História

Cerca de 13722 frases e pensamentos: História

⁠Anjo Da Noite

Um anjo da noite veio me visitar. E me disse com sua branda e doce voz a sussurrar em meus ouvidos desnudados pelo pecado de amar demais, de se entregar. Tudo que é demais se faz pecado, até o amor. O querer está onde não estou , nem posso tão pouco chegar. Poder , ser , derreter o coração em sangue quente de paixão eternizada pela laços da emoção de um dia ter sentido aquilo que tão perto de Deus me fez chegar.
Nossa Senhora por mim clamou, menino Deus ao ouvir o clamor de sua mãe , olhou, se envolveu, enterneceu e chorou. Alma pequena de menina serena, estrelada pelas noites enluaradas cadentes e evanescentes, vinda de um infinito olhar crescente, canto adolescente, choro envolvente, menina mulher ferida por solidão da distancia de um amor cigano, mágico, porém, trágico. Onde estará o seu amor? Sua metade?
Um feixe de luz brilha ao longe indicando a direção do seu encontro, é que pra Deus um dia é uma eternidade, e uma eternidade pode se traduzir em um dia.

Inserida por Vanessafontana

⁠Você é o autor de sua própria história, Só você tem o poder de mudar o rumo que ela pode ter, seja bom ou ruim cabe a você mesmo escolher qual caminho vai seguir.

Inserida por ThallyssonMF

⁠A vida é como um livro, não é porque uma página foi ruim que irei desistir do resto da história.

Inserida por ThallyssonMF

⁠A história é linda

Melquisedeque, Abraão.
Travessia de pé.
O percursor da fé.
Desde Eva, Adão.

Isaque, Jacó/Israel.
A Terra que emana leite e mel.
Vem desde o tripé.
Os filhos de Noé.
Acolhido pelo colo do amor.
Que suplanta a vida.
Que venceu a morte, turva dor.

Sete geração.
Sete vezes setenta.
A fé viva que a vida sustenta.
A linda trindade, tripé.
Pai, filho, Espírito Santo.
Este que cessa o maldito pranto.
Abraça Can, Sem, Jafé.

Ante cada olho, cada dente.
O sangue da morte, astuta serpente.
Graça e vida, misericórdia sim.
É a justiça benevolente em ti e em mim.
Justifica e vivifica toda lei mortal.
Perdão, graça, santidade real.
Jesus é a fonte do galardão.
Coragem, vigor na humildade.
Romper o véu da pesada bagagem.
Arrepender se pela purificação.
És água, luz, pão, vida com sinal.
Jesus, és ele Altíssimo.
Dono da fé.
És a Salvação.

Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠A História é a ciência do lembrar, e a arte do esquecer

Inserida por joseassun

⁠Tudo faz parte da história e não se apaga a história.

Inserida por victor_falcao

⁠Em toda a história ,Deus permitiu DIAS DIFÍCEIS para o DESPERTAR da sua Igreja. É tempo da noiva ACORDAR !!

Inserida por Prflaviosribeiro

⁠EUFORIA

No dia em que se encontraram,
logo imaginou que existiria
uma história,
mas foi só euforia
de um coração
que batia descompassadamente
ao ver a sua paixão!
Ele se encantou
e quase perdeu a razão...
foi só ilusão!

Inserida por girle_nunes

⁠[DEFINIÇÃO DE HISTÓRIA]


A História é a ciência dos seres humanos no espaço e no tempo (nos seus lugares e nos seus momentos).

Inserida por joseassun

⁠[HISTÓRIA E GEOGRAFIA]


História e Geografia, nos seus primórdios, eram como que gêmeas univitelinas. Os seus estudiosos, pesquisadores, intelectuais – sem contar os homens práticos que pensavam desde os tempos antigos na importância do exame atento da história, ou que foram convocados para a tarefa de produzir relatórios em uma e outra destas áreas – nunca tiveram dúvidas de que, para a real eficácia de operação historiográfica, seria preciso pensar concomitantemente nas relações entre tempo e espaço, bem como nas várias interações entre as sociedades humanas e o ambiente físico à sua volta.


[extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis. Editora Vozes, 2017, p.17]

Inserida por joseassun

⁠Na mesa do diálogo o presente, passado e futuro se entrelaçam. É a história viva acontecendo.

Inserida por brunocidadao

⁠O maior vencedor é o melhor perdedor de histórias.

Inserida por sollalcantara

Quando ouvimos uma história, imaginamos pedaços de nossas memórias. Nos tornamos os arquitetos da história.

Inserida por pensador

A história é construída pelas pessoas que escrevem. ⁠

Inserida por ezequielredin

A História precisa ser abrangente em termos das demandas sociais a que atende e da diversidade de pontos de vista que ela pode expressar. Ao sustentarmos que “a História é Polifônica” , podemos reconhecer que cada voz social tem o direito de contar a sua história, isto é, de expor em linguagem historiográfica o seu ponto de vista. Haveria uma História a ser narrada por cada grupo social, por cada minoria, por cada gênero, por cada identidade que precisa se afirmar social ou culturalmente.

Multiplicar as vozes historiadoras é uma tarefa para as novas gerações que buscam uma historiografia inclusiva, e por isso é importante atrair para os cursos de graduação em História uma variedade grande de sujeitos sociais. No conjunto de trabalhos produzidos em um mundo ideal no qual todos tivessem a sua voz historiográfica, chegaríamos a uma razoável “polifonia de Histórias”. Seria possível alcançar uma desejada abrangência autoral através da montagem e congregação de diversas narrativas e análises – as quais, no fim das contas, terminariam por dialogar entre si de uma maneira ou de outra, como deve ocorrer com toda autêntica polifonia.


[extraído de 'Seis Desafios para a Historiografia no Novo Milênio'. Petrópolis: Editora Vozes, 2019].

Inserida por joseassun

⁠A experimentação voltada para a apreensão polifônica do mundo histórico apresenta-se como uma das muitas tarefas da historiografia do novo milênio. Não basta ao historiador reconhecer no mundo histórico os seus diversos personagens, portadores de singularidades e de posições ideológicas independentes, se, ao final da construção narrativa do historiador, estes personagens terminam por produzir, no seu conjunto de interações contraditórias, apenas uma única ideologia dominante. É preciso explorar alternativas para além deste padrão narrativo mais habitual no qual os historiadores, ainda que acostumados a administrar nos seus textos as diversas vozes sociais, nem sempre se empenham em transcender um modelo de escrita monódica no qual, no fim das contas, apenas uma única voz faz-se ouvir. Para que possa se realizar, a escrita polifônica precisa ser por um lado desejada (já que nem todos estão dispostos a abrir mão de um pensamento único). Por outro lado, o escrever polifônico também precisa ser aprendido. Podemos nos perguntar, mais uma vez, se a formação básica do historiador tem lhe proporcionado este aprendizado,

[extraído de 'Seis Desafios para a Historiografia no Novo Milênio'. Petrópolis: Editora Vozes, 2019].

Inserida por joseassun

⁠[O TEMPO DOS HISTORIADORES E O TEMPO DO CALENDÁRIO]


Um sinal evidente da necessidade de diferenciar enfaticamente o tempo cronológico e o tempo da história é a não-coincidência entre os séculos dos historiadores e os séculos da cronologia, estes últimos contados de cem em cem anos. A proposta historiográfica que encontra mais respaldo entre os historiadores atuais, por exemplo, atribui novos limites ao século “XX”, que não os do calendário secular tradicional. Ao invés de começar em 1901, o “século XX dos historiadores” inicia-se em 1914 – data de eclosão da primeira das duas grandes guerras mundiais, as quais encaminham a devastadora crise dos imperialismos europeus e preparam todo o contexto da Guerra Fria e do estabelecimento de uma política internacional bipolarizada entre os Estados Unidos e a URSS. Este mesmo século que começou um pouco mais tarde termina um pouco mais cedo, em 1989 ou 1991, conforme se queira – já que estas são as datas, respectivamente, da queda do Muro de Berlim e da desagregação da União Soviética, encerrando o período de bipolarização política. Ao mesmo tempo, os anos 1990 já introduzem uma verdadeira reconfiguração tecnológica. Por isso, o historiador Eric Hobsbawm subtitulou seu livro sobre o século passado (a Era dos Extremos, 1994) como “o breve século XX”.

De igual maneira, os limites entre duas “eras” são sempre móveis, de acordo com a análise de cada historiador. Quando se encerra a Antiguidade Romana? Com o saque de Roma em 410, com a invasão vândala em 455, ou com a deposição de Rômulo Augusto em 476? Ou, mesmo antes, será que não devemos considerar, para finalidades de datação do fim da era antiga, a vitória devastadora dos godos sobre as legiões romanas em 378 d.C? Ou talvez, quem sabe, rejeitando todas estas datas pontuais, o fim da antiguidade não será melhor assinalado pelo novo papel que passa a desempenhar o Cristianismo nas sociedades agrupadas sob a égide do Império Romano? Os tempos dos historiadores, enfim, não precisam fazer nenhuma concessão, se não quiserem, aos limites bem arrumadinhos dos séculos cronológicos.


[extraído de 'O Tempo dos Historiadores'. Petrópolis: Editora Vozes, 2013p.26].

Inserida por joseassun

[O TEMPO DOS HISTORIADORES]


⁠O tempo dos historiadores ordena (define origens para os processos que examina, atribui-lhes um sentido). Nesta operação, é já também um tempo 'territorializado'. Ao definir sentidos e criar significados para os períodos de tempo que examina, os historiadores exercem poderes de diversos tipos (ou tornam-se instrumentos para o exercício destes poderes).

A demarcação das diversas épocas constitui um dos sinais mais visíveis desta territorialização do tempo pelos historiadores. Estão sempre abertos os limites entre os grandes recortes que são habitualmente denominados de “eras”, “idades”, ou outras designações mais amplas. Quando termina a Antiguidade, e quando começa a Idade Média? Em que momentos(s) esta última já começa a se transformar em uma Idade Moderna? Como denominar cada um destes períodos? Como lidar com recortes e designações que foram herdados de uma cultura histórica que já não é mais necessariamente a nossa, mas às quais já estamos demasiadamente habituados? Quais os limites destas escolhas de recortes no tempo, e quais são os seus potenciais de convencimento como períodos ou épocas que podem ser propostos para serem instrumentalizados, para questões mais gerais, por todos os historiadores?

Delimitar um grande período historiográfico no tempo, separando-o de outro que se estende atrás dele e de outro que começa depois, é uma operação que traz marcas ideológicas e culturais que nos falam da sociedade na qual está mergulhado o historiador, dos seus diálogos intertextuais, de visões de mundo que de resto vão muito além do próprio historiador que está estabelecendo seus recortes para a compreensão da História. Os próprios desenvolvimentos da historiografia – os novos campos históricos e domínios que surgem, a emergência de novas relações interdisciplinares, os enfoques e abordagens que se sucedem como novidades ou como reapropriação de antigas metodologias – trazem obviamente uma contribuição importante para que a cada vez se veja o problema da passagem de um a outro período histórico sob novos prismas. Ademais, é preciso lembrar que, ao se trabalhar sobre um determinado problema histórico, específico de uma certa pesquisa, essas grandes balizas já nem sempre serão úteis para o historiador. Pensar um problema histórico já é propor novos recortes no tempo.


[extraído de 'O Tempo dos Historiadores'. Petrópolis: Editora Vozes, 2012, p.27-28].

Inserida por joseassun

⁠Dois universos distintos,
cada um com a sua própria história,
acabaram se cruzando e unindo
seus sentimentos e vontades
e tornaram-se em único livro
pra viverem uma nova história juntos
com um amor cada vez mais vivo
num novo mundo pra ambos.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠A nossa história, meio que sem começo, conta como estamos ligados por querer a mesma coisa e mesmo assim continuamos separados só porque tememos coisas tão diferentes! Tenho medo de perder minhas asas enquanto você continua cortando as suas.

Inserida por jucsom