ao longo do tempo, e que diferentes culturas e países podem ter suas próprias versões de quando e como surgiu o vídeo.